ISSN 1806-2784 JBCC |
|
Prêmio
Antônio Hohfeldt: prazo de inscrição termina nesta terça-feira A 7ª Conferência Brasileira
de Folkcomunicação recebe as inscrições de papers até o dia 22 de março.
Esses trabalhos serão apresentados entre os dias 13 e 16 de maio deste
ano, na cidade de Lajeado, Rio Grande do Sul. O encontro deste ano terá
como tema central “Folkcomunicação política, a comunicação da
cultura dos excluídos”. Os estudantes dos cursos de
graduação das universidades brasileiras, que realizem pesquisa e
escrevam monografias sobre o tema “Folkcomunicação políticas” podem
participar do Prêmio Antônio Hohfeldt. As modalidades propostas podem
ser: enredo de escolas de samba; legendas de caminhões, ônibus, barcos,
trens, metrôs etc.; grafitos de paredes e sanitários, ciberpiadas:
anedotas difundidas pela Internet, panfletos, volantes, pasquins etc. Todos os trabalhos deverão
ser produzidos por grupos de 2 a 5 integrantes, com a supervisão de um
professor da instituição a que estão matriculados. A comissão
julgadora será integrada por membros da Rede Folkcomunicação e
co-presidida pelos coordenadores nacionais da VII FOLKCOM. Voltar para o menu de notícias Celacom’2004:
inscrições para participação estão abertas O VIII Colóquio
Internacional sobre a Escola Latino-Americana de Comunicação, promovido
pela Cátedra Unesco/Umesp, Faculdade
de Publicidade, Propaganda e Turismo, com o apoio da Universidade
Metodista de São Paulo e da World Association for Christian Communication
- WACC, que acontece entre os dias 29 e 31 de março e reunirá
pesquisadores de todo Brasil e América Latina. O tema principal do
encontro será “Sociedade do Conhecimento: aportes latino-americanos”. O evento tem coordenação
de José Marques de Melo (Celacom), Paulo Rogério Tarsitano (Endicom),
Luciano Satler (WACC), Maria Cristina Gobbi (Coordenadora Acadêmica) e
Isildinha Martins (Coordenadora CEI/ARP) e Caterina Dolores M. Gonzalez
(Coordenadora da Agência Turismo). Os mais de
110 trabalhos serão apresentados no período da tarde, nos dias 29 e 31
de março. Os GTs do Celacom estão divididos em seis modalidades. São
elas: Grupo 1: Comunicação Jornalística & Divulgação Científica
- Coordenadora: Profa. Dra. Graça Caldas, Grupo 2: Comunicação
Organizacional & Relações Públicas - Coordenadora: Profa. Dra.
Maria Aparecida Ferrari; Grupo 3: Comunicação Mercadológica,
Publicidade e Propaganda - Coordenador: Prof. Ms. José Antonio Daniello;
Grupo 4: Comunicação Diversional, Entretenimento, Lazer e Turismo -
Coordenadora: Profa. Ms. Nadja da Silva Oliveira; Grupo 5: Comunicação
Audiovisual - Coordenadora: Profa. Dra. Sandra Reimão; Grupo 6: Comunicação
Digital - Coordenador: Prof. Dr. Jacques Vigneron. A lista dos papers
aprovados, os dias, os locais e os horários de apresentação estão
disponíveis no site: www.metodista.br/unesco Durante o
evento também haverá o lançamento da revista Científica do Grupo
Comunicacional de São Bernardo – São Bern@ardo.com.br lançamentos de
livros e do CDRom com todos os trabalhos apresentados nos GTs. Outras
informações estão disponíveis no site: www.metodista.br/unesco,
ou pelo telefone: (55 – 11) 4366-5819. Voltar para o menu de notícias UNESCOM’2004
discute inovações comunicacionais O I Seminário
de Divulgação das Pesquisas do Grupo de São Bernardo do Grupo de São
Bernardo, com apoio do PETI – Programa Especial de Treinamento
Institucional (coordenado pela Profa. Dra. Elizabeth Moraes Gonçalves)
acontecerá na Universidade Metodista de São Paulo entre os meses de março
e novembro deste ano. Com coordenação do prof. Dr. José Marques de Melo
e da profa. Dra. Maria Cristina Gobbi, o encontro terá como discussão
central “Inovações Comunicacionais – Teoria e Prática”. O evento
é uma realização da Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação, Programa de
Pós-Graduação em Comunicação Social, Faculdade de Comunicação
Multimídia e Universidade Metodista de São Paulo. A programação
do primeiro semestre será inaugurada dia 24, das 14h às 18h com a
apresentação da linha de Pesquisa do professor Dr. Adolpho Queiroz, no
Anfiteatro do Ed. Capa, 3º andar. O tema será “Propaganda Política”
e está dividido em dois momentos. No primeiro darão suas contribuições
os professores Dr. Adolpho Queiroz, Ms.
Eduardo Grossi, Kleber
Carrilho e Doutoranda Letícia Maria Pinto da Costa. Às 16 horas, serão
feitas apresentações dos mestrados que desenvolvem suas pesquisas nesta
linha. São eles: Victor Corte Real, com as eleições presidências de
Campos Salles; Livio Sakai, com a indicação de Castelo Branco a presidência
e Milton Martins, com a eleição presidencial de João Goulart. Em abril, no
dia 14, é a vez do Prof. Dr. Paulo Rogério Tarsitano, com o tema”
Publicidade Segmentada”. As apresentações serão feitas na sala C-309,
segundo andar do edifício Capa. Dra. Sandra
Reimão abre as atividades de segundo semestre, no dia 25 de agosto, com a
apresentação de “Transcodificação Midiática’, no Anfiteatro do
Edifício Capa. Também no mesmo local, apresentarão suas linhas de
pesquisa nos meses de setembro, outubro e novembro, respectivamente Dr.
Sebastião Squirra e o tema “Mídia Educativa on line’;
Dra. Elizabetth Gonçalves, com “Discurso da Comunicação Científica”
e por fim Dr. Isaac Epstein, com “Mídia e Saúde”. Voltar para o menu de notícias Comsaúde'
2004 aborda mídia, saúde e alimentação A VII Conferência
de Comunicação e Saúde, promovida pela Cátedra UNESCO/UMESP e
realizada pela Universidade Federal de Pernambuco – Centro de Artes e
Comunicação acontecerá no período de 11 a 13 de agosto de 2004 no
Campus da UFPE – Recife (PE). O Tema Central deste ano será ‘Mídia,
saúde e alimentação”. Os sub-temas são: “Mída, transgênicos e
segurança alimentar e Mídia, saúde e alimentação: da fome à
obesidade” A coordenação nacional é feita por José Marques de Melo,
Isaac Epstein e Maria Cristina Gobbi (UNESCO/UMESP). Isaltina Maria de
Azevedo Mello Gomes (UFPE) é a coordenadora regional e Graça Caldas,
Wilson Bueno, Betânia Maciel e Salett Tauk fazem parte do comitê científico. Os resumos
deverão ser enviados para comsaude@metodista.br
entre os dias 15 de março e 17 de maio. O texto deverá conter
aproximadamente entre 10 e 15 linhas, com título, nome do autor, titulação
ou graduação, instituição a que pertence e unidade de federação. A
divulgação do aceite dos resumos será feita dia 30 de maio e o envio
dos trabalhos completos até 30 de junho. O trabalho deve ser
apresentado na forma de "Comunicação Acadêmica", incluindo
bibliografia. Indicar, no início, título, nome do autor, titulação,
instituição a que pertence, unidade de federação, e-mail, bem como um
resumo de 10 linhas e três palavras-chave. O corpo do texto deve conter
introdução, descrição da pesquisa, metodologia, análise dos
resultados, conclusões e bibliografia. Dimensão: entre 10 a 15 páginas,
margens de 3 cm, tamanho folha A4, corpo da fonte 12, tipo Times New Roman,
espaço entrelinha de 1,5, justificado, em Word e devem ser encaminhados
para: comsaude@metodista.br . O
participante deverá aguardar confirmação de recebimento. Os resumos e
trabalhos apresentados não deverão necessariamente ter vínculo com a
temática central, incluindo-se em uma das temáticas.
Outras informações podem ser
obtidas através do site www.metodista.br Voltar para o menu de notícias Prêmio
Luiz Beltrão 2004 de Ciências da Comunicação O Prêmio
Luiz Beltrão tem como objetivo reconhecer a qualidade dos trabalhos acadêmicos
realizados nas Universidades ou nos Centros/ Institutos de Pesquisa. Tem
por finalidade identificar anualmente quais as pessoas, equipes ou
instituições apresentam contribuições relevantes para o campo das ciências
da comunicação. Realizado pela Intercom - Sociedade Brasileira de
Estudos Interdisciplinares da Comunicação - e coordenado pela profa.
Dra. Maria Cristina Gobbi (Diretora Suplente da Cátedra Unesco/Umesp de
Comunicação), está dividido em dois grupos: Personalidades e Instituições. PERSONALIDADES 2 -
Maturidade acadêmica: Destinado a pesquisador-sênior, autor de estudos
significativos e produtor de conhecimento comunicacional que tenha obtido
reconhecimento nacional e/ou internacional. A escolha se fará a partir do
conjunto da obra. INSTITUIÇÕES 2 - Instituição
paradigmática: Destinado a cursos, departamentos, escolas,
institutos, empresas, sindicatos, associações, igrejas, ONGs ou órgãos
públicos que tenham se notabilizado pela criação/manutenção/fortalecimento
de programas de pesquisa sistemática dos fenômenos comunicacionais. A
seleção se fará pelos indicadores da produção institucional nos últimos
5 anos. As indicações
devem ser acompanhadas da ficha de inscrição, de um perfil síntese
entre 25 a 50 linhas e da documentação dos candidatos (curriculum vitae,
portifólio, catálogos, livros, coletâneas, etc.) e por ser feitas através
de indicações individuais ou em grupo, devendo ser encaminhadas ao júri
do Prêmio LB – 2004: INTERCOM – Av: Prof. Lúcio Martins Rodrigues,
443 – Bloco 9 – sala 2 – São Paulo CEP: 05508-900 – São Paulo
– SP. A data para indicações de candidaturas: 1 de março até 31 de
maio. A deliberação final do júri e o anúncio dos vencedores acontecerão
em junho e a entrega dos diplomas e troféus acontecerá em setembro,
durante o Congresso da Intercom, que este ano será na PUC-RS - Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A escolha
dos trabalhos é feita pelo colegiado composto por ex-presidentes da
INTERCOM: José Marques de Melo, Anamaria Fadul, Gaudêncio Torquato,
Margarida Kunsch, Manoel C. Chaparro, Adolpho Queiroz, Maria Immacolata V.
Lopes, J.S Faro e Cicilia M. Krohling Peruzzo; pela atual presidente Sonia
Virginia Moreira e pelos vencedores do Prêmio Luiz Beltão na categoria
"Maturidade Acadêmica", Moacir Pereira (1998), Sérgio
Capparelli (1999), Sérgio Mattos (2000), Muniz Sodré (2001), Antonio
Costella (2002) e Carlos Eduardo Luis da Silva (2003). A coordenadora é
Maria Cristina Gobbi (Cátedra UNESCO/UMESP). Os
vencedores do Prêmio Luiz Beltrão’2004 participarão do Simpósio de
Pesquisa Avançada em Comunicação – "Trajetórias intelectuais e
histórias de vida de lideranças comunicacionais", que acontecerá
em Porto Alegre (RS), durante o XXVII Congresso Brasileiro de Ciências da
Comunicação. Outras
informações podem ser obtidas através do site www.intercom.org.br,
ou pelo e-mail mcgobbi.unesco@metodista.br
ou intercom@usp.br . Voltar para o menu de notícias Juliana Pires, mestranda do
Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade
Metodista de São Paulo, defenderá no dia 23 de março de 2004, às 14h
na Sala de Defesas do Edifício Capa (C-309) sua dissertação de
mestrado, cujo tema é “A ansiedade infantil e audiência aos programas
violentos da televisão”. A banca examinadora terá como presidente o
Prof. Antônio Carlos Ruótolo e os titulares serão a
Profa. Dra. Sandra Amaral de Assis Reimão (Umesp) e o Prof. Dr. Luiz
Fernando Santoro (ECA/USP). “TV Câmara de Bauru: Papel
social do canal legislativo e suas relações com a comunidade local”.
Esta é a dissertação de mestrado de Carlos Jorge Barros Monteiro que
será defendida em 22 de março, às 14h na Sala de Defesas do Edifício
Capa (C-309). A Profa. Dr.a Cicília Maria Khroling Peruzzo será a
presidente da banca e os titulares serão Prof. Adolpho Carlos Françoso
Queiroz (Umesp) e a Profa. Dra. Marília Franco (ECA/USP). Voltar para o menu de notícias Ex-doutorando
da Umesp é admitido como professor na FEA/USP Alvair
Silveira Torres Jr., doutor pela Universidade Metodista de São Paulo,
orientado pelo Prof. Dr. Jacques Marie Joseph Vigneron, foi aprovado em
concurso para a disciplina “Administração da Produção”, na FEA/USP.
Alvair defendeu a tese em novembro de 2000, cujo tema foi “Retórica das
ações. O outro lado da torre de Babel e a comunicação organizacional
como trama de ações com significado”. Abaixo,
disponibilizamos o resumo da tese defendida pelo Umesp: “Partindo
de uma perspectiva retórica e simbólica da comunicação organizacional,
empreendemos em estudo de caso na Mercedes-Benz, planta de São Bernardo
do Campo, no período 1990-1999, cujo processo de mudanças na organização
do trabalho da fábrica alcançou pleno sucesso, sendo reconhecido como
referência mundial por especialistas
e pela matriz em Stuttgart, na Alemanha. O
estudo qualitativo do caso Mercedes revelou uma comunicação
organizacional implícita, retórica, inconsciente, fenômeno responsável
pela persuasão e compartilhamento do novo padrão de comportamento
organizacional. Identificamos, porém, uma retórica de outra natureza,
uma retórica não só de palavras, mas uma retórica das ações ou retórica-dramatúrgica. Partindo
da análise conjunta da Retórica
e Poética de
Aristóteles, combinada à metáfora proporcionada pelo viés
comunicacional do interacionismo simbólico de Mead, Burke, Goffman,
elaboramos uma matriz de análise retórica-dramaturgica que descotinou um
outro lado da Torre de Babel, visto
nessa comunicação organizacional não verbal, formada por ações com
significados.” Outras
informações podem ser obtidas pelo e-mail: biblioteca@metodista.br
(Colaboração especial: Prof. Dr. Sebastião Squirra). Voltar para o menu de notícias PósCom-Umesp
publica o nº 41 de sua revista Entrou em circulação o n. 41 da revista Comunicação
& Sociedade, da Pós-Graduação em Comunicação Social da Umesp,
relativo ao 1º semestre de 2004. No DOSSIÊ
dessa edição, intitulado “Sociedade midiática”, Lavina Ribeiro, do
Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade de Brasília,
explora a origem e o desenvolvimento da imprensa no Brasil como uma
instituição moderna criada e organizada, simultaneamente, pelas demandas
da sociedade e dos seus específicos recursos materiais e simbólicos. Édison Luis Gastaldo, do Programa de Pós-Graduação em
Ciências da Comunicação da Unisinos, de São Leopoldo (RS), discute
a relação histórica
entre a Copa do Mundo – evento esportivo de maior destaque na cultura
brasileira contemporânea – e seu caráter de produto midiático ao
longo do século XX. Ana Carolina
Temer, da Universidade Federal de Uberlândia e da Universidade do Triângulo
(MG), analisa as primeiras representações do Governo Lula na Rede Globo
de Televisão, vendo como a emissora enfoca o novo presidente e que
características atribui a ele próprio, a seu ministério e a suas
propostas. E Patrício
Bernedo, da Pontifícia Universidade Católica do Chile, traça uma breve
análise das principais pesquisas sobre a história da mídia naquele país,
tratando particularmente dos trabalhos historiográficos que têm
como objeto de estudo a imprensa escrita, o rádio e a televisão. Na seção
de ARTIGOS, Luis Ramiro Beltrán, ombudsman do grupo boliviano
Líder, traz um denso trabalho sobre a ética no jornalismo,
focalizando o caso concreto da imprensa de seu país, onde, para lá dos códigos
de ética profissionais, surgem tentativas de auto-regulamentação que
buscam corrigir a “deterioração” havida nesse campo, para recuperar
a credibilidade dos meios. Graça
Caldas, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da
Universidade Metodista de São Paulo, apresenta os resultados de trabalho
que conduziu na disciplina Oficina de Jornalismo Científico, no
Labjor-Unicamp, onde foi possível
verificar, na prática, as dificuldades e vantagens na atuação conjunta
de jornalistas e cientistas na construção do conhecimento. Paulo Rogério
Trasitano, diretor da Faculdade de Propaganda e Turismo da Universidade
Metodista de São Paulo, e Simone Navacinsk, coordenadora da Agência de
Comunicação Mercadológica da mesma instituição, discorrem sobre as
marcas, seu conceito e sua transformação em bens contabilizáveis,
destacando qual é sua função e importância na vida das empresas. E Marialva Barbosa, coordenadora do Programa de Pós-Graduação
em Comunicação da Universidade Federal Fluminense, aborda aquela que pode
ser considerada a primeira cerimônia veiculada pela televisão
brasileira, a chegada do homem à Lua, em 1969, com a qual se inaugura uma
nova retórica discursiva que passou a ser empregada gradativamente em
diversos programas da televisão. Na seção de MEMÓRIA, José Marques de Melo, do Programa
de Pós-Graduação em Comunicação Social da Umesp, e Antonio Hohlfeldt,
ex-coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da PUC/RS,
fazem um inventário cronológico das efemérides comunicacionais
de 408 a. C. até 2004, quando a Intercom realizará o XXVII Congresso
Brasileiro de Ciências da Comunicação, em Porto Alegre (RS), a
centrar-se no tema “Comunicação, acontecimento e memória”. Com 25 anos de existência,
Comunicação & Sociedade quer continuar
sendo um elo de ligação entre os pesquisadores
das Ciências da Comunicação, divulgando a sua produção e,
com isso, contribuindo para o crescimento e a consolidação dessa
área. Por isso, suas páginas continuam abertas a quem deseja
submeter-lhe artigos, relatos de pesquisa e resenhas para publicação. O
e.mail da revista é publicom@metodista.br. O n. 41 e
mesmo exemplares anteriores podem ser requisitados pelo e-mail editora@metodista.br.
Informações sobre assinatura da revista, que é semestral, podem ser
obtidas pelo mesmo e-mail ou através do site http://editora.metodista.br/assinaturas.htm.
Pedidos de permuta podem ser endereçados a noeme.timbo@metodista.br.
(Colaboração Waldemar Luiz Kunsch, Editor-adjunto de Comunicação &
Sociedade). Voltar para o menu de notícias Itinerário
da imprensa paulista O
ciclo de estudos “História da Comunicação: itinerário da mídia em São
Paulo” promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo -
IHGSP, em parceria com o Núcleo Paulista da Rede Alfredo de Carvalho e a
Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação, prossegue no próximo dia 22 de
março, com a análise do tema “Itinerário da Imprensa”. O
ciclo foi iniciado no dia 8 de março, sob a coordenação do jornalista e
historiador José Marques de Melo, professor emérito da Universidade de São
Paulo e membro do IHGSP, onde ocupa a cadeira cujo patrono é Alfredo de
Carvalho. A primeira sessão focalizou aspectos da Historiografia Midiática
e a segunda foi dedicada aos meios de comunicação das classes populares
nos primórdios da imprensa paulista. O
próximo encontro vai reconstituir a trajetória da imprensa na terra dos
bandeirantes, privilegiando três casos emblemáticos: o centenário
jornal paulistano “Diário de S. Paulo”, o também centenário veículo
interiorano “Jornal de Piracicaba” e a dinâmica imprensa sindical da
Região conhecida como ABC Paulista. Os
interessados em participar do debate poderão inscrever-se na Secretaria
do IHGSP – Rua Benjamin Constant, 158 – 7o. andar – próximo
à Praça da Sé, no centro da capital paulista. Informações adicionais
podem ser obtidas através do telefone – 11 – 3242-3582 ou emeio: ihgsp2003@yahoo.com.br Voltar para o menu de notícias Biografia
de um jornal paulistano A história
e transformações do Diário Popular fizeram parte de importantes períodos
do país, marcados por acontecimentos políticos, sociais e econômicos. O
velho Dipo, como era carinhosamente conhecido, foi fundado em 8 de
novembro de 1884, por José Maria Lisboa e Américo Campos. Em sua exposição,
o Professor Laércio Arruda vai centralizar análise a partir da década
de 30 até setembro de 2001, quando o Diário Popular saiu de circulação.
Ao longo de
sua existência, o Dipo registrou com ênfase e precisão importantes
fatos jornalísticos, como por exemplo, a Revolução de 32, a Segunda
Guerra Mundial, o IV Centenário de São Paulo,o Suicido de Getúlio
Vargas, o assassinato de John Kennedy, a chegada do homem à Lua, o golpe
militar em 64, a morte de Tancredo Neves, etc. Das instalações modestas
da rua João Brícola – no centro velho de São Paulo -, com uma
passagem significativa pela rua do Carmo, até o tradicional prédio da
rua Major Quedinho, adquirido na década de 70, foi uma longa trajetória.
Com o
slogan de “o jornal de todas as classes”, o Diário marcou uma
significativa performance por duas décadas – de 1930 a 1950 - até ocorrer uma mudança gráfica em suas páginas
principais. De 1960 a 1970, o tradicional veículo paulistano tornou-se
conhecido por suas páginas de classificados publicadas às quintas-feiras
e aos domingos. Embora não competindo diretamente com a Folha de S.Paulo
e O Estado de S.Paulo, conseguia manter um público fiel, oferecendo um
noticiário objetivo e eficiente. Mesmo atravessando algumas adversidades,
o Diário Popular mostrou-se resistente às novas tecnológicas. Todavia, as
mudanças forçosamente ocorreriam na década de 80. O jornal não
suportava mais competir em desvantagem, acima de tudo com a agilidade e o
dinamismo dos concorrentes, cujas edições chegavam cada vez mais cedo às
bancas da Capital e Interior. No final dos anos 80, a família Lisboa
deixava o comando do jornal e uma tradição de longos anos. A linotipia
fazia parte do passado. Em 1990, já sob o comando de Ari Carvalho e
Miranda Jordão, o velho Dipo “vestiu uma roupa nova” e foi à luta. Com
um visual gráfico mais arrojado e uma linha editorial centrada nas
classes B,C e D – com ênfase aos noticiários de Esportes, Polícia e
Geral - o Dipo aos poucos foi se transformando em o Rei das Bancas,
atingindo recordes nas vendas em bancas e obtendo um espaço considerável
num mercado até então dividido com a Folha da Tarde e Notícias
Populares. A partir da
informatização, o Diário Popular ganhou fôlego e não demorou muito a
atender uma nova exigência de mercado. O velho exemplar em preto e branco
ficou para trás, surgindo uma edição moderna e em cores No final do século XX, em meio às novas mudanças gráficas,
criatividade em seus cadernos, o Diário Popular novamente trocava o
comando passando às mãos das Organizações Globo. Em setembro
de 2001, o velho Dipo saía de circulação dando lugar ao novo Diário de
S.Paulo. A história de vida desse jornal centenário foi reconstituída
pelo Professor Laércio Arruda, na dissertação de mestrado defendida na
Faculdade de Jornalismo Cásper Líbero. Graduado em
Jornalismo (Fac. Casper Líbero) e Letras (Uni Sant`Anna);, Laércio
Arruda fez pós-graduação: Tradução de Lingua Inglesa - Especialização
- Lato sensu –na Universidade de São Paulo (USP)
e Mestrado em Comunicação e Mercado - Faculdade Cásper Líbero. Jornalista -
29 anos de profissão - ele
trabalhou nos seguintes jornais: Diário Popular, Diário do Comércio e
Indústria (DCI), Jornal da Tarde, Gazeta Esportiva, Estadão, Metronews,
etc e nas revistas: Dirigente Industrial, Dirigente Construtor, Visão, O
Empreiteiro, Revista Construção Pesada, Revista Energia Elétrica,
Placar, Globo Ciência. Também atuou em Assessorias de imprensa e na Agência
Noticiosa: United Press International (UPI) Sua formação
na mídia impressa é centralizada na área esportiva – tendo exercido
a função de repórter esportivo durante 15 anos. Atuou também
como repórter policial (Diário Popular) e nas editorias de Economia, Política
e Geral. Desde
1998 dedica-se à vida acadêmica.
Lecionou na Universidade Braz Cubas (Mogi das Cruzes) e Universidade de
Santo Amaro (Unisa). Atualmente trabalha
na Uni Sant`Anna e Universidade Anhembi Morumbi. Está desenvolvendo
estudos de Doutorado em Comunicação Social na Universidade Metodista de
São Paulo. Voltar para o menu de notícias Biografia
de um jornal piracicabano A história
bonita do Jornal de Piracicaba, que completou cem anos na passagem do século,
reflete o passado comum de numerosos outros jornais interioranos que compõem
desde 1842um dos mais ricos capítulos do jornalismo paulista. Piracicaba
está ligada às origens da imprensa no Estado, por intermédio de várias
de suas figuras mais notáveis, como o Barão de Monte Alegre, José da
costa Carvalho, fundador de O Farol Paulistano, e seu redator, Nicolau
Pereira de Campos Vergueiro. O jornalismo
piracicabano nasceu em 1874 com O Piracicaba, tendo à frente Brasílio
Machado. A partir de 1900 passou a circular O Jornal de Piracicaba,
mantido desde 1939 pela família Losso. As lutas, as iniciativas e as
vicissitudes do matutino centenário espelham bem a riqueza das contribuições
que os órgãos de imprensa interiorana têm oferecido ao Estado e ao País. Quem vai
relatar esse percurso biográfico do centenário jornal piracicabano é o
Prof. Dr. Samuel Pfromm Neto, membro do IHGSP. Psicólogo,
pedagogo, jornalista, escritor e editor, formado pela USP (graduação,
mestrado, doutorado), com estudos pós-graduados nos EUA e na Europa, o
Professor Pfromm Neto tem cerca de 50 livros e mais de meio milhar de
artigos, estudos, relatos de pesquisas, publicados no país e no exterior.
Além de atividades em mídia em geral (jornalismo, rádio, cinema, tv,
computador), dedica-se particularmente à interface mídia e educação. Pertence ao
Conselho Administrativo do Jornal de Piracicaba e a várias entidades
culturais e científicas, entre as quais a Academia Paulista de
Psicologia, o Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, a Academia
Cristã de Letras, o Conselho Técnico da Federação do Comércio do ESP
e a “National Society for the Study of Education”. Presidiu a TVE do
MEC no Rio. Na Fundação Padre Anchieta (TV e Rádio Cultura) chefiou a
Divisão de Ensino e pertenceu ao Conselho Curador. Preside a
PNA – Pfromm Netto & Associados, pna@pna.com.br. Autor de Comunicação
de massa (1972), Tecnologia da educação e comunicação de massa (1976),
Principles of learning and instructional É professor aposentado do Instituto de Psicologia da USP. Recebeu numerosos diplomas, medalhas e honrarias, tendo sido agraciado em 1975 pela NHK (Japão), em cerimônia presidida pelo então príncipe Akihito, com os prêmios Japão de tv e rádio educativos, pelos programas que produziu na Fundação Padre Anchieta de São Paulo. Voltar para o menu de notícias Trajetória
da imprensa sindical no ABC paulista A história
da imprensa sindical na região do Grande ABC iniciou-se em setembro de
1963 com o lançamento do jornal O Metalúrgico, pelo Sindicato dos
Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico
de Santo André, Mauá e Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. Em 1964, o
sindicato sofreu intervenção e jornal deixou de circular durante 13
anos. Nesses últimos
40 anos, o número de sindicatos de empregados ou patronais, representando
várias categorias profissionais, multiplicaram-se na região e conseqüentemente,
e a imprensa sindical desenvolveu-se em número de títulos, padrão gráfico
e até mesmo com assessoria especializada. Algum título tem tiragem maior
do que os jornais tradicionais. O jornal de
sindicato com maior tiragem é a Tribuna Metalúrgica do Sindicato do
Metalúrgico de São Bernardo do Campo e Diadema, que é impressa em gráfica
própria. A sua trajetória confunde-se com a história do movimento
sindical iniciado na região, em 1979, revelou várias lideranças, entre
elas, o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva,
ex-diretor responsável do jornal. Em contrapartida, os sindicatos
patronais, não deixaram por menos, investiram em revistas, de boa
qualidade editorial e gráfica, como a revista Registro, do Sindicato das
Indústrias Gráficas do Grande ABC e Baixada Santista. Quem vem se
dedicando a preservar a memória dessa imprensa e construir a sua historio
é o Prof. Dr. Valdenizio Petrolli, que participa do ciclo sobre História
da Comunicação promovido pelo IHGSP. Ele é
Jornalista, Advogado. Mestre em Metodologia da Comunicação com a
dissertação A História da Imprensa no ABC Paulista e Doutor em Teoria e
Ensino da Comunicação com a tese Diário do Grande ABC: a construção
de um jornal regional. Sócio da Intercom - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplionares da Comunicação e IAMCR - International Association for Media and Communication Research.; Petrolli é também membro do Gipem - Grupo Independente de Pesquisadortes da memória do Grande ABC, Conselheiro da Fundação Pró-Memória de São Caetano do Sul e Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico-Urbanístico e Paisagístico de Santo André; além de Diretor de Comunicação da Federação Nacional dos Advogados e Tesoureiro da Abrajof - Associação Brasileira de Jornalistas Filatélicos. Voltar para o menu de notícias Faleceu
Ana Hirsz, a Viúva de Mário Kaplún Montevideo,
capital do Uruguay, testemunhou no último dia 15 de março, o falecimento
da artista e educadora Ana Hirsz, 81 anos, parceira intelectual e afetiva
de Mário Kaplún, membro destacado da Escola Latino-Americana de Comunicação,
integrante da geração dos inovadores. Nascida em
Varsóvia, Ana percorreu muito jovem o caminho do exilio, refugiando-se na
Argentina, onde atuou como radialista e atriz. Ali conheceu Mário Kaplún,
com ele contraindo matrimônio e acompanhando-o em suas aventuras em
terras uruguaias e em seus desventuras em terras latino-americanas,
enfrentando novo exilio e muitos sofrimentos. Manteve contudo o espírito
de luta e de esperança que os reconduziu de volta ao Uruguai no final do
século passado, onde permaneceu ao lado de Mário Kaplún, até sua
morte, há cinco anos. Essa perda lhe foi insuportável, apesar do carinho
dos filhos e netos. Ana Hirsz e
Mário Kaplún visitaram São Paulo, pela última vez, em 1992,
participando ativamente do I Congresso Latino-Americano de Ciências da
Comunicação, promovido pela ALAIC, em Embu-Guaçu. Nessa ocasião, Mário
foi homenageado pelos seus 50 anos de atividades ininterruptas no campo
comunicacional, principiando como radialista e enveredando depois pela
televisão, mas culminando como professor e pesquisador da Universidad de
la Republica, em Montevideo. Ana Hirsz
teve um papel muito importante no trabalho desenvolvido por Mário Kaplún,
embora nem todos os seus amigos e companheiros das novas gerações
conhecessem sua trajetória intelectual. Por isso mesmo, vale a pena dar a
conhecer aos leitores do JBCC a bela crônica que lhe foi dedicada pelo
filho Gabriel, sucessor intelectual de Ana e Mário, que trascrevemos a
seguir: Las pasiones de Ana Hirsz Ana Hirsz nació en Varsovia en 1923, donde ya se
respiraba la muerte que vendría y que, aunque no vivió, nunca pudo
olvidar. Vivió luego en Argentina, en Francia, en Venezuela y sobre todo
en Uruguay, que eligió como su tierra. El teatro, la radio, la escritura,
la educación popular y los derechos humanos fueron algunas de sus
pasiones. El teatro: primero como actriz, después escribiendo
y dirigiendo radioteatro, más tarde enseñando, en talleres de teatro
popular donde la gente descubría su capacidad creativa. La radio: escribiendo, dirigiendo y produciendo
programas que recorrieron América Latina. “Cantos con sabor a vida” y
“Mi tío Juan” fueron quizás las series más recordadas. La educación popular: una pasión que empezó a
fines de los 70 en Venezuela, pero que venía de lejos. Cientos de
talleres en barrios y pueblos en los que ayudaba a pensar y construir, con
la cabeza y con el corazón. Los derechos humanos, que estuvieron siempre
presentes en todo su trabajo, pero con una fuerza especial en los diez años
en que integró el Servicio Paz y Justicia de Uruguay. La escritura: dejando en cien cuentos alegres o
desgarrados algo de la vida y la muerte que había encontrado en el camino.
Algunos se han publicado, otros esperan todavía. No poder escribir, en
los últimos tiempos, le quitó un pedazo de vida. Claro que hubo otras pasiones. Mario, su compañero
de toda la vida, de cuya pérdida hace poco más de cinco años nunca pudo
consolarse. Porque con él habían recorrido todos los caminos de la vida
y de la tierra. También los de Dios, primero el de los judíos, luego el
de los cristianos, después quizás ninguno, pero siempre el de los
hombres y las mujeres que quieren un mundo mejor. O muchos mundos mejores.
También entre sus pasiones estuvimos los cercanos,
de sangre y corazón. Sus hijos, sobrinos y nietos, que conocimos su cariño
sin límites. Sus amigos, los de toda la vida y los que la rodearon en un
grupo apretado a su alrededor en los últimos años. Años que fueron duros, por cierto. Tal vez porque
siempre sintió como una culpa haber escapado de pequeña a una guerra en
la que murieron tantos de los suyos, vivió al final una guerra personal
con una enfermedad cruel que le fue quitando la vida de a poco. Sacándole
primero la posibilidad de caminar, más tarde la de escribir, luego de la
de leer y casi la de hablar. Pero nunca la de pensar y la de comunicarse.
La de amar y ser amada. El domingo pasado hablé por última vez con ella.
Le leí dos capítulos de una novela que ya no llegó a terminar.
Escuchamos música. Me preguntó por Bolivia, de donde había tenido que
volver de apuro sabiendo que se acercaba el final. Le conté, entre otras
cosas, que desde Sucre había venido a verme a La Paz una amiga que no
conocía y que me contó cómo sus programas y los de mi padre le habían
cambiado la vida. Y cómo había llorado junto a la radio cuando la muerte
del “tío Juan”, en el último capítulo. Al otro día, el 15 de marzo de 2004, llegó también
para ella el último capítulo. Y nuestra hora de llorar y de recordar cómo
nos marcó la vida. Gabriel Kaplún. Voltar para o menu de notícias “O Ombudsman e o Leitor" tem novo endereço O site
“O ombudsman e o leitor”, criado em 1999 por Jairo Faria
Mendes, jornalista, professor
da PUC Minas Arcos e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em
Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo, deverá ser
acessado pelo seguinte endereço: http://www.ombudsmaneoleitor.jor.br
. Na página serão encontrados artigos, trabalhos acadêmicos, entrevistas e diversas informações sobre o ombudsman nos meios de comunicação. O internauta terá o direito de acessar textos produzidos por pesquisadores e ombudsmans tanto do Brasil como do exterior. Segundo Jairo, “o síto foi
criado para democratizar o debate e facilitar o acesso ao conhecimento que
está sendo construído sobre o tema”. O criador do site faz um
convite aos interessado em colaborar com os trabalhos, pois ele afirma que
ele (o site) busca ser um fórum sobre a função do ouvidos da mídia.
(Colaboração: Jairo Faria Mendes). Voltar para o menu de notícias Bauru
cria Grupo de Comunicação A cidade de Bauru acaba de
criar o Grupo Comunicacional de Bauru. Segundo Ana Maio, aluna da
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Unesp e uma
das lideres desse grupo, a primeira reunião foi formalizada em 1º de março
e segunda tem previsão para acontecer em abril de 2004. A idéia de criação do grupo partiu dos alunos de mestrado da Unesp. A equipe deverá conter publicações próprias, com periodicidade semestral e um site para facilitar contatos entre os diversos grupos comunicacionais. Estão convidados todos os alunos da pós-graduação, ex-alunos e professores interessados em produzir e publicar trabalhos referentes ao assunto. Para o Regiocom 2004, o grupo deverá apresentar um trabalho sobre a gestão da informação e da comunicação que se pretende implantar no Grupo de Bauru. (Colaboração: Ana Maio). Voltar para o menu de notícias Quarta
edição do Prêmio Ethos de Jornalismo O Instituto Ethos lança sua quarta edição do Prêmio
Ethos de Jornalismo – empresas e responsabilidade social. O objetivo é reafirmar compromissos
para distinguir reportagens que analisem as práticas empresariais
socialmente responsáveis e o interesse em ampliar o debate do tema nas
regiões Centro - Oeste, Nordeste e Norte do Brasil. Além disso, ele visa destacar trabalhos de jornalistas
que tenham produzido reportagens sobre práticas empresariais socialmente
responsáveis. A iniciativa é destinada a profissionais de mídias
impressas (fotojornalismo, jornal e revista) e mídias eletrônicas (rádio
e televisão), cujas matérias sobre responsabilidade social tenham sido
publicadas no período de 1º de outubro de 2003 a 30 de maio de 2004. Este ano, os
vencedores de cada uma das cinco categorias – jornal, revista, rádio,
TV e fotojornalismo – receberão o Troféu Prêmio Ethos de Jornalismo,
bem como a bolsa-pesquisa no valor de R$ 10 mil para desenvolvimento acadêmico
ou profissional, após apresentação de projeto à comissão
organizadora. O Troféu Destaque Regional
será concedido para o(a) autor(a) do melhor trabalho das regiões
três regiões citadas acima. O
regulamento com informações sobre a quarta edição do Prêmio Ethos de
Jornalismo já está disponível para consulta na página do Instituto -
www.ethos.org.br.
As inscrições serão abertas no dia 3 de maio e irão até o dia 20 de
junho. (Colaboração: Carlos
Adriano Fone: 3897.2414 E-mail: assessoria@ethos.org.br
). Voltar para o menu de notícias Jornalistas e acadêmicos discutem seu papel na sociedade A Universidade de Miami, em Coral Gables, na Flórida (EUA), com patrocínio da Faculdade de Comunicação da Universidade de Miami e pela Federação Latino-Americana de Faculdade de Comunicação (FELAFACS) informa que jornalistas e acadêmicos de todo continente Americano se reunirão entre dos dias 15 e 17 e agosto em Miami para discutir o papel do jornalista na criação de sociedades mais igualitárias. Este encontro é fruto do tema
Conferência ocorrida na Cidade do México e 1977. Ele tem como objetivo
contradizer crenças já existentes e propor novas soluções para
assuntos de Massa. Além disso, A Universidade de Miami visa promover a
educação no jornalismo e a responsabilidade cívica com o grau mais alto
de educação e profissionalismo de colegas de todo o continente. Poderão participar do
encontro jornalistas, estudantes de comunicação e acadêmicos.
Entretanto, será dada a preferência aos trabalhos que tenham um conteúdo
que apresente soluções para os problemas encontrados na mídia hoje. Ao longo do evento, oito painéis
estarão a mostra. A seqüência de apresentação segue disponibilizada
abaixo: “O papel do jornalismo da
democracia e na luta contra a pobreza”; “Assuntos relacionados à ética,
sexo e minorias no jornalismo’. ‘Fraquezas, forças e tendência na
profissão de jornalista”; “Jornalismo através das fronteiras,
integração da mídia e diálogo intercultural”; “Desigualdades no
mundo das notícias e jornalismo transnacional”, “Acesso à informação
e tecnologia na mídia, Cobrindo conflitos e guerra contra o
terrorismo”; “Reavaliando liberdade de imprensa e censura,
responsabilidade ética no jornalismo contemporâneo”. Estão previstas para esta
conferência aproximadamente 300 participantes, incluindo seis
palestrantes, sendo que dois serão jornalistas e um, acadêmico. Ela será
composta ainda por dois tipos de reuniões assim descritas: três sessões
de palestras e oito painéis. Em todas palestras haverá tradução simultânea
em Inglês e Espanhol. O prazo final para o envio do
trabalho vai até 30 de maio e uma cópia impressa deverá ser encaminhada
por correio ou fax. A decisão final de aceite será enviada por e-mail até
o dia 15 de julho. Os participantes que moram na
América Latina enviarão o trabalho para: Luis Nunes Gornés, Universidad
Iberoamericana, Dirección de Cooperación Acadêmica Presidente
Honorário da FELAFACS, Prol.
Paseo de la Reforma 880, Lornas de Santa Fé, 01210,
México, D.F. O
participante deverão encaminhar 3 cópias de resumo de no máximo
75 palavras, incluindo título que deverá estar em página separada Além
das três cópias, deverá ser enviado também um disquete de 3,5
polegadas. No trabalho, o autor e a filiação
deverão ser identificados na capa, incluindo endereço de correspondência,
número de telefone e e-mail. Os textos poderão ser
enviados em Inglês, Português e Espanhol. Todavia, o idioma a ser usado
na apresentação deverá ser somente em inglês ou espanhol. Voltar para o menu de notícias ULEP-ICC faz convite a pesquisadores brasileiros A União Latina de Economia
Política da Informação, da Comunicação e da Cultura (ULEP-ICC) faz
convite aos pesquisadores brasileiros das Ciências da Comunicação e áreas
afins que estejam interessados em incorporar
um enfoque crítico às suas reflexões teóricas ao seu trabalho empírico.
Poderão participar também pesquisadores em comunicação popular e
alternativa, profissionais da área de economia, ciências sociais, ciências
da informação. Desta forma, acontece em
Aracaju, nesta sexta-feira, no auditório do Pólo de Novas Tecnologias da
Universidade Federal de Sergipe (UFS) a Assembléia de Constituição do
Capítulo Brasileiro. Estarão presentes membros brasileiros da diretoria
e conselho fiscal da entidade e alguns pesquisadores da área que já
fazem parte do II Seminário Interno do OBSCOM/UFS. Isso significa que lá
será discutida a formulação da assembléia de constituição do capítulo
brasileiro dentro do da ULEP-ICC. Pelo fato de Sergipe não ser
rota garantida à todos que desejam participar do encontro, os
organizadores pedem que os interessados enviem e-mails à coordenação,
de modo a reafirmar a adesão do projeto. A União foi criada em
Servilha, em julho de 2002, fechando um longo processo de organização
desse campo de estudos no espaço ibero-americano, com ramificações na
França e na Itália. A partir da inauguração, ações foram
desenvolvidas, como a organização de uma mesa no Fórum Mundial de Porto
Alegre, publicação de livros, e uma série de seminários na Colômbia,
México e Espanha. Segundo César Bolaño, Presidente da ULEP-ICC, a União
tem por meta inserir no
debate global as alternativas democráticas de organizações do trabalho
intelectual na fase de reestruturação política, ajudando a articular o
campo crítico do pensamento comunicacional em geral no mundo latino,
facilitando assim o diálogo com outras áreas geo-lingüísticas.
(Colaboração: César Bolaño). Voltar para o menu de notícias I
Ciclo de Estudos Especializados Fundamentos As
Universidades Andina Simón Boliviana, Católica Boliviana, as Associações
Boliviana de Investigadores da Comunicação, Boliviana de Caracas de
Comunicação Social e o Centro Interdisciplinar Boliviano de Estudos em
Comunicação, com o apoio da Associação Latino-Americana de
Pesquisadores da Comunicação e o Centro Internacional de Estudos
Superiores de Comunicação para a América Latina, organizam o I Ciclo de
Estudos Especializados Fundamentos, trajetória e potencialidades da
investigação comunicacional crítica em La Paz,
nos 25 e 26 de março de 2004. Os objetivos
do encontro é examinar a natureza dos fundamentos e trajetória da visão
em investigação social e comunicacional crítica latino-americana,
refletir sobre o significado do ensinamento e da prática da investigação
crítica na formação dos profissionais da Comunicação, e discutir
sobre o lugar da investigação comunicacional crítica na América Latina
e suas projeções. O evento é
feito para pesquisadores, professores e estudantes de comunicação e
interessados no assunto. O evento
estará dividido em três partes. A primeira delas terá como tema
“Teoria e Investigação crítica: Fundamentos e atualidades”,
discutida por Héctor Schmucler, da Argentina; a Segunda apresentação
será feita presidente da ALAIC Margarida Kunsch, cujo tema será
“A ALAIC, trajetória e o nascer da investigação crítica em
Comunicação”` Por fim, a terceira etapa do ciclo será concluída por
Adalid Contreras Baspineiro. O assessor do CIESPAL fará a apresentação
de “O CIESPAL e a articulação da crítica na investigação
comunicacional latino-americana”. Os Painéis
Nacionais do evento serão os
seguintes: “Três investigadores críticos da América Latina:
Antonio Pasquali, Luis Ramiro Beltrán, Armand Mattelart”, de
Carlos Arroyo, Karina Herrera, Esperanza Pinto; “A crítica
Latino-Americana atual desde três enfoques: os estudos curriculares, os
usos sociais da comunicação, a comunicação intelectual”, de Marcelo
Guardia, Erick Torrico, José Luis Aguirre, “A investigação nas
carreiras de Ciências da Comunicação da Bolívia”, de Ingrid
Steinbach, Daysi Orozco, Ramiro Rolque, Pedro L. López, Carlos Camacho e
“A comunicação e a crítica na recomposição hegemônica
internacional”, de José Luis Exeni, Antonio Gómez, Rafael Archondo.
A mesa redonda internacional será composta por Héctor Schmucler,
Margarida Kunsch, Raúl A. Rodríguez, Adalid Contreras, Karina Herrera,
que terá como tema “A
formação para a investigação comunicacional crítica na América
Latina” Outras
informações podem ser obtidas através dos e-mails etorrico@uasblp.edu.bo
e secrad@ucb.edu.bo,, ou pelo
telefone (2) 2417622 e 2410049.
UASB fone: 2783011 – Serviço de Capacitação em Radiodifusão para o
Desenvolvimento SECRAD, DA UCB. Voltar para o menu de notícias Blog é indicado ao Prêmio Jabuti O blog “Comunicação
Cultura e Política” editado por Dênis de Moraes, foi indicado ao Prêmio
Jabuti 2004. O Prêmio é organizado pela Câmara Brasileira de Livros
desde 1959. A cada ano, ele mobiliza editores, autores, gráficas,
tradutores, capistas, ilustradores, produtores editoriais, livreiros
e mídia geral e especializada. Ao navegar na página, é possível
encontrar dicas de livros, frases de pensadores como Paulo Freire, entre
tantos outros. É possível encontrar também links para sites que
envolvam os assuntos de comunicação, política e cultura. Voltar para o menu de notícias De:
Marina: Marina Queiroz -
Brasil. De:
Ana Camila – Brasil.
|