JORNAL DA REDE ALCAR
Ano 1, Nº9 26 de outubro de 2001
Editores: José Marques de Melo (UNESCO/UMESP) e Francisco Karam
(FENAJ/UFSC)
realcar@metodista.br
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Rede Alfredo de Carvalho para o
resgate da memória e a construção da história da imprensa no Brasil
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Manchetes:
1 Rede Alfredo de Carvalho no
Espírito Santo
2 Marco Morel resgata trajetória
de Cipriano Barata
3 Tendências atuais em pesquisa
sobre História da Imprensa
4 Inventário histórico da
Imprensa no Brasil: roteiro metodológico
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1 REDE ALFREDO DE CARVALHO NO ESPÍRITO SANTO
A finalidade do encontro foi reunir pesquisadores da história da imprensa, interessados e apoiadores, para impulsionar a iniciativa no Espírito Santo. O Estado já se integrou à Rede, oficialmente, por ocasião do VIII Simpósio da Pesquisa em Comunicação da Região Sudeste (VIII Sipec). A intenção foi a de consolidar o grupo de pesquisa, assim como apresenta-lo aos jornalistas capixabas.
O encontro esteve aberto também à participação de integrantes da Rede de outros estados, cuja presença foi importante para a troca de experiências e debate de metodologias.
Participaram do encontro representantes das duas principais universidades locais que mantem cursos de comunicação social: UFES e FAESA, bem como das seguintes instituições: Sindicato dos Jornalistas, Associação das Empresas de Rádio e Televisão, Instituto Histórico e Academia de Letras do Espírito Santo, Rede A Gazeta de Comunicação etc.
A instalação do Nucleo capixaba da Rede Alfredo de Carvalho está sendo liderada pelos
professores Juçara Brites (UFES) e Edgard Rebouças (FAESA). Está agendado para o
início de novembro um novos encontro dos representantes de entidades locais, com a
finalidade de estabelecer um cronograma de atividades para o ano 2002.
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2 MARCO MOREL RESGATA TRAJETÓRIA DE CIPRIANO
BARATA
Foi lançado no Rio de Janeiro, no último dia 10 de outubro, o
livro Cipriano Barata na Sentinela da Liberdade, escritor pelo
jornalsita/historiador Marco Morel (UERJ). O evento se realizou na Livraria do Museu da
República, Rua do Catete 153.
Trata-se de edição não comercial feita pela Academia de Letras da Bahia /Assembléi
Legislativa da Bahia e, portanto, sem esquema de distribuição no circuito das livrarias.
Informações: mmorel@uol.com.br
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3 TENDÊNCIAS ATUAIS EM PESQUISA SOBRE HISTÓRIA DA IMPRENSA (seminário)
31 / 10 / 2001 quarta-feira
Associação Brasileira de Imprensa
Rua Raujo Porto Alegre, 71
Cinelandia Rio de Janeiro - Auditório do 7º andar
Programação
9:30 h Abertura do Seminário pela mediadora, Ana Arruda
Callado, 1º Vice-Presidente da ABI
10:00 h Fernando Lattman-Weltman, da equipe do
Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro, do CPDOC / Fundação Getúlio
Vargas - Pré-condições e Significados da História Imediata da Imprensa e
da Mídia Brasileiras"
10:30 h Debate com os presentes
11:30 h às 14:30 h - Intervalo para almoço
14:30 h Marco Morel, Departamento de História da Universidade Estadual do Rio de Janeiro - "Desafios e perspectivas metodológicas para se refazer uma História da Imprensa"
15:00 h Esther Caldas Bertoletti, Coordenadora-Técnica do Projeto Resgate / Ministério da Cultura - "Preservação e acesso às fontes hemerográficas no Brasil: uma política pública a ser resgatada"
15:30 h Debate com os presentes
16: 30 h Encerramento do Seminário pela mediadora, Ana Arruda Callado, 1° Vice-Presidente da ABI
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4 INVENTÁRIO HISTÓRICO DA IMPRENSA NO BRASIL:
ROTEIRO METODOLÓGICO
Marcos Morel (Departamento de História - UERJ)
Marialva Barbosa (Departamento de Comunicação UFF)
Introdução
A Rede Alfredo Carvalho objetiva recupear a história da imprensa no Brasil, durante 200 anos, tendo como foco diferencial de análise o século XIX e o século XX. Isto porque os materiais disponíveis para interpretação variam muito em função do tempo em que foram produzidos.
Assim, esta proposta metodológica apresenta duas fichas de análise, com as explicações referentes ao seu preenchimento, com adaptações no que diz respeito à coleta de dados do século XIX e a do século XX.
Princípios norteadores:
A idéia central é recuperar a história dos impressos a partir de espaços sociais considerados. Falar de um veículo de uma determinada época é obrigatoriamente se referir à cidade no qual estava inserido, as relações sociais e culturais determinantes nesta cidade. É importante perceber a dinâmica do veículo em relação a uma dinâmica social mais ampla;
Cada grupo trabalhará, portanto, com períodos e/ou veículos de comunicação impressos (jornais e revistas) num dado espaço cultural. Por exemplo: A imprensa de Manaus no século XIX ou Os jornais fluminenses do século XIX (exceto Capital)
O que se propõe é portanto conseguir fazer um inventário o mais vasto possível da história da mídia impressa brasileira nos séculos XIX e XX.
Uma determinada visão de história
Na tradicional historiografia identificada como positivista ou
historicista, a imprensa aparecia em geral como fonte privilegiada na medida em que era
vista como portadora dos «fatos» e da «verdade». Em seguida, com a renovação dos
estudos históricos e a ênfase numa abordagem que privilegiava o sócio-econômico, a
imprensa passou a ser relegada à uma condição subalterna, pois seria apenas «reflexo»
superficial de idéias que, por sua vez, eram subordinadas estritamente por uma
infra-estrutura sócio-econômica. E a subseqüente renovação historiográfica, com
destaque nas abordagens políticas e culturais, passou a redimensionar a importância da
imprensa, que passa a ser considerada como fonte documental (na medida em que expressa
discursos e expressões de protagonistas) e também como agente histórico que intervém
nos processos e episódios, não mero «reflexo».
Dentro do recorte cronológico definido, trata-se então de trabalhar as relações entre os estudos históricos e a imprensa destacando dois eixos principais. De um lado as discussões teóricas e definições metodológicas do trabalho do historiador diante da imprensa e, de outro, a construção de histórias da imprensa para o período no Brasil. As referências teóricas situam-se no campo da chamada Revolução Impressa, isto é, os estudos sobre a imprensa na Revolução Francesa moldados pela nova história cultural (DARNTON e ROCHE), as perspectivas da historiografia da América hispânica (GUERRA, OSSANDÓN e GARGUREVICH) e uma leitura crítica dos textos clássicos na historiografia brasileira sobre imprensa (SODRÉ, RIZZINI e LIMA SOBRINHO) servirão de fundamento para leitura e análise de jornais do século XIX e XX. Levando-se também em conta abordagens mais recentes sobre a história da imprensa no Brasil (MARQUES DE MELO, SCHWARCZ e CAPELATO).
A partir das premissas e abordagens da nova história cultural sobre a imprensa e levando em conta a especificidade dos veículos impressos do século XIX e XX, foi elaborada uma proposta metodológica que se traduz nos tópicos abaixo.
Assim, cada periódico terá este modelo de ficha que será passado para o computador no software de base de dados File Maker Pro, que permite a fácil manipulação das informações contidas nas fichas.
Modelo de Ficha:
(Ver instruções para preenchimento)
I - DADOS GERAIS
| Título do
periódico |
|
| Período
de análise |
|
| Acervo
onde foi localizado |
|
Forma de conservação |
|
| Referência
bibliográfica |
II ASPECTOS GRÁFICOS
| FORMATO (em
centímetro) |
|
NÚMERO DE PÁGINAS |
|
| SUPLEMENTOS |
|
| CADERNOS |
III LOCALIZAÇÃO
LOCAL (IS)
DE IMPRESSÃO |
|
LOCAL (IS) DE VENDA |
|
DISTRIBUIDOR |
IV PERIODICIDADE
| PRIMEIRO NÚMERO (dia,
mês e ano) |
|
| ÚLTIMO NÚMERO (dia,
mês e ano) |
|
| PERÍODO DE
PUBLICAÇÃO (indicar interrupções) |
|
| PERIODICIDADE |
|
| TOTAL DE EDIÇÕES
ANUAIS |
V COMERCIALIZAÇÃO
PUBLICIDADE |
|
| PREÇO DE VENDA |
|
| TIRAGEM (declarada nas
edições) |
|
OUTRAS FONTES DE FINANCIAMENTO |
VI ASPECTOS EDITORIAIS GERAIS
| PRINCIPAIS SEÇÕES | |
| PRINCIPAIS EDITORIAS | |
HÁ SEÇÕES DE CARTAS? |
|
| PUBLICA FOTOGRAFIAS? |
|
| TIPOLOGIA DE NOTÍCIA MAIS FREQUENTE (política, econômica, policial, etc) | |
| TIPOLOGIA DOS TEXTOS
PUBLICADOS (notícias, crônicas, comentários, folhetim, etc.) |
|
| EVENTOS HISTÓRICOS
(epsódios históricos veiculados com destaque) |
VII ASPECTOS EDITORIAIS DA PRIMEIRA
PÁGINA
EDITA MANCHETES? |
|
| EDITA FOTOGRAFIAS? |
|
EDITA OUTRO TIPO DE IMAGEM? |
|
LOGOTIPO DO PERIÓDICO |
|
SLOGAN |
|
| EDITA CHAMADAS? |
|
| MATÉRIAS DA PRIMEIRA
PÁGINA CONTINUAM NAS PÁGINAS INTERIORES? |
VIII OS JORNALISTAS (indique os nomes quando for o caso)
| PROPRIETÁRIO (S) |
|
| DIRETOR (ES) |
|
| REDATOR-CHEFE | |
| EDITORES |
|
| PRINCIPAIS COLABORADORES | |
| REDATORES |
|
| REPÓRTERES |
IX CONCLUSÕES
OBSERVAÇÕES GERAIS |
|
VINCULOS INSTITUCIONAIS EXPLÍCITOS |
INTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DA FICHA:
Siga as instruções especificadas abaixo para o preenchimento da
ficha de pesquisa.
Item I : Dados Gerais
Neste item há 5 campos a serem preenchidos. Todos referem-se a
aspectos gerais do periódico (jornal ou revista) a ser pesquisado.
Preencha o título completo do periódico. Inclusive o subtítulo
(se houver)
Detalhe o período a que se refere à pesquisa. Por exemplo: janeiro
de 1880 a março de 1990.
Informe o acervo onde fez a pesquisa, isto é, onde localizou o
periódico.
Em seguida, esclareça o tipo de arquivo encontrado, se papel ou
microfilmes. E, por último, indique a referência bibliográfica, isto é, sob que
código estava arquivado para
Item II Aspectos Gráficos
Neste item foram privilegiadas as informações referentes aos
aspectos gráficos da publicação. Interessa saber:
O formato da publicação que deverá ser quando possível
expresso em centimetragem/coluna. Quando não for possível identificar, em
função da conservação (microfilmes) pode ser especificado o formato de maneira mais
genérica (standart, tablóide, etc.)
Indique o número de páginas da publicação, no primeiro número.
E faça também uma amostragem (uma edição a cada seis meses ou um ano) indicando o
número de páginas que a publicação passa a ter nas edições posteriores.
Informe os suplementos existentes e os cadernos editados. É
importante indicar o nome dos suplementos e dos cadernos. Caso haja edições
comemorativas também faça essa referência
Item III Localização
É necessário o fornecimento de três eixos de informação.
local de impressão. Indique onde o periódico era impresso
(endereço) e o nome da tipografia ou gráfica responsável pela edição.
Alguns periódicos informam também onde podiam ser encontrados, ou
seja, onde eram vendidos. Informe assim o nome das livrarias, tipografias, lojas e o
endereço desses locais, se for o caso.
E por último indique se o periódico era vendido avulsamente, isto
é, em bancas ou através dos pequenos jornaleiros
Caso exista indicação do nome do distribuidor também forneça
essa informação.
Item IV Periodicidade
Em relação à este item é importante saber
Qual era a periodicidade do veículo (diária, semanal, etc) e se
esta era fixa ou se havia ausência de periodicidade
Quantifique as edições por ano.
Item V Comercialização
Neste item é importante responder as questões que revelam as
formas de subsistência dos periódicos, ou seja, de onde vinham as suas fontes de renda.
Havia publicidade?
Qual era o preço de capa da publicação? Quais as mudanças ao
longo do período analisado?
Qual era a tiragem declarada nas edições?
O periódico possuía outras fontes de financiamento? Quais
(exemplo: subvenções oficiais, matérias pagas, etc).
Item VI Aspectos editoriais gerais
Quais eram as principais seções dos periódicos (se for o caso)?
Tinha editoriais? Quais eram as principais?
Havia seção de cartas? Que nome possuía essa seção?
Publicava fotografias?
A maioria das publicações destaca um tipo de notícia (política,
policial, econômica, etc.). Na publicação analisada qual era o tipo de notícia que
aparecia com maior freqüência (se for o caso)?
Que tipo de textos publicavam? Opinativos (editoriais, artigos de
fundo, etc). Informativo (notícias, notas, grandes reportagens, etc.). Entretenimento
(folhetins, contos, etc.).
Episódios relatados com destaque (de caráter
local/nacional/internacional). Quais dentre esses eventos nos quais o próprio periódico
esteve envolvido?
Este item permite uma descrição suscinta da primeira página. A
idéia é identificar como era editada esta primeira página.
o periódico editava manchetes? De que forma, isto é, qual era o
corpo utilizado (48, 64, etc.). Editava sub-manchetes?
Editava fotografia ou outro tipo de imagem em sua primeira página?
Quais? Charges, desenhos, litogravuras?
Aparece na primeira página o logotipo da publicação? Descreva-o
suscintamente.
Aparece na primeira página um slogan ou lema do periódico
(exemplo: um jornal que vale pela verdade). Qual era esse slongan?
O periódico editava chamadas ou na primeira página aparecem
matérias que continuam nas páginas interiores?
Item VIII Os jornalistas
Este item objetiva mapear os jornalistas que aparecem nomeados na
própria publicação. Assim:
Indique o nome do proprietário (s)
Quem eram os diretores. Indique os nomes?
Quem aparece como redator chefe? Informe as mudanças (se for o
caso)
Quem são os editores (se for o caso)?
Quem eram os principais colaboradores? Indique os nomes.
Aparece nome de algum redator ou repórter? Se for o caso indique.
Item IX Conclusões
Por fim, acrescente outras informações de maneira
sintética que julgar relevante para a história do veículo e que não
estejam respondidas no item anterior. Um exemplo deste tipo de informação é o vinculo
institucional explícito do periódico. Isto é, aparece na publicação a vinculação
política do periódico a algum grupo?
Bibliografia básica
ABI. Um século de Imprensa e Brasil. Jornal da ABI. Edição
especial, ano 3, n º 3, 1997
ABREU, Márcia (org.). Leitura, história e história da leitura.
Campinas, SP: Mercado de Letras - Associação de Leitura do Brasil, 1999.
BARBOSA, Marialva. Os donos do Rio Imprensa, poder e público
(1880-1920). Rio de Janeiro: Vício de Leitura, 2000
BELLANGER, Claude (org.). Histoire générale de la presse
française, 2 t., Paris: Presses Universitaires de France, 1969
CAPELATO, Maria Helena R. Imprensa e História do Brasil,
São Paulo: Contexto/Edusp, 1988
CERTEAU, M. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense, 1982.
CERTEAU, M. A invenção do quotidiano. Artes de fazer. Petrópolis:
Vozes, 1996
CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e
representações. Lisboa: Difel, 1991
DARNTON, Robert & ROCHE, Daniel (org.), Revolução
Impressa - a imprensa na França 1775 - 1800, São Paulo: Edusp, 1996
DARNTON, Robert. História da Leitura. In: BURKE, Peter
(org.). A escrita da história novas perspectivas. São Paulo: Editora da
Universidade Estadual Paulista, 1992
DARNTON, Robert. O beijo de Lamourette - mídia, cultura e
Revolução, São Paulo: Cia. das Letras, 1995
FERREIRA, Maria Nazareth. A imprensa operária no Brasil 1880 -
1920, Petrópolis, Vozes, 1978
GARGUREVICH, Juan. Historia de la prensa peruana 1594 - 1990,
Lima: La Voz, 1991
GUERRA, François-Xavier (org.). Los espacios públicos en
Iberoamérica. Ambigüedades y problemas. Siglos XVIII-XIX, México, Fondo de Cultura
Económica, 1998
IPANEMA, Marcelo de & IPANEMA, Cybelle de. Estabelecimento da
Tipografia e origens do jornalismo no Brasil, in Revista Brasileira de Comunicação,
Brasília, (1) 1, março de 1968 e 2, junho de 1968.
LIMA SOBRINHO, Barbosa. O Problema da Imprensa, Rio de
Janeiro, Alvaro Pinto, 1923
MARQUES DE MELO, José. Sociologia da imprensa brasileira. A
implantação, Petrópolis: Vozes, 1973
NEVES, Lucia M. B. Pereira das & MOREL, Marco (coord.). História
e Imprensa - Homenagem a Barbosa Lima Sobrinho - 100 Anos, Anais do Colóquio, Rio de
Janeiro: CCS/UERJ, 1998
OSSANDÓN, Carlos B. El crepusculo de los sabios y la irrupción
de los publicistas, Santiago: UniversidadArcis, 1998
Ribeiro, Ana Paula Goulart. Imprensa e História no Rio de Janeiro
dos anos 50. Tese de Doutorado. Rio de Janeiro: ECO-UFRJ, 2000.
RIZZINI, Carlos. O livro, o jornal e a tipografia no Brasil,
Rio de Janeiro: Kosmos, 1945
SCHWARCZ, Lilia M. Retrato em branco e negro. Jornais,
escravos e cidadãos em São Paulo no final do século XIX, São Paulo, Cia. das
Letras, 1987
SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil, 2a.
ed., Rio de Janeiro: Graal, 1978
Obras de referência:
Bibliographia Histórica do Primeiro Reinado à Maioridade
(1822 - 1840), por BEZERRA, Alcides, Rio de Janeiro, 1936
Bibliographie Brésilienne. Catalogue des Ouvrages
Français & Latins Relatifs au Brésil (1500 - 1898), GARRAUX, A. L. , 2e.
éd., Rio de Janeiro, 1962
Biografia do jornalismo carioca (1808 - 1908), por
FONSECA, Gondim da. Rio de Janeiro: Quaresma, 1941
British Museum General Catalogue of Printed Books,
Published by The Trustees of the British Museum, Londres, 1961
Catálogo de Jornais e Revistas do Rio de Janeiro (1808 -
1889) existentes na Biblioteca Nacional, Anais da Biblioteca Nacional do Rio de
Janeiro, vol. 85, 1981
Catalogue Collectif des Périodiques du début du XVII
siècle à 1939, Bibliothèque Nationale, Paris, 1967
Diccionario bibliográfico brazileiro, por BLAKE,
Augusto Alves Sacramento, 7 volumes, Rio de Janeiro, 1883 - 1902
Diccionario da lingua portugueza, composto pelo padre d.
Rafael Bluteau, reformado e acrescentado por Antônio de Moraes e Silva, Lisboa,
Officina de S. T. Ferreira, 1789
Diccionario da lingua portugueza recompilado dos
vocabularios impressos até agora. E nesta segunda edição novamente
emendado, e muito acrescentado, por MORAES E SILVA, Antonio de. Lisboa,
Typographia Lacerdin, 1813
Diccionario Historico, Geographico e Ethnographico do
Brasil, Instituto Histórico e Geografico Brasileiro, 2 vols., 1922
Dicionário Biobibliográfico de escritores cariocas,
por RIBEIRO FILHO, J.S., Rio de Janeiro, 1965
Dicionário Enciclopédico Brasileiro, por MAGALHÃES,
Álvaro (dir.), Porto Alegre, 1947
Dictionnaire des Journalistes (1600 - 1789), por
SGARD, Jean (dir.), Grenoble, 1976
Grand Dictionnaire Universel du XIX siècle, reed.,
Genève-Paris, 1982
Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira,
Lisboa-Rio deJaneiro, 1940
Periódicos brasileiros em microformas - Catálogo
coletivo, Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1981
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