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PCLA - Volume 3 - número 1:  outubro / novembro / dezembro 2001

 

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE: REQUISITO PARA O
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL


José MARQUES de MELO
(Universidade Metodista de São Paulo, Brasil)


Está enraizado no projeto de atualização histórica do Grupo Comunicacional de São Bernardo o interesse pela diálogo acadêmico entre os campos de Comunicação e Saúde 1 no interior da Universidade Metodista de São Paulo.

Em 1993, a instituição assumiu o compromisso de fortalecer a pesquisa das ciências da comunicação, criando o Curso de Doutorado em Comunicação Social 2. Ao mesmo tempo, decidiu pleitear uma das Cátedras de Comunicação previstas para a América Latina pela UNESCO - Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura 3.

O Doutorado foi estruturado durante o ano de 1994, iniciando-se em 1995. A Cátedra UNESCO foi conquistada nessa mesma conjuntura, instalando-se em 1996. Tais acontecimentos foram contemporâneos e explícitamente embasadores da mutação institucional experimentada pelo Instituto Metodista de Ensino Superior, que culminava a sua trajetória como federação de escolas superiores, sendo reconhecida como universidade pelo Ministério da Educação.

Ao ser convidado para liderar esses novos projetos, no âmbito da Faculdade de Comunicação Social, recomendei que a emergente UMESP resgatasse a utopia da comunicação para o desenvolvimento. Sugeri ainda que fosse priorizada a estratégia do desenvolvimento auto-sustentável, escolhendo-se taticamente um segmento balizador. A intenção era evitar a repetição de iniciativas frustradas no passado recente da América Latina. Ou seja, projetos de comunicação para o desenvolvimento (nacional, regional ou local) que fracassaram justamente por sua grande abrangência, tendo em vista a escassez de recursos públicos.

Por que a opção pelo campo da Saúde e não por outros segmentos do desenvolvimento social?

A principal motivação advém da centralidade ocupada pelas ciências da saúde nos processos de reprodução humana, na melhoria da qualidade de vida e consequentemente na longevidade das pessoas que tecem a malha da vida cotidiana. Cidadãos sadios, nutridos e felizes podem desencadear mecanismos de desenvolvimento capazes de sustentação autônoma, tornando factíveis, estáveis e duradouras as sociedades onde vivem.

Evidências acumuladas internacionalmente robustecem a hipótese de que quanto melhor e mais intensa for a comunicação coletiva sobre as questões da saúde pública, menor será o dispêndio estatal com a rede hospitalar e outros recursos de natureza curativa. A informação adequada, precisa e eficaz pode desempenhar papel eminentemente preventivo, racionalizando a contabilidade comunitária. Em contrapartida, a poupança orçamentária pode ser canalizada para programas de lazer coletivo, preenchendo inteligentemente os momentos de ócio da infância, adolescência ou dos segmentos da terceira idade. Pode também ser empregada na reciclagem dos recursos humanos, habilitando os trabalhadores em idade produtiva a vislumbrar novas oportunidades ocupacionais. Isso influirá na geração permanente de fontes de renda, favorecendo a estabilidade sócio-econômica, construindo o cenário de um futuro promissor.

Assim sendo, encontrei motivação para corresponder a um desafio que me fora lançado por três colegas da Escola Latino-Americana de Comunicação: Elizabeth Fox (USAID), Juan Braun (Basics) e Luis Luis Ramiro Beltrán (John Hopkins University). Tratava-se de potencializar programas de comunicação para o desenvolvimento da saúde comunitária. Eles pretendiam encontrar parceiros brasileiros capazes de replicar criativamente as iniciativas que haviam sido testadas em outras sociedades. Tais experiências forneciam indícios de que era possível reduzir os índices de mortalidade coletiva, incrementando a melhoria das condições de vida das populações carentes. Para atingir essas metas, recorria-se à sua mobilização, através da mídia, para o exercício de novos hábitos nutricionais, bem como para a adoção de posturas inovadoras destinadas a combater preventivamente as endemias e epidemias.

Ao concluir minha trajetória acadêmica na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, engajei-me, durante o ano de 1993, em trabalhos de consultoria internacional, seduzido por essa utopia da comunicação para o desenvolvimento social. Convidado pela USAID - United States Agency for International Development, participei de projetos sobre o impacto da mídia na prevenção ao uso de drogas nas cidades de São Paulo e Fortaleza. Tratava-se de avaliar os resultados de campanhas financiadas por aquela entidade internacional, através dos Fundos de Solidariedade Social mantidos respectivamente pelos Governos dos Estados de São Paulo e Ceará.

Tais atividades preencheram meu tempo útil na conjuntura em que decidira aposentar-me das funções docentes na Universidade de São Paulo. A pretensão de cultivar espaços de trabalho fora do ambiente universitário mostrou-se pouco duradoura. Não resisti ao sedutor convite para retornar ao campus que me foi feito pela UMESP 4.

Poucos dias após meu retorno à Universidade Metodista de São Paulo, recebi telefonema de Washington, através do qual a colega Elizabeth Fox pedia-me para conceder entrevista a uma funcionária da OPS - Organização Panamericana de Saúde. Ela tinha uma proposta concreta: converter a UMESP em parceira privilegiada da OPS para a realização de um estudo piloto sobre o uso da mídia na prevenção ás drogas.

No dia 14 de outubro de 1993, concretizou-se a visita da Dra. Glória Coe. Sua missão era a de negociar um protocolo destinado a testar no Brasil a validade de metodologias empregadas nos EUA para a realização de campanhas preventivas de saúde pública 5.

Viabilizado o convênio, constituímos um comitê interdisciplinar de pesquisa, integrado pelos comunicólogos José Antonio Daniello, Paulo Rogério Tarsitano e pelas psicólogas Marília Martins Vizotto, Mariantonia Chippari, Kátia Damiani e Sonia Marques. Esse grupo começou a trabalhar em 1994, contando com a consultoria científica do Dr. Lewis Donohow (Universidade de Kentuck) e a participação dos Dr. Alfonso Contreras (Universidad Complutense de Madrid), realizando uma pesquisa sobre o impacto da televisão em campanhas de prevenção ao uso de drogas no Brasil urbano 6.

Os resultados dessa investigação foram publicados pela revista Comunicação & Sociedade (DANIELLO & DONOHEW, 1995 7 e CONTRERAS, 1995 8), suscitando o interesse dos nossos docentes e pesquisadores pela importância da comunicação massiva nos programas de promoção da saúde pública e de prevenção das doenças coletivas.

Tal motivação repercutiu diretamente na plataforma da Cátedra UNESCO/UMESP de Comunicação para o Desenvolvimento Regional. Ao se instalar, em 1996, a Cátedra brasileira fez opção clara pela variável Saúde como requisito para transformar a comunicação de massa em alavanca essencial ao desenvolvimento das regiões incrustadas no território nacional.

Para dar conta dessa linha de pesquisa, convidei o colega Isaac Epstein a assumir uma das Diretorias-Adjunta da nossa Cátedra, criando também um grupo de estudos no âmbito do Doutorado em Comunicação Social da UMESP. Ele fizera incursões prévias nesse segmento temático, durante o seu período como Vice-Presidente da INTERCOM - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, coordenando colóquios bi-disciplinares, reunindo médicos e jornalistas para discutir as implicações contemporâneas da medicina homeopática. Correspondendo à minha convocação, ele prontamente dirigiu suas atenções para a incidência da saúde na mídia massiva. Tais observações científicas logo começaram a dar resultados acadêmicos 9. E naturalmente sensibilizaram jovens pesquisadores para a geração de conhecimentos novos nesse espaço da comunicação segmentada.

BORTOLIERO (1999) 10 foi a primeira doutoranda a palmilhar o terreno fornteiriço entre comunicação e saúde, sob orientação de Wilson da Costa Bueno. Antes dela, porém, alguns mestrandos já haviam sido motivados para estudar questões de saúde na mídia. Tanto sob a orientação de Iassc Epstein e de Wilson Bueno quanto de outros docentes como Graça Caldas e Gino Giacomini Filho várias dissertações estão contribuindo para o acúmulo de evidências a respeito da variável comunicação no desenvolvimento de programas de saúde pública: LOVATTO, 1998 11; MACEDO, 1998 12; CARVALHO, 2000 13, SANCHES, 2000 14, GOMES, 2000 15, PEREIRA JÚNIOR, 2001 16.

Foi justamente a existência desse núcleo de pesquisadores jovens, em nosso campus, que determinou a inclusão de uma Conferência Brasileira sobre Comunicação e Saúde no calendário anual da Cátedra UNESCO/UMESP. Tais eventos, sob a liderança de Isaac Epstein, encorajado pelos doutorandos e mestrandos pesquisando tal recorte investigativo, começam a ganhar legitimidade acadêmica. Eles suscitaram a participação, não só de pesquisadores e profissionais das várias regiões brasileiras, mas também de países latino-americanos.

Durante a I COMSAÚDE, realizada em 1998, em São Bernardo do Campo (SP), debateu-se a inserção da saúde pública na agenda midiática. O público inscrito foi estimado em 50 participantes, composto basicamente por comunicólogos 17. Produziu impacto negativo, nessa ocasião, o relato da pesquisa continental sobre o espaço ocupado pela saúde nos meios massivos de comunicação da América Latina.

"Para falar sobre sobre a saúde na mídia, pesquisadores do Brasil e de outros países da América Latina mostraram os resultados da pesquisa intitulada Comsalud 18, na qual doze universidades do continente mapearam jornais de grande circulação, programações de rádios e televisões para observar o enfoque e destaque dado ao tema. As conclusões gerais, computadas e apresentadas (...), não foram animadoras: deram conta que o tema saúde aparece pouco na mídia e quando está presente, não promove comportamentos saudáveis ou ações de conscientização da população." (MACEDO, 1999 19)

A II COMSAÚDE (1999) traduziu a estratégia da Cátedra UNESCO/UMESP de promover a interiorização do debate sobre Comunicação e Saúde. Para tanto, realizou parceria com as Faculdades Integradas de Adamantina (FAI), em cujo campus foi organizada a conferência. A grande surpresa foi o número de participantes. Inscreveram-se aproximadamente 5.000 pessoas, universo constituído basicamente por estudantes de medicina, odontologia, farmácia e nutrição das cidades do noroeste paulista. Concentrou-se ali uma multidão jovem, curiosa por desvendar as potencialidades dos suportes comunicacionais, especialmente da mídia digital. Eles aspiravam melhorar o desempenho dos profissionais da saúde e das autoridades locais na gestão de programas comunitários preventivos.


"A Saúde on-line foi objeto de outra mesa. (...) apontaram a posição desfavorável do Brasil no ranking de expectativa de vida, dez anos mais baixa que na Costa Rica, onde ela é de 77anos. Nesse cenário a Internet surge como canal de comunicação entre profissionais da saúde e a sociedade. São exemplos o Hospital Virtual e a Fiocruz, que, absorvendo e difundindo conhecimento na área de saúde, tem visitação massiva, ocupando o Brasil o sétimo lugar no uso da rede mundial de informação".
(SANCHES, 1999 20)

Em Adamentina foi esboçada uma comunidade acadêmica capaz de transitar bi-direcionalmente entre os campos de comunicação e saúde. Professores, pesquisadores, estudantes e profissionais, das duas áreas, começaram a engendrar estratégias de mútua cooperação. Essa tendência foi reforçada em grande parte pela ação inventiva dos estudantes do Curso de Comunicação local. Sob a liderança do Prof. Sérgio Barbosa, eles resgataram a memória do encontro, produzindo jornais e boletins que facilitariam a assimilação dos conteúdos científicos pelos participantes inscritos.

Desta maneira, foi natural que a Cátedra UNESCO/UMESP tenha se rendido aos apelos dos dirigentes da FAI, especialmente do seu diretor, Prof. Gilson João Parisinoto, para realizar a III COMSAÚDE (2000) novamente naquela cidade paulista. O comparecimento também foi expressivo, ultrapassando a faixa dos 2.000 inscritos, com sessões plenárias lotadas pelos estudantes nos turnos matutino e norturno. Os grupos de estudos vespertinos foram, contudo, reservados aos debates dos pesquisadores e profissionais, ensejando diálogos intensos e produtivos.

A grande estrela da III COMSAÚDE foi o pioneiro da Escola Latino-Americana de Comunicação, Luis Ramiro Beltrán, convidado especialmente pela sua competência no tema central do evento: "A comunicação e a promoção da saúde".

"Palestrante ilustre, auditório lotado e platéia animada. Este foi o cenário da abertura da III Conferência Brasileira de Comunicação em Saúde... (...) O conferencista, Prof. Dr. Luiz Ramiro Beltrán, ressaltou a importância da Comunicação em Saúde nos países subdesenvolvidos e, em especial, o apoio dado à Comunicação em Saúde no Brasil. Dessa forma, o professor tem esperança que, agindo dessa maniera, o Brasil poderá tornar-se referência na América Latina.

"Na sequência, Luiz Ramiro Beltrán observou que o conceito de saúde proposto pela Organização Mundial de Saúde - OMS - é bem amplo. A saúde deve proporcionar o bem estar físico, mental e social do indivíduo, afirmou. Nesse processo, segundo Beltrán, a Comunicação é fundamental para atuar na prevenção da saúde, gerando de forma indispensável, saúde para todos.

"Em relação à participação dos comunicadores, Luiz Ramiro Beltrán enfatizou que tais profissionais devem sempre levar em conta a participação popular, a mobilização comunitária, a mobilização social e, ainda, estimular a participação autônoma dos grupos que compõem a comunidade para resolver os problemas de saúde definidos, em consenso, pela própria comunidade. Devem também se preocupar em sensibilizar a opinião pública sobre as grandes questões da saúde, pois é ampla a parcela que o comunicador deve considerar para definir a estratégia de comunicação.

"Por fim, o professor observou que a mais criminosa das doenças é a extrema pobreza. Assim,as mudanças na área de saúde devem ser estruturadas por significativas mudanças sociais, como uma razoável distribuição de renda". (PEREIRA JR., 2000 21)

O êxito das três primeiras conferências deu alento aos seus organizadores para dar continuidade a essa jornada anual de estudos. A convite dos dirigentes da FAESA - Faculdades Associadas do Espírito Santo, a IV COMSAÚDE (2001) será sediada na cidade de Vitória, no próximo mês de outubro 22. A temática escolhida - Comunicação para a Saúde da Família - corresponde a uma preocupação que se torna hegemônica em toda a América Latina. Por um lado, continua vigente a idéia de que a mídia pode contribuir para sensibilizar a opinião pública no sentido de solucionar os problemas da saúde pública. Mas, por outro lado, surgem evidências de que sua viabilização depende também das mediações exercidas pelas instituições comunitárias. Especialmente pelos núcleos familiares, onde se forjam as mudanças de atitudes capazes de melhorar a qualidade de vida dos indivíduos, reduzindo-se a mortalidade, incrementando-se a longevidade e sobretudo disseminando a felicidade coletiva.

A preparação da Conferência de Vitória vai contar com um fator muito importante. Trata-se justamente do estoque de idéias e conhecimentos acumulado no triênio 1998-2000. Sua difusão pública está sendo possível através da iniciativa da FAI - Faculdades Adamantinenses Integradas - ao reunir em volumes autônomos a memória do encontros anteriores. Elas serão úteis para dar sentido à Rede Brasileira de Comunicação e Saúde, cuja institucionalização está sendo proposta para o encontro do Espírito Santo, em outubro de 2001.

A série em três volumes - 1. Mídia e Saúde Pública, 2. Comunicação e Saúde Comunitária e 3. Comunicação e a Promoção da Saúde - tem duplo valor: histórico-documental e didático-científico. Esse empreendimento editorial está sendo reforçado através da publicação do dossiê "Comunicação e Saúde" na edição n. 35 da revista Comunicação & Sociedade, contendo artigos de Isaac Epstein, Wilson Bueno, Luis Ramiro Beltrán, Lucia Castellon e Carlos Arao Uribe.

Espera-se que as comunidades acadêmica e profissional dos dois campos de trabalho - Ciências da Comunicação e Ciências da Saúde - possam fazer germinar as sementes aqui disseminadas. Deseja-se também que elas frutifiquem, convertendo-se em alavancas factíveis de mudar a fisionomia da nossa sociedade. Somente uma população saudável, composta por cidadãos comunciativos e participantes, será capaz de construir essa face humanizante, vislumbrando um panorama humanizador.

São Paulo, 26 de junho de 2001

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Notas

1 MARQUES DE MELO, José – Vitalidade intelectual do Grupo de São Bernardo: atualização histórica como estratégia acadêmica, Comunicação & Sociedade 32 (1999): 161-178)

2 Desde 1978, era mantido o Curso de Mestrado em Comunicação Social, cujo prestígio conquistado nacionalmente justificativa o alcance de um novo patamar acadêmico. Tal iniciativa correspondia ao sonho dos seus dirigentes no sentido de institucionalizar a vida universitária no campus de Rudge Ramos,. Para tanto, eram indispensável fortalecer a pesquisa e dinamizar a extensão.

3 A UNESCO criou, no início dos anos 90, uma Rede Mundial de Cátedras UNESCO de Comunicação, prevendo a implantação de 25 unidades, em diferentes continentes. Para a América Latina foram reservadas, inicialmente, 4 Cátedras, sendo uma destinada ao Brasil.

4 Minha inserção na história da UMESP divide-se em duas fases: 1975-1985 (quando fui perseguido politicamente na USP, durante o regime militar, assumindo o encargo de fundar o Mestrado em Comunicação Social de São Bernardo do Campo) e 1993-até os dias atuais (quando me aposentei na USP e fui convidado para implantar o Doutorado em Comunicação Social da instituição). Vide: BRITTES, Juçara - José Marques de Melo e a construção de espaços para a pesquisa em comunicação no Brasil, Comunicação & Sociedade 25 (1996): 183-208

5 Convênio com a Opas, Comunicação & Sociedade, 21 (1994): 206

6 Pesquisa sovbre TV e prevenção de drogas, Comunicação & Sociedade, 22, p. 166

7 DANIELO, DONOHEW e outros - Aprimorando a efetividade das campanhas antidrogas na televisão, Comunicação & Sociedade, 23 (1995): 51-84

8 CONTRERAS, Alfonso – Proposta de um modelo de currículum para a comunicação em saúde, Comunicação & Sociedade, 23 (1995): 85-98

9 EPSTEIN, Isaac – Os possíveis efeitos negativos devido à publicação prematura de notícia inesperada ou " novidade" na divulgação científica em medicina, Comunicação & Sociedade, 27 (1997): 21-40; Comunicação no universo dos cientistas, Comunicação & Sociedade, 30 (1999): 171-194

10 BORTOLIERO, Simone - Os programa sde saúde na TV Cultura de São Paulo: os saberes profissionais (Tese de Doutorado), São Bernardo do Campo, UMESP, 1999

11 LOVATTO, Juceli Morello - A estreita (e difícil) relação entre a linguagem e a comunicadores em saúde (Dissertação de Mestrado), São Bernardo do Campo, UMESP, 1998

12 MACEDO, Monica Gonçalves - Comunicação em Saúde na Internet. Uma análise da revista eletrônica Saúde e Vida on Line (Dissertação de Mestrado), São Bernardo do Campo, UMESP, 1998

13 CARVALHO, Celso Azevedo de - Comunicação, Educação & Nutrição: parceria pela qualidade de vida (Dissertação de Mestrado), São Bernardo do Campo, UMESP, 2000

14 SANCHES, Conceição Aparecida - Viagra: da bula à banca (Dissertação de Mestrado), São Bernardo do Campo, UMESP, 2000

15 GOMES, Valdir Pereira - Ciência e Pseudociência: a lopatia versus homeopatia. Um estudo de caso no "Correio Popular" (Dissertação de Mestrado), São Bernardo do Campo, UMESP, 2000

16 PEREIRA JÚNIOR, Ademir - Comunicação em Saúde Pública - o caso "Viva Criança"(Dissertação de Mestrado), São Bernardo do Campo, UMESP, 2001

17 Justamente para ampliar a circulação, dentro do campus da UMESP, das idéias disseminadas pelos pesquisadores e profissionais convidados, a Agência Experimental de Jornalismo produziu edições diárias do JORNAL DA COMSAÚDE, sob a liderança das professoras Monica Caprino e Monica Macedo, contando com a prticipação de outros jornalistas/mestrandos/doutorandos.

18 Projeto financiado pela OPAS - Organização Panamericana de Saúde e pela UNESCO - Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, promovido por um pool de universidades capitaneado pela FELAFACS - Federación Latinoamericana de Facultades de Comunicación Social.

19 MACEDO, Monica - PósCom acolhe comunicólogos da área de saúde, Comunicação & Sociedade 31 (1999): 262-263

20 SANCHES, Conceição ª - Comsaúde avalia comunicação na área de saúde, Comunicação & Sociedade 32 (1999): 247-249

21 PEREIRA JUNIOR, Ademir - Luiz Ramiro Beltrán abre III COMSAÚDE, Informe Comsaúde, Adamantina, 7/11/2000, p. 2

22 IV Comsaude: Catedra Unesco/Umesp faz parceria com Faesa, Jornal Brasileiro de Ciências da Comunicação, 124, 23/03/2001

 

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