Os subsídios financeiros e institucionais ao Prêmio Luiz Beltrão foram garantidos pelas instituições citadas a seguir, de acordo com o ano em que o prêmio foi realizado:

1998

AIP - Associação de Imprensa de Pernambuco

Governo  e Assembléia Legislativa de Pernambuco
Governo:
(http://www.pe.gov.br)
Assembléia:
(http://www.alepe.pe.gov.br)

Perfil da Assembléia Legislativa de Pernambuco

- Histórico

1875 Em 1º de março é inaugurada a Sede do Legislativo, na Rua da Aurora Projeto do Engenheiro José Fibúrcio Pereira de Magalhães, que também dirigiu as obras realizadas por José Inácio D'ávila.

1948 Por indicação do Deputado Tabosa de Almeida, o Edifício ganhou o nome de Palácio Joaquim Nabuco.

1985 O Presidente da Assembléia Legislativa, Felipe Coelho, construiu o Anexo I: prédio de 6 andares, estilo contemporâneo, em frente à Sede na Rua da União.

1996 Sob a Presidência do Deputado Pedro Eurico e a Administração do 1º Secretário José Marcos de Lima, os Prédios Sede e Anexo I recebem reforma geral. É dado início ao processo de informatização, através da aquisição e instalação do ambiente computacional, além da disponibilização de informações na Internet.

1997/1998 Nesse biênio, a Mesa Diretora, Presidida pelo Deputado Djalma Paes e sob a Administração do 1º Secretário Deputado Sebastião Rufino, equacionou o antigo problema de espaço físico, através da aquisição dos prédios Anexo II, Anexo III e Anexo IV. A modernização foi impulsionada, através do desenvolvimento e instalação de sistemas computacionais, voltados para integração e fortalecimento das áreas Legislativa e Administrativa da Casa. Inovando com a implantação o " Sistema de Trâmite Legislativo e Trâmite de Documentos Formais", pioneiro em todo o País.

- Atribuições

Estado de Pernambuco, Título II, Capítulo II, Seção II, relativa às atribuições do Poder Legislativo

Art. 14 - Compete exclusivamente a Assembléia Legislativa:

I - eleger a Mesa Diretora e constituir suas comissões;

II - elaborar e votar o seu Regimento Interno;

III - dispor sobre sua organização, funcionamento, policia, criação, transformação ou extinção de cargos, empregos e funções dos seus serviços, fixação da respectiva remuneração, observados os Princípios estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias;

IV - propor projetos de lei que criem ou extingam cargos, empregos ou funções nos seus serviços e fixem os respectivos vencimentos;

V - fixar a remuneração dos Deputados, nos termos desta Constituição;

VI - julgar as contas do Poder Legislativo apresentadas obrigatoriamente pela Mesa;

VII - julgar as contas do Tribunal de Contas do Estado, do Tribunal de Justiça e dos que vierem a ser criados;

VIII - dar posse ao Governador e ao Vice-Governador do Estado, conhecer-lhes da renuncia e apreciar os seus pedidos de licença;

IX - fixar, para cada exercício financeiro, a remuneração do Governador, do Vice-Governador e dos Secretários de Estado;

X - julgar as contas do Governador e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de Governo;

XI - proceder a tomada de contas do Governador, quando não apresentadas a Assembléia Legislativa, dentro de sessenta dias, após a abertura da sessão legislativa;

XII - autorizar, por dois terços dos seus membros, a instauração de processos contra o Governador e o Vice-Governador, relativos a crime de responsabilidade, ou contra os Secretários de Estado, nos crimes conexos aos do Chefe do Poder Executivo;

XIII - deliberar, por maioria absoluta em reunião e escrutínio secretos, sobre a exoneração do Procurador-Geral da Justiça, antes do termino do seu mandato, na forma prevista em lei complementar;

XIV - autorizar o Governador do Estado e o Vice-Governador, quando no exercício do cargo de Governador, a se ausentarem do Estado por mais de quinze dias;

XV - aprovar ou suspender, por votação secreta, a intervenção nos Municípios, salvo quando decorrente de Decisão judicial;

XVI - aprovar, por maioria absoluta e escrutínio secreto, a escolha dos Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado;

XVII - solicitar, por deliberação da maioria absoluta, intervenção federal para assegurar o cumprimento da Constituição da República e desta Constituição, bem como para assegurar o livre exercício de suas atribuições;

XVIII - apreciar, em escrutínio secreto e por maioria absoluta, os vetos apostos pelo Governador;

XIX - sustar, mediante decreto legislativo, os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites da delegação legislativa;

XX - fiscalizar a execução do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e dos Orçamentos anuais;

XXI - dispor sobre o sistema existente de Assistência e Previdência sociais de seus membros;

XXII - requisitar, por solicitação de qualquer deputado, informações e copias autenticadas de documentos referentes as despesas realizadas por órgãos e entidades da administração direta, indireta ou fundacional, do Estado, do Poder Judiciário, do Tribunal de Contas e de sua Mesa Diretora;

XXIII - suspender, no todo ou em parte, a execução de leis declaradas inconstitucionais por Decisão do Tribunal de Justiça, com transito em julgado, quando limitada ao texto da Constituição Estadual;

XXIV - emendar a Constituição, promulgar leis nos casos de silencio do Governador, expedir decretos legislativos e resoluções;

XXV - autorizar referendo e convocar plebiscito;

XXVI - propor ação de inconstitucionalidade pela Mesa Diretora;

XXVII - aprovar, por voto secreto e maioria absoluta, a nomeação do Administrador-Geral do Distrito Estadual de Fernando de Noronha;

XXVIII - mudar, temporariamente, sua sede, autorizada por dois terços dos seus membros;

XXIX - receber renuncia de Deputado;

XXX - declarar a perda de mandato de Deputado por voto da maioria absoluta de seus membros;

XXXI - ordenar a sustação de contrato impugnado pelo Tribunal de Contas;

XXXII - autorizar, previamente, operações financeiras externas de interesse do Estado;

XXXIII - apreciar o relatório e a prestação de contas de interventor em Município, remetidos por intermédio do Governador;

XXXIV - prover, por concurso publico de provas e títulos, os cargos vagos e criados por lei, necessários a realização de suas atividades, salvo os de confiança, assim definidos em lei.

Art. 15 - Cabe a Assembléia Legislativa, com a sanção do Governador, legislar sobre as matérias da competência do Estado, e especialmente:

I - o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os Orçamentos anuais;

II - a divida Pública estadual e a autorização de abertura de operações de credito;

III - o sistema Tributário, a arrecadação e a distribuição de rendas e matéria financeira;

IV - a autorização para a alienação, cessão e arrendamento de bens imóveis do Estado e recebimento de doações com encargos;

V - a criação, transformação e extinção de cargos, empregos e funções, na administração Pública, fixando-lhes a remuneração;

VI - a criação, incorporação, fusão e desmembramento de Municípios, ou alteração de seus limites, preservando a continuidade e a unidade histórico-cultural do ambiente urbano, obedecidos os requisitos previstos em lei complementar estadual, dependendo do resultado da consulta previa as populações interessadas, mediante plebiscito;

VII - a criação, estruturação e atribuições das Secretarias de Estado.

Parágrafo Único - Compete-lhe, ainda, legislar, em caráter concorrente ou supletivo, sobre as matérias previstas na Constituição da República e nesta Constituição.


Prefeitura do Recife

Fonte: (www.recife.pe.gov.br)

- MISSÃO DA PREFEITURA DO RECIFE

Promover um governo radicalmente democrático, direcionado para fazer do Recife uma Cidade fisicamente organizada, economicamente sustentável, socialmente justa e de convivência fraterna, onde possa se impor o respeito à natureza, à vida e aos direitos essenciais de todos os seus habitantes. Uma cidade construída com base na cidadania.


 Câmara Municipal do Recife
Fonte: (www.camara.recife.pe.gov.br)

- Surgimento:

O Surgimento da Câmara Municipal do Recife está diretamente vinculado ao nascimento da própria vila do Recife. O motivo dessa coincidência reside no fato de que as câmaras municipais constituíam-se numa velha instituição administrativa da Coroa Portuguesa e, quando os lusitanos colonizaram o Brasil, trouxeram para cá todas as suas instituições.

Assim sendo, no momento da ciração de uma nova vila, a lei obrigava a que se tomassem as seguintes providências: inaugurar o Pelourinho e convocar os cidadãos locais (chamados na época os "homens bons"), para eleger os primeiros vereadores. O nome pelourinho têm sua origem na bola que encimava a coluna de alvenaria (em latim denominada de "pirorium") e que era construída sobre um pedestal, com escadaria feita de pedras. Erguido na praça principal da vila, o pelourinho era uma espécie de marco ou emblema da adminstração, servindo também como local de castigo aos criminosos e escravos fugidos.

- Vila do Recife:

Segundo registros históricos, no dia 15 de fevereiro de 1710 foi, por ordem do rei de Portugal, instalada a vila do Recife e também inaugurada a sua Câmara Municipal. Foram então realizadas as primeiras eleições, tendo sido eleito presidente o Juiz de Fora José Ignácio de Arouche, estreitamente ligado aos moradores de Olinda e, por esse motivo, cheio de má-vontade para com a Câmara do Recife.

Foi bastante curto o funcionamento dessa primeira legislatura. No dia 17 de novembro de 1710, os "nobres", como eram chamados os moradores de Olinda, invadiram a vila do Recife, derrubam o Pelourinho e seguiram para a Câmara Municipal. Lá chegando espancaram os vereadores, rasgaram suas roupas, tomaram os seus distintivos, prenderam-nos e declararam fechada a Câmara do Recife. Em seguida, destruíram as atas e outros documentos.

Essa situação manteve-se até o dia 18 de junho de 1711, quando os recifenses rebelaram-se e enfrentaram os agressores num combate armado que prolongou-se até 08 de outubro desse mesmo ano. Neste dia chegou ao Recife um novo governador para Pernambuco, Felix José Machado que restabeleceu a ordem, prendendo e processando os chefes da revolta em Olinda.

Assim, no dia 18 de novembro foi reconstituído o Pelourinho (colocado no pátio defronte da Igreja do Corpo Santo, hoje desaparecida), sendo estão reaberta a Câmara Municipal.

- Casa de José Mariano:

A Partir de então a Câmara funcionou normalmente, até a Proclamação da República, em 1889, quando foi temporariamente suspensa durante o governo do Marechal Deodoro da Fonseca. Com a promulgação da Constituição de 1891 foi transformada em Conselho de Independência Municipal. Por essa época, foi eleito Presidente da Câmara (então Conselho), José Mariano Carneiro da Cunha que, como Joaquim Nabuco, liderava as ações contra a escravidão no Brasil, iniciadas em 1884. Considerado um dos maiores políticos do seu tempo, o Conselheiro José Mariano (assim era denominado o vereador) chegou a ser o primeiro prefeito eleito do Recife, sendo que até sua época não existia essa figura na administração pública brasileira. Foi em homenagem à sua atuação parlamentar que, já na década de 40 deste século, os vereadores do Recife elegeram como Patrono da Câmara Municipal do Recife, que passou desde então a denominar-se "Casa de José Mariano".

Com a estabilização do governo republicano as Câmaras Municipais prosseguiram com seu funcionamento até o ano de 1930, quando foram fechadas pelo governo de Getúlio Vargas. Com a promulgação da nova Constituição, em 1934, foram reabertas em todo o país as casas legislativas municipais, tendo a do Recife voltado a funcionar no ano de 1936.

Teve vida bastante curta a Câmara eleita em 1936. No dia 10 de novembro de 1937, ocorreu um novo golpe de estado com Getúlio Vargas assumindo mais uma vez o poder e fechando todas as casas de parlamento. Com a redemocratização do país, foi promulgada a Constituição de 1946 que restaurou mais uma vez a autonomia municipal. Com todas as suas prerrogativas reasseguradas, a Câmara Municipal do Recife, reiniciou os seus trabalhos com vereadores eleitos para o período de 1947 a 1950.

Foi uma época muito atribulada, que culminou com a Lei Federal n. 211 de 07 de janeiro de 1948, que cassou o mandato de todos os parlamentares acusados de serem comunistas ou socialistas. Dos trinta e um vereadores eleitos, doze perderam o mandato, entre eles: Carlos Duarte, Júlia Santiago, Ramiro Justino e muitos outros. Nessa época a Câmara funcionava no Edifício Alfredo Fernades, situado na Av. Barbosa Lima, bairro do Recife. Essa rua era perpendicular à mal-afamada Rua da Guia, servindo de pretexto para muitos batizarem o prédio de "Câmara da Rua da Guia", o que incomodava bastante os parlamentares.

- Parque 13 de Maio:

Em 1962 começaram as obras para transferência da Câmara para um novo prédio onde funcionava a Escola Normal do Recife, situado na Rua Princesa Isabel, num dos ângulos do Parque Treze de Maio, onde se encontra localizada até o presente. As novas instalações da Câmara foram solenemente reinauguradas em 1963, sob os governos do Dr. Miguel Arraes (governador) e do Engenheiro Arthur Lima Cavalcanti (prefeito).

Com o golpe militar de 1964, a Câmara viveu um novo período de perseguições políticas e cassações de mandatos, mas não chegou a ser fechada.

Instaurado o processo de abertura política, que culminou na promulgação da Constituição de 1988, denominada "Constituição Cidadã", foi reestruturado o aparato administrativo do Estado brasileiro e definidas novas atribuições às Câmaras Municipais. Como decorrência de uma maior autonomia política aos municípios, coube às Câmaras Municipais, em 1990, a tarefa de elaborar suas Leis Orgânicas Municipais. A Lei Orgânica do Recife, que se acha atualmente em vigor, é um instrumento legal equivalente a uma Constituição, regendo os destinos administrativos da cidade.

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1999

A história da Universidade Gama Filho começou em 1939, quando o Ministro Luiz Gama Filho criou o Ginásio Piedade.

Hoje a UGF é uma das mais importantes instituições de ensino superior do Rio de Janeiro e conta com as Unidades Barra-Downtown e Centro-Candelária, além dos Campi Gonzaga da Gama Filho (Piedade) e Jacarepaguá. O Colégio Gama Filho - Unidades Piedade e Jacarepaguá - também faz parte da Instituição.

Formando anualmente cerca de três mil profissionais em seus cursos de Graduação, especialização (Pós-graduação Lato sensu), mestrado e doutorado (Pós-graduação Stricto sensu), a Gama Filho tem como principal objetivo capacitar alunos nas diversas áreas da educação superior, oferecendo a informação teórica e estimulando e desenvolvendo seu potencial crítico e observador através de prática.

Para oferecer uma formação completa, a Universidade envolve seus alunos em trabalhos de assistência à comunidade e em atividades culturais e esportivas.
 
Fonte: http://www.ugf.br/

Academia Brasileira de Letras

Ex libris da Academia Brasileira de Letras.

- APRESENTAÇÃO

A Academia Brasileira de Letras teve início na reunião preparatória de 15 de dezembro de 1896 e foi oficialmente instalada na sessão de 20 de julho de 1897, sob a presidência de Machado de Assis.

Conforme seus Estatutos, a Academia, com sede no Rio de Janeiro, tem por fim a cultura da língua e da literatura nacional. Compõe-se de 40 membros efetivos e perpétuos, eleitos por seus pares em votação secreta, e de 20 sócios correspondentes estrangeiros.

- O INÍCIO

No fim do século XIX, Afonso Celso Júnior, ainda no Império, e Medeiros e Albuquerque, já na República, manifestaram votos por uma academia nacional, como a Academia Francesa. O êxito social e literário da Revista Brasileira, de José Veríssimo, daria coesão a um grupo de escritores e, assim, possibilidade à idéia.

Lúcio de Mendonça teve, então, a iniciativa de uma Academia de Letras, sob a égide do Estado, que se escusaria, à última hora, a tal aventura de letrados. Foi fundada então, independentemente, a Academia Brasileira de Letras.

As primeiras notícias saíram a 10 de novembro de 1896, na Gazeta de Notícias, e, no dia imediato, no Jornal do Commercio. As sessões preparatórias iam começar: na primeira, a 15 de dezembro, às três da tarde, na sala de redação da Revista Brasileira, na travessa o Ouvidor, n. 31, foi logo aclamado presidente Machado de Assis.

A 28 de janeiro do ano seguinte, seria a sétima e última sessão preparatória. Compareceram a ela, instalando a Academia: Araripe Júnior, Artur Azevedo, Graça Aranha, Guimarães Passos, Inglês de Sousa, Joaquim Nabuco, José Veríssimo, Lúcio de Mendonça, Machado de Assis, Medeiros e Albuquerque, Olavo Bilac, Pedro Rabelo, Rodrigo Otávio, Silva Ramos, Teixeira de Melo, Visconde de Taunay. Também Coelho Neto, Filinto de Almeida, José do Patrocínio, Luís Murat e Valentim Magalhães, que haviam comparecido às sessões anteriores. Ainda Afonso Celso Júnior, Alberto de Oliveira, Alcindo Guanabara, Carlos de Laet, Garcia Redondo, conselheiro Pereira da Silva, Rui Barbosa, Sílvio Romero e Urbano Duarte, que aceitaram o convite e a honra.

Eram trinta membros. Havia mister completarem-se os quarenta, como na Academia Francesa. Foi o que fizeram os dezesseis presentes à sessão, elegendo os dez seguintes: Aluísio Azevedo, Barão de Loreto, Clóvis Beviláqua, Domício da Gama, Eduardo Prado, Luís Guimarães Júnior, Magalhães de Azeredo, Oliveira Lima, Raimundo Correia e Salvador de Mendonça. Os Estatutos são assinados por Machado de Assis, presidente; Joaquim Nabuco, secretário-geral; Rodrigo Otávio, 1º secretário; Silva Ramos, 2º secretário; e Inglês de Sousa, tesoureiro.

A 20 de julho de 1897, numa sala do Pedagogium, na Rua do Passeio, realizou-se a sessão inaugural, na qual estiveram presentes dezesseis acadêmicos. Fez uma alocução preliminar o presidente Machado de Assis. Rodrigo Otávio, 1O secretário, leu a memória histórica dos atos preparatórios, e o secretário-geral, Joaquim Nabuco, pronunciou o discurso inaugural.

In: Anuário 1998-2001
Fonte: http://www.academia.org.br

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2000

Universidade Federal do Amazonas

A história da Universidade Federal do Amazonas inicia em 17 de janeiro de 1909, quando um grupo de homens, idealistas e ousados, irmanados de um forte espírito de construção coletiva, fundou a primeira universidade brasileira, a Escola Universitária Livre de Manáos, mais tarde denominada Universidade de Manáos, no coração da Amazônia, enfrentando todas as hostilidades que o amazônida aprendeu a vencer.

Essa grande empreitada, que para muitos parecia temerária e inexeqüível, exigindo grandes sacrifícios de seus fundadores, revelou-se uma iniciativa de sucesso e um exemplo de busca de melhor qualidade de vida para o nosso povo pela socialização do conhecimento.

A nova universidade, concebida por Eulálio Chaves, já nasceu alicerçada no espírito democrático que hoje permeia a comunidade universitária, com respeito à pluralidade de idéias, elegendo diretamente Astrolábio Passos como seu primeiro diretor geral, com os votos dos docentes da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Faculdade de Medicina, Faculdade de Ciências e Letras e Faculdade de Engenharia que, juntas, constituíram a Universidade de Manáos.

Para sua implantação, convergiram forças de toda a sociedade amazonense, desde a contribuição financeira do simples cidadão, ansioso pelo advento do ensino superior no Amazonas às subvenções do Estado e dos municípios de Manaus, Maués, Parintins, Coari, Lábrea, Benjamin Constant, Manicoré, Humaitá e Codajás, comprometendo, desde então, a nossa universidade com o homem do interior, como efetivamente ocorre nos dias atuais.

Foram grandes as dificuldades pelas quais passou a Universidade de Manáos, até a sua desintegração em cursos isolados. Maior ainda foi a determinação da sociedade amazonense de refundar a sua universidade em 12 de junho de 1962, por força da lei federal 4.069-A, de autoria do seu idealizador, o senador Arthur Virgílio Filho, sendo rebatizada com o nome de Universidade do Amazonas, e constituída pela reintegração das instituições de ensino superior isoladas que atuavam em nosso Estado. Com a Lei Federal 10.468, de junho de 2002, passou a ser denominada Universidade Federal do Amazonas.

A capacidade que nossa universidade tem demonstrado de crescer nas adversidades vem da sua construção coletiva, desde a sua origem, da consciência da relevância da pluralidade da sua comunidade, da certeza de que para cumprir plenamente seu papel social precisa de todos os seus talentos, de todas as suas competências e de todas as posições ideológicas, sem espaço para exclusões.

O sonho da primeira década do século passado, de implantação de uma universidade amazônica, realiza-se com a Universidade Federal do Amazonas, que tanto orgulho dá ao povo amazonense, avançando a cada ano na sua nobre missão de cultivar o saber em todas as áreas do conhecimento por meio do ensino, pesquisa e extensão, contribuindo decisivamente para a formação de cidadãos e o desenvolvimento da Amazônia.

Hoje, a Ufam oferece 51 cursos de graduação e 19 de pós-graduação em nível de mestrado, sendo 13 credenciados pela Capes, um em nível de doutorado e cerca de 30 na modalidade lato sensu. Dos 766 professores que atuam nas 11 unidades acadêmicas, 218 são doutores, 344 são mestres, 119, especialistas, e 85, graduados. Em 2003, a Universidade possuía regularmente matriculados 20,5 mil alunos nas áreas de graduação e pós-graduação.

A história do selo da Ufam começou em 1909, quando o engenheiro Eulálio Chaves o idealizou para a Escola Universitária Livre de Manáos. O projeto, que sofreu alterações posteriores, adotava como símbolo um ninho de pelicanos, representativo da dedicação que deve ser o apanágio de todos os iniciadores, fundadores e continuadores da instituição. O ninho tinha como cercadura dois ramos, sendo um de café e outro de fumo, significando o amor às tradições patrióticas. O arco superior tinha os dizeres "Universidade Livre de Manáos", e o arco inferior era ocupado pela frase latina "Vere dignum et justum est" (Verdadeiramente, é digno e justo). No topo do emblema, havia uma estrela.

Discutido o projeto, foram apresentadas várias emendas: pelo Dr. Henrique Moers, que propôs a substituição da frase latina do projeto por "Per asperrima ad asta" (Através do rigor, chega-se à imortalidade), pelo dr. Simplício Coelho de Rezende, que pediu a eliminação do ninho de pelicanos, pelo dr. Raimundo Filgueiras, que propôs a substituição do ninho por um livro fechado e sobre este um mocho (ave noturna semelhante à coruja), pelo dr. Regalado Batista, que pediu a colocação de uma águia no lugar do ninho, pelo dr. Galdino Ramos, que propôs como símbolo a confluência dos rios Negro e Solimões, e novamente pelo dr. Regalado Batista, que sugeriu a frase latina "Veritas in universa scientia", transposta por Henrique Moers para "In universa scientia veritas".

Finalmente, o selo foi aprovado como um círculo de 50 milímetros de diâmetro, tendo no centro a confluência dos rios Negro e Solimões, com a cercadura dos ramos de café e tabaco, uma estrela, e no arco superior, os dizeres "Escola Universitária Livre de Manáos", e no inferior, a frase "In universa scientia veritas" ("A ciência como verdade universal, em tradição livre")

- Primeira Universidade Brasileira

A Universidade Federal do Amazonas é considerada a primeira universidade brasileira, pois originou-se da Escola Universitária Livre de Manáos, criada em 1909. Mesmo com a extinção da Escola, permaneceu a Faculdade de Direito, que se tornou um "embrião" da atual Ufam.
O fato foi registrado em 1995 no Guinness Book, o livro dos recordes.

- Campus

A área do campus universitário - 6,7 milhões de metros quadrados - a torna a maior área verde urbana do País. Nela são encontrados várias espécies da fauna - como preguiças, pacas, sauins-de-coleira - e da flora, em meio a uma grande porção de mata virgem.
A parte construída corresponde a cerca de 35% do projeto arquitetônico original (excluída a Faculdade de Estudos Sociais, em construção), de autoria do arquiteto Severiano Mário Porto, que lhe rendeu menção honrosa, em 1987, do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/RJ).

Fonte: http://www.fua.br/


UNINORTE - Centro Universitário do Norte

O UNINORTE está hoje entre as maiores instituições de ensino superior do Amazonas. Atualmente, conta com 16 cursos de graduação, alguns com mais de uma habilitação, e atuam, ainda, nas áreas de pós-graduação e extensão.

Com o nome fantasia de Faculdades Objetivo, o Instituto Cultural de Ensino do Amazonas (Icesam), criado em 1998, era mantido pela Sociedade de Desenvolvimento Cultural do Amazonas (Sodecam), fundada em 1991. Mas a história das Faculdades Objetivo começou, na prática, em 1994, quando foram implantados os cursos de Turismo, Administração com ênfase em Análise de Sistemas e Tecnologia em Processamento de Dados.

O UNINORTE - Centro Universitário do Norte - foi autorizado a funcionar e substituir o ICESAM a partir de 15 de abril de 2004.
Ao longo desses anos, a instituição investiu em qualificação profissional, tecnologia e infra-estrutura. Hoje, seu trabalho na área educacional vem sendo reconhecido. No provão do MEC, o curso de Administração das Faculdades Objetivo obteve a melhor classificação entre as instituições da Região Norte.

Vários alunos das faculdades ganharam prêmios nacionais, como Daniel Gerbardo e Kernella Souza, selecionados entre estudantes de Turismo de todo o Brasil para fazer um estágio na Disney World; a estudante de Comunicação Social Raquel Areosa, terceira colocada em um concurso nacional de outdoor sobre o "lixo urbano"; e a estudante de Administração em Recursos Humanos Márcia Oliveira, que ganhou o prêmio Belmiro Siqueira, promovido pelo Conselho Federal de Administração.

Inicialmente, o UNINORTE, ainda com o nome de Faculdades Objetivo, funcionou na rua Frei Lourenço, 33, Centro, com os cursos de Turismo, Administração com ênfase em Análise de Sistemas e Tecnologia em Processamento de Dados. Em 1996, todas as instalações foram transferidas para o prédio localizado na avenida Joaquim Nabuco, 1232, onde o Centro Universitário funciona até hoje.
Com o aumento no número de cursos, foram construídas cinco novas unidades – na rua Recife, onde pela manhã funciona o Colégio Objetivo; na av. Joaquim Nabuco, que atende exclusivamente o curso de Administração; na rua Huascar de Figueiredo, na Ramos Ferreira e na Emílio Moreira, que atende o curso de Direito.

Nas instalações da unidade da Emílio Moreira funcionam também os curso de Pós-Graduação e o escritório modelo do curso de Direito.

Fonte: http://www.objetivomao.br/


Centro Universitário Nilton Lins
"Nossa missão é Educar a Amazônia"

O Centro Universitário Nilton Lins está presente em Manaus, oferecendo serviços educacionais desde 1986. Atende hoje a um contingente de aproximadamente 13.000 alunos distribuídos em 40 cursos de Graduação das áreas de Ciências Humanas, Biológicas e Exatas. Oferece ainda educação infantil, fundamental e médio (escolas), cursos de pequena duração (Pró-Reitoria de Extensão) e atualmente três Mestrados e três Cursos de Especialização (Pró-Reitoria de Pós-Graduação); além das inúmeras opções de suplementação educativa como idiomas, informática etc.

Buscando cumprir sua missão, o Centro Universitário Nilton Lins renova-se internamente, articula suas metodologias e moderniza seus espaços segundo as tendências de mercado do

Foto: Ascom
 

Dom Quixote (símbolo da UNINILTONLINS)

ensino de qualidade.

- "UNINILTON LINS – Agente do desenvolvimento Educacional na Amazônia"

Gerenciado por uma Administração Superior, o Centro Universitário Nilton Lins oferece cursos de Qualificação, Habilitação Profissional e Aperfeiçoamento, a fim de acompanhar as transformações da área do Ensino, dinamizando as atividades didáticas - pedagógicas, as práticas reconstrutivas da busca do conhecimento novo e a troca das experiências e do aprimoramento profissional.

Na crescente busca de um ensino aperfeiçoado com padrões de qualidade, o Centro vem desencadeando ações capazes de redimensionarem a prática educativa na instrumentalização teórica do indivíduo (aprender a conhecer) centrada na apropriação de conceitos e fundamentos que desenvolvam a capacidade de compreensão do mundo e consequentemente, sua inserção no mercado de trabalho amazônico, que é um espaço geográfico privilegiado, em face à imensa gama de recursos potenciais inexplorados, que por si sós, têm auto-suficiência para estimular a implantação de novos empreendimentos. E a formação de recursos humanos será um dos mais importantes elementos para o desenvolvimento do ensino na região pois contribuirá para a formação do homem amazônico, auxiliando-o a explorar de forma sustentada as potencialidades regionais.

A Missão Institucional do Centro Universitário Nilton Lins está sendo dia-a-dia levada adiante por um corpo diretor totalmente constituído por amazonenses, comprometidos com o ensino e que compartilham os ideais de seu fundador, que busca integrar a Amazônia através de um processo educativo global e articulado, capaz de atender às transformações e desafios dos novos rumos que estão sendo delineados no limiar do século XXI.

Fonte: http://www.niltonlins.br/

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2001

Universidade para o Desenv. do Estado e da Região do Pantanal, Campo Grande- MS

- Missão e Finalidades Institucionais

A Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal – UNIDERP, localizada no Estado de Mato Grosso do Sul, tem como missão precípua integrar científica, técnica e filosoficamente esforços institucionais públicos e/ou privados para o desenvolvimento regional sustentável. Assim, sem deixar de atender ao conjunto das áreas de conhecimentos universais, ocupa-se, em particular, de temáticas brasileiras regionais, quais sejam: Meio Ambiente, (em particular relativo ao Pantanal), Planejamento e Gestão Administrativos, Ecoturismo, Integração Regional, Programas de Desenvolvimento e Implantação de Serviços, Programas de Saneamento e Saúde Pública, Programas de Educação, incluindo Educação à Distância, Programas de Informatização, dentre outros.

De acordo com o seu Estatuto, a UNIDERP tem por finalidades:

· promover a formação integral do homem, de acordo com os princípios de liberdade e responsabilidade;

· promover, por meio de suas atividades de ensino, de pesquisa e de extensão, o desenvolvimento harmônico e integrado das comunidades local e regional, com vistas ao bem-estar social, econômico, político e espiritual;

· ministrar o ensino superior em todos os campos do conhecimento humano;

· promover a pesquisa científica e o desenvolvimento cultural;

· estender à sociedade serviços indissociáveis às atividades de ensino e de pesquisa;

· promover a assimilação dos valores culturais, desenvolver o espírito crítico e difundir os conhecimentos por todos os meios ao alcance da Universidade;

· participar do esforço de desenvolvimento do País, articulando-se com os poderes públicos e com a sociedade, para estudo de problemas nacionais e regionais;

· participar da solução de problemas da comunidade por meio de iniciativas culturais, assistência técnica e prestação de serviços, à medida que atenda ao ensino e à pesquisa;

· promover eventos de caráter cultural que objetivem a integração Comunidade- Universidade;

· constituir uma Instituição aberta à comunidade, livre e democrática, e um Centro de preservação do saber, da cultura e da história do Homem;

· desenvolver atividades no campo das Ciências Ambientais, em especial promover a defesa econômica e ecológica da região do Pantanal sul-mato-grossense.


Em consonância com a Missão apresentada, a UNIDERP estabeleceu, como finalidades complementares ao seu Projeto Institucional, um conjunto de ações o qual visa:

· assumir caráter regional sem, no entanto, perder a visão global da problemática que envolve cada questão;

· constituir-se em foco de conscientização das realidades social, política e econômica, no âmbito de Mato Grosso do Sul;

· inserir-se no processo de criação de uma cultura que supere as dominações e as alienações;

· concretizar a interação prática da Universidade com todos os segmentos da sociedade, através de programas de ensino, de pesquisa e de extensão;

· propiciar a interação entre órgãos, setores e atividades afins da Instituição e da comunidade sul-mato-grossense;

· estimular o intercâmbio direto e sistemático entre as diversas ciências, áreas do saber e disciplinas, a fim de assegurar o caráter multidisciplinar na organização do ensino, da pesquisa e da extensão;

· aperfeiçoar o desempenho das funções básicas, através de um programa permanente de qualificação docente e técnico-administrativo;

· exigir rigor e seriedade das funções de docência, de pesquisa e de extensão, através de um programa permanente de avaliação institucional;

· evitar a criação e a ampliação desnecessárias de órgãos e atividades, adotando uma estrutura simples, em que as decisões e os encaminhamentos sejam tomados pelas unidades diretamente interessadas.

- Diretrizes e Atividades de Ensino

A fim de imprimir um direcionamento claro, objetivo e conseqüente para a sua Política de Ensino, a UNIDERP estabeleceu um conjunto de diretrizes e atividades que constituem o arcabouço pedagógico para os seus programas de Ensino de Graduação e de Pós-Graduação. Deve-se ressaltar aqui, que este conjunto de medidas passa por permanente avaliação, sendo, sempre que considerado necessário, modificado e/ou adaptado para melhor responder aos compromissos institucionais, relativamente aos constantes esforços de aprimoramento e melhoria de qualificação e de formação profissional.

Fonte: http://www.uniderp.br/

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2002


UNEB – Universidade Estadual da Bahia, Salvador, Bahia

A Universidade do Estado da Bahia - UNEB é uma instituição pública, gratuita, mantida pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Educação, que em 2004 fez 21 anos, está presente geograficamente em todas as regiões do Estado, estruturada no sistema multicampi.

A complexidade de sua estrutura está diretamente ligada ao seu papel social, pois possui 29 Departamentos sediados na capital e em 24 centros regionais de médio e grande porte. Além disso, a Rede UNEB 2000, um programa especial em convênio com prefeituras municipais, faz-se presente em aproximadamente 137 municípios, para graduar professores em exercício na rede pública. Nos seus diversos cursos de graduação, o aluno tem acesso a um sistema de biblioteca informatizada, laboratórios e equipamentos de informática, que garantem as atividades de ensino.
A UNEB desenvolve também Pesquisa em todas as regiões em que atua, possuindo programas de iniciação científica e bolsa de monitoria para os seus estudantes, em pleno funcionamento.

Desenvolve ainda, projetos de Extensão universitária, através de convênios e parcerias com órgãos governamentais e da iniciativa privada. A Extensão, com a participação estudantil, aproxima a universidade da vida comunitária, proporcionando a troca de conhecimento.

Ampliando suas ofertas e serviços em benefício das comunidades acadêmica e externa das regiões de sua abrangência, procurando imprimir-lhes qualidade, produtividade, valoração pessoal e profissional, a UNEB vem trabalhando na busca do exato cumprimento dos seus objetivos.

Para tanto, não lhe têm faltado apoio e prestígio do Governo do Estado, que promove o desenvolvimento da Instituição, dando-lhe o suporte imprescindível à concretização de seus programas.

Ressaltamos também a substancial colaboração dos corpos docente, discente e administrativo, que, com ação persistente, construtiva e solidária têm contribuído, de modo eficaz, para consolidar, cada vez mais, o renomado desempenho da UNEB.

A busca da excelência nos serviços desenvolvidos na universidade é também fundamental. Neste sentido, a UNEB propõe ser uma Universidade de qualidade, procurando desenvolver de modo harmônico e planejado, a educação superior no Estado da Bahia, promove a formação e aperfeiçoamento acadêmico, científico e tecnológico dos recursos humanos, a Pesquisa e a Extensão de modo indissociável, voltada para as questões do desenvolvimento sócio-econômico, cultural e do meio ambiente das diversas regiões econômicas do Estado onde está inserida.

Fonte: http://www.uneb.br/portal_uneb/v2/

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2003


PUC – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

- Em sintonia com o futuro

Criada em 1958, a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais é hoje uma das cinco maiores universidades brasileiras: são cerca de 43 mil alunos, matriculados em 43 cursos de graduação e em outros de pós-graduação, ministrados por 2.100 professores e sustentados por uma infra-estrutura técnica e administrativa que reúne aproximadamente 1.000 funcionários.

A maior concentração das atividades da PUC Minas encontra-se em Belo Horizonte, onde possui o campus do bairro Coração Eucarístico e unidades no Barreiro, no bairro São Gabriel e na Praça da Liberdade, além da sede da PUC Minas Virtual. Na Região Metropolitana da capital, há unidades de ensino também em Betim e em Contagem e a Fazenda Experimental em Esmeraldas. Outros três campi funcionam em Arcos, região central de Minas, em Poços de Caldas, no sul do Estado e no município do Serro, região do Alto Jequitinhonha. Essa estrutura multicampi reúne aproximadamente uma centena de prédios, que abrigam salas de aulas, laboratórios, bibliotecas, museu, salas multimídia, teatros, auditórios, hospitais veterinários, clínicas de fisioterapia, de odontologia e de psicologia, canal de TV e outros equipamentos.

Reconhecidamente uma das melhores instituições brasileiras no ensino superior, a PUC Minas investiu e expandiu nos últimos anos suas atividades em pesquisa, pós-graduação e extensão, com a criação de cursos de Mestrado e de Doutorado, maior interação com o setor produtivo e científico e o estreitamento de relações com a sociedade, com ênfase nos projetos de inclusão social e de redução das diferenças. Fazem parte dessa postura os programas de educação continuada e a atuação em campos como assistência judiciária gratuita, atendimento à saúde e desenvolvimento de projetos voltados para os setores mais carentes da sociedade, com envolvimento de seus professores e alunos, de forma a garantir altos padrões de qualidade.

O traço comum de sua atuação, em todas as áreas, é a preocupação com o avanço da ciência e do conhecimento e a sintonia que busca manter com os anseios da sociedade moderna e democrática.

Fonte: http://www.pucminas.br

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2004


PUC – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

A história da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul tem como ponto de partida a vinda dos Irmãos Maristas para o Brasil - congregação religiosa fundada por São Marcelino Champagnat no ano de 1817, em La Vallá (perto de Lyon - França). No ano de 1900, os primeiros Maristas chegaram à cidade de Bom Princípio (RS), a pedido de Dom Cláudio José Gonçalves Ponce de Leão, bispo do Rio Grande do Sul. A partir dessa data, muitos outros religiosos maristas - tendo sempre como ideal o ensino e a formação integral da juventude - vieram da Europa. Nas cidades em que se estabeleciam, foram abrindo escolas conforme era necessário.

Em 1904, usando as instalações da Igreja Nossa Senhora do Rosário, foi aberta a Escola Nossa Senhora do Rosário, sendo pároco o Mons. Hipólito Costabile. A transferência do Colégio Nossa Senhora do Rosário, do Antigo Seminário (hoje Cúria Metropolitana) para a Av. Independência, ocorreu em 1927. A instituição destacava-se pela sua Escola Superior de Comércio que, sob a direção do Irmão Afonso, teve grande desenvolvimento. Os alunos, que se formavam peritos contadores, pediram a continuidade de seus estudos em nível universitário. Fundou-se então a Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas, que começou a funcionar em março de 1931. Era o primeiro passo para a constituição da Universidade.

O projeto dos Irmãos Maristas foi conduzido pela visão do Irmão Afonso, com a colaboração do Irmão Faustino João e dos professores Eloy José da Rocha, Elpídio Ferreira Paes, Salomão Pires Abrahão, Francisco Juruema, Irmão José Otão e Antônio César Alves, entre outros. Em 1940, foi fundada a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, seguida pela Faculdade de Serviço Social, no ano de 1945, e pela Faculdade de Direito, em 1947. Com as quatro faculdades, a União Sul Brasileira de Educação e Ensino (USBEE), entidade civil dos Irmãos Maristas, requereu ao Ministério da Educação a equiparação de universidade.

Pelo Decreto nº 25.794, de 9 de novembro de 1948, do presidente Eurico Gaspar Dutra, as faculdades passaram a constituir a Universidade Católica do Rio Grande do Sul, a primeira criada pelos Irmãos Maristas no mundo. Dois anos depois, no dia 1º de novembro de 1950, o Papa Pio XII, solicitado pela Mantenedora e pelo arcebispo Dom Vicente Scherer, outorgou à Universidade o título de Pontifícia.
- Transferência

A Universidade dividiu o espaço com o Colégio Nossa Senhora do Rosário até 1960, quando começou a transferência da Faculdade de Odontologia para o Campus do Partenon. Em 1962, inauguraram-se os prédios 6 e 8 da Faculdade de Odontologia e da Escola de Engenharia respectivamente. À medida que as construções ficavam prontas, outras unidades eram transferidas.

No mês de setembro de 1968, com a presença do presidente Arthur da Costa e Silva, foi inaugurada solenemente a Cidade Universitária.
- Hospital São Lucas

A necessidade de construir um hospital surgiu com o início do funcionamento da Faculdade de Medicina, em 1970. Três anos depois, com a conclusão da construção dos ambulatórios, os atendimentos iniciaram. A inauguração do Hospital São Lucas (HSL) ocorreu no dia 29 de outubro de 1976, com a presença do cardeal Vicente Scherer, do reitor Irmão José Otão e do presidente da República, Ernesto Geisel. Atualmente, o HSL possui 539 leitos e 2.465 funcionários. Circulam pelas suas dependências cerca de 18 mil pessoas por dia.
- Outros Campi

A criação da primeira Faculdade de Zootecnia do Brasil marcou o início das atividades do Campus Uruguaiana, voltado para o desenvolvimento da Região Oeste do Rio Grande do Sul. As aulas do curso de Zootecnia iniciaram em 1966, mas a estrutura de campus foi implantada apenas em 1987, com a incorporação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Atualmente o campus é estruturado em quatro faculdades, que oferecem 16 cursos de graduação.

Em Porto Alegre, desde 1999, a PUCRS desenvolve o Campus Zona Norte, localizado na Av. Baltazar de Oliveira Garcia, 4879. São oferecidos os cursos de Administração de Empresas, Ciências Jurídicas e Sociais.

Consciente de sua responsabilidade como instituição de ensino, pesquisa e extensão, a Universidade procura permanentemente renovar-se, reafirmando seu compromisso com a comunidade.

Assim, o novo Campus Viamão, criado em 31 de março de 2004, teve seu funcionamento autorizado pela Portaria nº 898, do Ministério da Educação. O Campus conta com área construída superior a 32 mil m², estrutura adequada para o atendimento de seus alunos e da comunidade em geral, salas especiais para ação pedagógica, de convivência de professores e funcionários, de coordenação de cursos, de monitoria e de estudos, bem como moderno Laboratório de Informática. A Biblioteca dispõe de acervo em várias áreas, catálogo on-line, acesso à Internet e ao Portal Periódicos da Capes. Localizado em terreno com mais de 15 hectares, na avenida Senador Salgado Filho, nº 7.000, no bairro Lisboa, o Campus Viamão, oferece um lugar aprazível, com áreas de convívio ao ar livre, agradáveis recantos naturais e segurança à comunidade universitária e aos visitantes.
 
- Ampliação das Atividades

A Universidade também tem sua atuação dirigida à população carente no Campus Aproximado Vila Nossa Senhora de Fátima, criado em 1980. No local, estudantes e professores prestam serviços à comunidade nas áreas de Arquitetura e Urbanismo, Educação, Enfermagem, Letras, Matemática, Medicina, Odontologia, Psicologia e Serviço Social. Equipes do Hospital São Lucas e do Instituto de Geriatria e Gerontologia também promovem atividades de ensino e serviços no local.

Em São Francisco de Paula, na serra gaúcha, a Universidade mantém o Pró-Mata - Centro de Pesquisas e Conservação da Natureza. Localizado numa região da Mata Atlântica, o centro é referência internacional no estudo e na preservação da biodiversidade brasileira. O Pró-Mata foi criado em 1991 com o apoio da Universidade de Tübingen, da Alemanha. Hoje ocupa uma área de 4.500 hectares.
- PUCRS Hoje

A Universidade entrou no século XXI comemorando o sucesso de projetos consolidados e expandindo a sua estrutura. O Museu de Ciências e Tecnologia (MCT) firmou-se como o maior museu interativo da América do Sul e ampliou o acesso à sua estrutura com dois programas. O Projeto Museu Itinerante (Promusit) vale-se de um caminhão equipado com diversos experimentos para levar o museu a outras cidades do Estado. O Projeto Pró-Escola Ciência disponibiliza um ônibus para trazer crianças de escolas com poucos recursos até o MCT.

A PUCRS Virtual, voltada para a educação a distância, formou mais de 9 mil pessoas desde que iniciou suas atividades, em 2000. Passaram pelos seus cursos cerca de 630 professores da Universidade e mais de 2.500 alunos. A unidade oferece 25 opções de cursos entre especialização, extensão, graduação e pós-graduação.

Entre os projetos novos, destacam-se o Parque Tecnológico (TECNOPUC) e o Parque Esportivo. O TECNOPUC ocupa a área que pertencia ao 18º Batalhão de Infantaria Motorizada e será usado para a instalação de empresas que queiram desenvolver pesquisas.

A estrutura do Parque Esportivo, que está sendo construído junto ao prédio da Faculdade de Educação Física e Ciências do Desporto, permitirá a prática de diferentes esportes, o desenvolvimento de pesquisas na área médica e será uma referência em Porto Alegre para eventos de grande porte.
- Mantenedora

A PUCRS é mantida, desde o ano 2000, pela União Brasileira de Educação e Assistência (UBEA), entidade civil dos Irmãos Maristas, com sede em Porto Alegre.

Fonte: http://www.pucrs.br/
 

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