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Os subsídios
financeiros e institucionais ao Prêmio Luiz
Beltrão foram garantidos pelas instituições
citadas a seguir, de acordo com o ano em que o
prêmio foi realizado:

1998
AIP
- Associação de Imprensa de Pernambuco
Governo e
Assembléia Legislativa de Pernambuco
Governo: (http://www.pe.gov.br)
Assembléia: (http://www.alepe.pe.gov.br)
Perfil
da Assembléia Legislativa de Pernambuco
-
Histórico
1875
Em 1º de março é inaugurada a Sede do
Legislativo, na Rua da Aurora Projeto do
Engenheiro José Fibúrcio Pereira de Magalhães,
que também dirigiu as obras realizadas por José
Inácio D'ávila.
1948 Por indicação do Deputado Tabosa de
Almeida, o Edifício ganhou o nome de Palácio
Joaquim Nabuco.
1985 O Presidente da Assembléia Legislativa,
Felipe Coelho, construiu o Anexo I: prédio de 6
andares, estilo contemporâneo, em frente à
Sede na Rua da União.
1996 Sob a Presidência do Deputado Pedro Eurico
e a Administração do 1º Secretário José
Marcos de Lima, os Prédios Sede e Anexo I
recebem reforma geral. É dado início ao
processo de informatização, através da aquisição
e instalação do ambiente computacional, além
da disponibilização de informações na
Internet.
1997/1998 Nesse biênio, a Mesa Diretora,
Presidida pelo Deputado Djalma Paes e sob a
Administração do 1º Secretário Deputado
Sebastião Rufino, equacionou o antigo problema
de espaço físico, através da aquisição dos
prédios Anexo II, Anexo III e Anexo IV. A
modernização foi impulsionada, através do
desenvolvimento e instalação de sistemas
computacionais, voltados para integração e
fortalecimento das áreas Legislativa e
Administrativa da Casa. Inovando com a implantação
o " Sistema de Trâmite Legislativo e Trâmite
de Documentos Formais", pioneiro em todo o
País.
- Atribuições
Estado de
Pernambuco, Título II, Capítulo II, Seção
II, relativa às atribuições do Poder
Legislativo
Art. 14 -
Compete exclusivamente a Assembléia
Legislativa:
I -
eleger a Mesa Diretora e constituir suas comissões;
II -
elaborar e votar o seu Regimento Interno;
III -
dispor sobre sua organização, funcionamento,
policia, criação, transformação ou extinção
de cargos, empregos e funções dos seus serviços,
fixação da respectiva remuneração,
observados os Princípios estabelecidos na lei
de diretrizes orçamentárias;
IV -
propor projetos de lei que criem ou extingam
cargos, empregos ou funções nos seus serviços
e fixem os respectivos vencimentos;
V -
fixar a remuneração dos Deputados, nos termos
desta Constituição;
VI -
julgar as contas do Poder Legislativo
apresentadas obrigatoriamente pela Mesa;
VII -
julgar as contas do Tribunal de Contas do
Estado, do Tribunal de Justiça e dos que vierem
a ser criados;
VIII
- dar posse ao Governador e ao Vice-Governador
do Estado, conhecer-lhes da renuncia e apreciar
os seus pedidos de licença;
IX -
fixar, para cada exercício financeiro, a
remuneração do Governador, do Vice-Governador
e dos Secretários de Estado;
X -
julgar as contas do Governador e apreciar os
relatórios sobre a execução dos planos de
Governo;
XI -
proceder a tomada de contas do Governador,
quando não apresentadas a Assembléia
Legislativa, dentro de sessenta dias, após a
abertura da sessão legislativa;
XII -
autorizar, por dois terços dos seus membros, a
instauração de processos contra o Governador e
o Vice-Governador, relativos a crime de
responsabilidade, ou contra os Secretários de
Estado, nos crimes conexos aos do Chefe do Poder
Executivo;
XIII
- deliberar, por maioria absoluta em reunião e
escrutínio secretos, sobre a exoneração do
Procurador-Geral da Justiça, antes do termino
do seu mandato, na forma prevista em lei
complementar;
XIV -
autorizar o Governador do Estado e o
Vice-Governador, quando no exercício do cargo
de Governador, a se ausentarem do Estado por
mais de quinze dias;
XV -
aprovar ou suspender, por votação secreta, a
intervenção nos Municípios, salvo quando
decorrente de Decisão judicial;
XVI -
aprovar, por maioria absoluta e escrutínio
secreto, a escolha dos Conselheiros do Tribunal
de Contas do Estado;
XVII
- solicitar, por deliberação da maioria
absoluta, intervenção federal para assegurar o
cumprimento da Constituição da República e
desta Constituição, bem como para assegurar o
livre exercício de suas atribuições;
XVIII
- apreciar, em escrutínio secreto e por maioria
absoluta, os vetos apostos pelo Governador;
XIX -
sustar, mediante decreto legislativo, os atos
normativos do Poder Executivo que exorbitem do
poder regulamentar ou dos limites da delegação
legislativa;
XX -
fiscalizar a execução do plano plurianual, da
lei de diretrizes orçamentárias e dos Orçamentos
anuais;
XXI -
dispor sobre o sistema existente de Assistência
e Previdência sociais de seus membros;
XXII
- requisitar, por solicitação de qualquer
deputado, informações e copias autenticadas de
documentos referentes as despesas realizadas por
órgãos e entidades da administração direta,
indireta ou fundacional, do Estado, do Poder
Judiciário, do Tribunal de Contas e de sua Mesa
Diretora;
XXIII
- suspender, no todo ou em parte, a execução
de leis declaradas inconstitucionais por Decisão
do Tribunal de Justiça, com transito em
julgado, quando limitada ao texto da Constituição
Estadual;
XXIV
- emendar a Constituição, promulgar leis nos
casos de silencio do Governador, expedir
decretos legislativos e resoluções;
XXV -
autorizar referendo e convocar plebiscito;
XXVI
- propor ação de inconstitucionalidade pela
Mesa Diretora;
XXVII
- aprovar, por voto secreto e maioria absoluta,
a nomeação do Administrador-Geral do Distrito
Estadual de Fernando de Noronha;
XXVIII
- mudar, temporariamente, sua sede, autorizada
por dois terços dos seus membros;
XXIX
- receber renuncia de Deputado;
XXX -
declarar a perda de mandato de Deputado por voto
da maioria absoluta de seus membros;
XXXI
- ordenar a sustação de contrato impugnado
pelo Tribunal de Contas;
XXXII
- autorizar, previamente, operações
financeiras externas de interesse do Estado;
XXXIII
- apreciar o relatório e a prestação de
contas de interventor em Município, remetidos
por intermédio do Governador;
XXXIV
- prover, por concurso publico de provas e títulos,
os cargos vagos e criados por lei, necessários
a realização de suas atividades, salvo os de
confiança, assim definidos em lei.
Art. 15 - Cabe
a Assembléia Legislativa, com a sanção do
Governador, legislar sobre as matérias da
competência do Estado, e especialmente:
I - o
plano plurianual, as diretrizes orçamentárias
e os Orçamentos anuais;
II -
a divida Pública estadual e a autorização de
abertura de operações de credito;
III -
o sistema Tributário, a arrecadação e a
distribuição de rendas e matéria financeira;
IV -
a autorização para a alienação, cessão e
arrendamento de bens imóveis do Estado e
recebimento de doações com encargos;
V - a
criação, transformação e extinção de
cargos, empregos e funções, na administração
Pública, fixando-lhes a remuneração;
VI -
a criação, incorporação, fusão e
desmembramento de Municípios, ou alteração de
seus limites, preservando a continuidade e a
unidade histórico-cultural do ambiente urbano,
obedecidos os requisitos previstos em lei
complementar estadual, dependendo do resultado
da consulta previa as populações interessadas,
mediante plebiscito;
VII -
a criação, estruturação e atribuições das
Secretarias de Estado.
Parágrafo Único
- Compete-lhe, ainda, legislar, em caráter
concorrente ou supletivo, sobre as matérias
previstas na Constituição da República e
nesta Constituição.

Prefeitura do Recife
Fonte: (www.recife.pe.gov.br)
-
MISSÃO DA PREFEITURA DO RECIFE
Promover um governo radicalmente democrático,
direcionado para fazer do Recife uma Cidade
fisicamente organizada, economicamente sustentável,
socialmente justa e de convivência fraterna,
onde possa se impor o respeito à natureza, à
vida e aos direitos essenciais de todos os seus
habitantes. Uma cidade construída com base na
cidadania.

Câmara
Municipal do Recife
Fonte: (www.camara.recife.pe.gov.br)
- Surgimento:
O Surgimento da
Câmara Municipal do Recife está diretamente
vinculado ao nascimento da própria vila do
Recife. O motivo dessa coincidência reside no
fato de que as câmaras municipais constituíam-se
numa velha instituição administrativa da Coroa
Portuguesa e, quando os lusitanos colonizaram o
Brasil, trouxeram para cá todas as suas
instituições.
Assim sendo, no
momento da ciração de uma nova vila, a lei
obrigava a que se tomassem as seguintes providências:
inaugurar o Pelourinho e convocar os cidadãos
locais (chamados na época os "homens
bons"), para eleger os primeiros
vereadores. O nome pelourinho têm sua origem na
bola que encimava a coluna de alvenaria (em
latim denominada de "pirorium") e que
era construída sobre um pedestal, com escadaria
feita de pedras. Erguido na praça principal da
vila, o pelourinho era uma espécie de marco ou
emblema da adminstração, servindo também como
local de castigo aos criminosos e escravos
fugidos.
- Vila do
Recife:
Segundo
registros históricos, no dia 15 de fevereiro de
1710 foi, por ordem do rei de Portugal,
instalada a vila do Recife e também inaugurada
a sua Câmara Municipal. Foram então realizadas
as primeiras eleições, tendo sido eleito
presidente o Juiz de Fora José Ignácio de
Arouche, estreitamente ligado aos moradores de
Olinda e, por esse motivo, cheio de má-vontade
para com a Câmara do Recife.
Foi bastante
curto o funcionamento dessa primeira
legislatura. No dia 17 de novembro de 1710, os
"nobres", como eram chamados os
moradores de Olinda, invadiram a vila do Recife,
derrubam o Pelourinho e seguiram para a Câmara
Municipal. Lá chegando espancaram os
vereadores, rasgaram suas roupas, tomaram os
seus distintivos, prenderam-nos e declararam
fechada a Câmara do Recife. Em seguida, destruíram
as atas e outros documentos.
Essa situação
manteve-se até o dia 18 de junho de 1711,
quando os recifenses rebelaram-se e enfrentaram
os agressores num combate armado que
prolongou-se até 08 de outubro desse mesmo ano.
Neste dia chegou ao Recife um novo governador
para Pernambuco, Felix José Machado que
restabeleceu a ordem, prendendo e processando os
chefes da revolta em Olinda.
Assim, no dia
18 de novembro foi reconstituído o Pelourinho
(colocado no pátio defronte da Igreja do Corpo
Santo, hoje desaparecida), sendo estão reaberta
a Câmara Municipal.
- Casa de José
Mariano:
A Partir de então
a Câmara funcionou normalmente, até a Proclamação
da República, em 1889, quando foi
temporariamente suspensa durante o governo do
Marechal Deodoro da Fonseca. Com a promulgação
da Constituição de 1891 foi transformada em
Conselho de Independência Municipal. Por essa
época, foi eleito Presidente da Câmara (então
Conselho), José Mariano Carneiro da Cunha que,
como Joaquim Nabuco, liderava as ações contra
a escravidão no Brasil, iniciadas em 1884.
Considerado um dos maiores políticos do seu
tempo, o Conselheiro José Mariano (assim era
denominado o vereador) chegou a ser o primeiro
prefeito eleito do Recife, sendo que até sua época
não existia essa figura na administração pública
brasileira. Foi em homenagem à sua atuação
parlamentar que, já na década de 40 deste século,
os vereadores do Recife elegeram como Patrono da
Câmara Municipal do Recife, que passou desde
então a denominar-se "Casa de José
Mariano".
Com a
estabilização do governo republicano as Câmaras
Municipais prosseguiram com seu funcionamento até
o ano de 1930, quando foram fechadas pelo
governo de Getúlio Vargas. Com a promulgação
da nova Constituição, em 1934, foram reabertas
em todo o país as casas legislativas
municipais, tendo a do Recife voltado a
funcionar no ano de 1936.
Teve vida
bastante curta a Câmara eleita em 1936. No dia
10 de novembro de 1937, ocorreu um novo golpe de
estado com Getúlio Vargas assumindo mais uma
vez o poder e fechando todas as casas de
parlamento. Com a redemocratização do país,
foi promulgada a Constituição de 1946 que
restaurou mais uma vez a autonomia municipal.
Com todas as suas prerrogativas reasseguradas, a
Câmara Municipal do Recife, reiniciou os seus
trabalhos com vereadores eleitos para o período
de 1947 a 1950.
Foi uma época
muito atribulada, que culminou com a Lei Federal
n. 211 de 07 de janeiro de 1948, que cassou o
mandato de todos os parlamentares acusados de
serem comunistas ou socialistas. Dos trinta e um
vereadores eleitos, doze perderam o mandato,
entre eles: Carlos Duarte, Júlia Santiago,
Ramiro Justino e muitos outros. Nessa época a Câmara
funcionava no Edifício Alfredo Fernades,
situado na Av. Barbosa Lima, bairro do Recife.
Essa rua era perpendicular à mal-afamada Rua da
Guia, servindo de pretexto para muitos batizarem
o prédio de "Câmara da Rua da Guia",
o que incomodava bastante os parlamentares.
- Parque 13 de
Maio:
Em 1962 começaram
as obras para transferência da Câmara para um
novo prédio onde funcionava a Escola Normal do
Recife, situado na Rua Princesa Isabel, num dos
ângulos do Parque Treze de Maio, onde se
encontra localizada até o presente. As novas
instalações da Câmara foram solenemente
reinauguradas em 1963, sob os governos do Dr.
Miguel Arraes (governador) e do Engenheiro
Arthur Lima Cavalcanti (prefeito).
Com o golpe
militar de 1964, a Câmara viveu um novo período
de perseguições políticas e cassações de
mandatos, mas não chegou a ser fechada.
Instaurado o
processo de abertura política, que culminou na
promulgação da Constituição de 1988,
denominada "Constituição Cidadã",
foi reestruturado o aparato administrativo do
Estado brasileiro e definidas novas atribuições
às Câmaras Municipais. Como decorrência de
uma maior autonomia política aos municípios,
coube às Câmaras Municipais, em 1990, a tarefa
de elaborar suas Leis Orgânicas Municipais. A
Lei Orgânica do Recife, que se acha atualmente
em vigor, é um instrumento legal equivalente a
uma Constituição, regendo os destinos
administrativos da cidade.
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1999

A história da
Universidade Gama Filho começou em 1939,
quando o Ministro Luiz Gama Filho criou o Ginásio
Piedade.
Hoje a UGF é uma das mais importantes
instituições de ensino superior do Rio de
Janeiro e conta com as Unidades Barra-Downtown
e Centro-Candelária, além dos Campi Gonzaga
da Gama Filho (Piedade) e Jacarepaguá. O Colégio
Gama Filho - Unidades Piedade e Jacarepaguá -
também faz parte da Instituição.
Formando anualmente cerca de três mil
profissionais em seus cursos de Graduação,
especialização (Pós-graduação Lato sensu),
mestrado e doutorado (Pós-graduação Stricto
sensu), a Gama Filho tem como principal
objetivo capacitar alunos nas diversas áreas
da educação superior, oferecendo a informação
teórica e estimulando e desenvolvendo seu
potencial crítico e observador através de prática.
Para oferecer uma formação completa, a
Universidade envolve seus alunos em trabalhos
de assistência à comunidade e em atividades
culturais e esportivas.
Fonte:
http://www.ugf.br/
Academia
Brasileira de Letras

Ex
libris
da Academia Brasileira de Letras.
-
APRESENTAÇÃO
A Academia
Brasileira de Letras teve início na reunião
preparatória de 15 de dezembro de 1896 e foi
oficialmente instalada na sessão de 20 de julho
de 1897, sob a presidência de Machado de Assis.
Conforme
seus Estatutos, a Academia, com sede no Rio de
Janeiro, tem por fim a cultura da língua e da
literatura nacional. Compõe-se de 40 membros
efetivos e perpétuos, eleitos por seus pares em
votação secreta, e de 20 sócios
correspondentes estrangeiros.
-
O INÍCIO
No
fim do século XIX, Afonso Celso Júnior, ainda
no Império, e Medeiros e Albuquerque, já na
República, manifestaram votos por uma academia
nacional, como a Academia Francesa. O êxito
social e literário da Revista Brasileira,
de José Veríssimo, daria coesão a um grupo de
escritores e, assim, possibilidade à idéia.
Lúcio
de Mendonça teve, então, a iniciativa de uma
Academia de Letras, sob a égide do Estado, que
se escusaria, à última hora, a tal aventura de
letrados. Foi fundada então, independentemente,
a Academia Brasileira de Letras.
As
primeiras notícias saíram a 10 de novembro de
1896, na Gazeta de Notícias, e, no dia
imediato, no Jornal do Commercio. As sessões
preparatórias iam começar: na primeira, a 15
de dezembro, às três da tarde, na sala de redação
da Revista Brasileira, na travessa o
Ouvidor, n. 31, foi logo aclamado presidente
Machado de Assis.
A
28 de janeiro do ano seguinte, seria a sétima e
última sessão preparatória. Compareceram a
ela, instalando a Academia: Araripe Júnior,
Artur Azevedo, Graça Aranha, Guimarães Passos,
Inglês de Sousa, Joaquim Nabuco, José Veríssimo,
Lúcio de Mendonça, Machado de Assis, Medeiros
e Albuquerque, Olavo Bilac, Pedro Rabelo,
Rodrigo Otávio, Silva Ramos, Teixeira de Melo,
Visconde de Taunay. Também Coelho Neto, Filinto
de Almeida, José do Patrocínio, Luís Murat e
Valentim Magalhães, que haviam comparecido às
sessões anteriores. Ainda Afonso Celso Júnior,
Alberto de Oliveira, Alcindo Guanabara, Carlos
de Laet, Garcia Redondo, conselheiro Pereira da
Silva, Rui Barbosa, Sílvio Romero e Urbano
Duarte, que aceitaram o convite e a honra.
Eram
trinta membros. Havia mister completarem-se os
quarenta, como na Academia Francesa. Foi o que
fizeram os dezesseis presentes à sessão,
elegendo os dez seguintes: Aluísio Azevedo, Barão
de Loreto, Clóvis Beviláqua, Domício da Gama,
Eduardo Prado, Luís Guimarães Júnior, Magalhães
de Azeredo, Oliveira Lima, Raimundo Correia e
Salvador de Mendonça. Os Estatutos são
assinados por Machado de Assis, presidente;
Joaquim Nabuco, secretário-geral; Rodrigo Otávio,
1º secretário; Silva Ramos, 2º secretário; e
Inglês de Sousa, tesoureiro.
A
20 de julho de 1897, numa sala do Pedagogium,
na Rua do Passeio, realizou-se a sessão
inaugural, na qual estiveram presentes dezesseis
acadêmicos. Fez uma alocução preliminar o
presidente Machado de Assis. Rodrigo Otávio, 1O
secretário, leu a memória histórica dos atos
preparatórios, e o secretário-geral, Joaquim
Nabuco, pronunciou o discurso inaugural.
In:
Anuário 1998-2001
Fonte:
http://www.academia.org.br
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2000
Universidade
Federal do Amazonas
A história
da Universidade Federal do Amazonas inicia em
17 de janeiro de 1909, quando um grupo de
homens, idealistas e ousados, irmanados de um
forte espírito de construção coletiva,
fundou a primeira universidade brasileira, a
Escola Universitária Livre de Manáos, mais
tarde denominada Universidade de Manáos, no
coração da Amazônia, enfrentando todas as
hostilidades que o amazônida aprendeu a
vencer.
Essa grande
empreitada, que para muitos parecia temerária
e inexeqüível, exigindo grandes sacrifícios
de seus fundadores, revelou-se uma iniciativa
de sucesso e um exemplo de busca de melhor
qualidade de vida para o nosso povo pela
socialização do conhecimento.
A nova
universidade, concebida por Eulálio Chaves,
já nasceu alicerçada no espírito
democrático que hoje permeia a comunidade
universitária, com respeito à pluralidade de
idéias, elegendo diretamente Astrolábio
Passos como seu primeiro diretor geral, com os
votos dos docentes da Faculdade de Ciências
Jurídicas e Sociais, Faculdade de Medicina,
Faculdade de Ciências e Letras e Faculdade de
Engenharia que, juntas, constituíram a
Universidade de Manáos.
Para sua
implantação, convergiram forças de toda a
sociedade amazonense, desde a contribuição
financeira do simples cidadão, ansioso pelo
advento do ensino superior no Amazonas às
subvenções do Estado e dos municípios de
Manaus, Maués, Parintins, Coari, Lábrea,
Benjamin Constant, Manicoré, Humaitá e
Codajás, comprometendo, desde então, a nossa
universidade com o homem do interior, como
efetivamente ocorre nos dias atuais.
Foram
grandes as dificuldades pelas quais passou a
Universidade de Manáos, até a sua
desintegração em cursos isolados. Maior
ainda foi a determinação da sociedade
amazonense de refundar a sua universidade em
12 de junho de 1962, por força da lei federal
4.069-A, de autoria do seu idealizador, o
senador Arthur Virgílio Filho, sendo
rebatizada com o nome de Universidade do
Amazonas, e constituída pela reintegração
das instituições de ensino superior isoladas
que atuavam em nosso Estado. Com a Lei Federal
10.468, de junho de 2002, passou a ser
denominada Universidade Federal do Amazonas.
A capacidade
que nossa universidade tem demonstrado de
crescer nas adversidades vem da sua
construção coletiva, desde a sua origem, da
consciência da relevância da pluralidade da
sua comunidade, da certeza de que para cumprir
plenamente seu papel social precisa de todos
os seus talentos, de todas as suas
competências e de todas as posições
ideológicas, sem espaço para exclusões.
O sonho da
primeira década do século passado, de
implantação de uma universidade amazônica,
realiza-se com a Universidade Federal do
Amazonas, que tanto orgulho dá ao povo
amazonense, avançando a cada ano na sua nobre
missão de cultivar o saber em todas as áreas
do conhecimento por meio do ensino, pesquisa e
extensão, contribuindo decisivamente para a
formação de cidadãos e o desenvolvimento da
Amazônia.
Hoje, a Ufam
oferece 51 cursos de graduação e 19 de
pós-graduação em nível de mestrado, sendo
13 credenciados pela Capes, um em nível de
doutorado e cerca de 30 na modalidade lato
sensu. Dos 766 professores que atuam nas 11
unidades acadêmicas, 218 são doutores, 344
são mestres, 119, especialistas, e 85,
graduados. Em 2003, a Universidade possuía
regularmente matriculados 20,5 mil alunos nas
áreas de graduação e pós-graduação.
A história
do selo da Ufam começou em 1909, quando o
engenheiro Eulálio Chaves o idealizou para a
Escola Universitária Livre de Manáos. O
projeto, que sofreu alterações posteriores,
adotava como símbolo um ninho de pelicanos,
representativo da dedicação que deve ser o
apanágio de todos os iniciadores, fundadores
e continuadores da instituição. O ninho
tinha como cercadura dois ramos, sendo um de
café e outro de fumo, significando o amor às
tradições patrióticas. O arco superior
tinha os dizeres "Universidade Livre de
Manáos", e o arco inferior era ocupado
pela frase latina "Vere dignum et justum
est" (Verdadeiramente, é digno e justo).
No topo do emblema, havia uma estrela.
Discutido o
projeto, foram apresentadas várias emendas:
pelo Dr. Henrique Moers, que propôs a
substituição da frase latina do projeto por
"Per asperrima ad asta" (Através do
rigor, chega-se à imortalidade), pelo dr.
Simplício Coelho de Rezende, que pediu a
eliminação do ninho de pelicanos, pelo dr.
Raimundo Filgueiras, que propôs a
substituição do ninho por um livro fechado e
sobre este um mocho (ave noturna semelhante à
coruja), pelo dr. Regalado Batista, que pediu
a colocação de uma águia no lugar do ninho,
pelo dr. Galdino Ramos, que propôs como
símbolo a confluência dos rios Negro e
Solimões, e novamente pelo dr. Regalado
Batista, que sugeriu a frase latina "Veritas
in universa scientia", transposta por
Henrique Moers para "In universa scientia
veritas".
Finalmente, o
selo foi aprovado como um círculo de 50
milímetros de diâmetro, tendo no centro a
confluência dos rios Negro e Solimões, com a
cercadura dos ramos de café e tabaco, uma
estrela, e no arco superior, os dizeres
"Escola Universitária Livre de Manáos",
e no inferior, a frase "In universa
scientia veritas" ("A ciência como
verdade universal, em tradição livre")
- Primeira
Universidade Brasileira
A
Universidade Federal do Amazonas é
considerada a primeira universidade
brasileira, pois originou-se da Escola
Universitária Livre de Manáos, criada em
1909. Mesmo com a extinção da Escola,
permaneceu a Faculdade de Direito, que se
tornou um "embrião" da atual Ufam.
O fato foi registrado em 1995 no Guinness
Book, o livro dos recordes.
- Campus
A área do
campus universitário - 6,7 milhões de
metros quadrados - a torna a maior área
verde urbana do País. Nela são encontrados
várias espécies da fauna - como
preguiças, pacas, sauins-de-coleira - e da
flora, em meio a uma grande porção de mata
virgem.
A parte construída corresponde a cerca de
35% do projeto arquitetônico original
(excluída a Faculdade de Estudos Sociais,
em construção), de autoria do arquiteto
Severiano Mário Porto, que lhe rendeu
menção honrosa, em 1987, do Instituto dos
Arquitetos do Brasil (IAB/RJ).
Fonte:
http://www.fua.br/

UNINORTE -
Centro Universitário do Norte
O
UNINORTE está hoje entre as maiores instituições
de ensino superior do Amazonas. Atualmente,
conta com 16 cursos de graduação, alguns com
mais de uma habilitação, e atuam, ainda, nas
áreas de pós-graduação e extensão.
Com o nome fantasia de Faculdades Objetivo, o
Instituto Cultural de Ensino do Amazonas (Icesam),
criado em 1998, era mantido pela Sociedade de
Desenvolvimento Cultural do Amazonas (Sodecam),
fundada em 1991. Mas a história das Faculdades
Objetivo começou, na prática, em 1994, quando
foram implantados os cursos de Turismo,
Administração com ênfase em Análise de
Sistemas e Tecnologia em Processamento de Dados.
O UNINORTE - Centro Universitário do Norte -
foi autorizado a funcionar e substituir o ICESAM
a partir de 15 de abril de 2004.
Ao longo desses anos, a instituição investiu
em qualificação profissional, tecnologia e
infra-estrutura. Hoje, seu trabalho na área
educacional vem sendo reconhecido. No provão do
MEC, o curso de Administração das Faculdades
Objetivo obteve a melhor classificação entre
as instituições da Região Norte.
Vários alunos das faculdades ganharam prêmios
nacionais, como Daniel Gerbardo e Kernella
Souza, selecionados entre estudantes de Turismo
de todo o Brasil para fazer um estágio na
Disney World; a estudante de Comunicação
Social Raquel Areosa, terceira colocada em um
concurso nacional de outdoor sobre o "lixo
urbano"; e a estudante de Administração
em Recursos Humanos Márcia Oliveira, que ganhou
o prêmio Belmiro Siqueira, promovido pelo
Conselho Federal de Administração.
Inicialmente, o UNINORTE, ainda com o nome de
Faculdades Objetivo, funcionou na rua Frei
Lourenço, 33, Centro, com os cursos de Turismo,
Administração com ênfase em Análise de
Sistemas e Tecnologia em Processamento de Dados.
Em 1996, todas as instalações foram
transferidas para o prédio localizado na
avenida Joaquim Nabuco, 1232, onde o Centro
Universitário funciona até hoje.
Com o aumento no número de cursos, foram
construídas cinco novas unidades – na rua
Recife, onde pela manhã funciona o Colégio
Objetivo; na av. Joaquim Nabuco, que atende
exclusivamente o curso de Administração; na
rua Huascar de Figueiredo, na Ramos Ferreira e
na Emílio Moreira, que atende o curso de
Direito.
Nas instalações da unidade da Emílio Moreira
funcionam também os curso de Pós-Graduação e
o escritório modelo do curso de Direito.
Fonte:
http://www.objetivomao.br/

Centro
Universitário Nilton Lins
"Nossa
missão é Educar a Amazônia"
|
O
Centro Universitário Nilton Lins está
presente em Manaus, oferecendo serviços
educacionais desde 1986. Atende hoje a
um contingente de aproximadamente 13.000
alunos distribuídos em 40 cursos de
Graduação das áreas de Ciências
Humanas, Biológicas e Exatas. Oferece
ainda educação infantil, fundamental e
médio (escolas), cursos de pequena duração
(Pró-Reitoria de Extensão) e
atualmente três Mestrados e três
Cursos de Especialização (Pró-Reitoria
de Pós-Graduação); além das inúmeras
opções de suplementação educativa
como idiomas, informática etc.
Buscando
cumprir sua missão, o Centro Universitário
Nilton Lins renova-se internamente,
articula suas metodologias e moderniza
seus espaços segundo as tendências de
mercado do |
Foto:
Ascom

Dom
Quixote (símbolo da UNINILTONLINS) |
|
ensino
de qualidade.
-
"UNINILTON LINS – Agente do
desenvolvimento Educacional na Amazônia"
Gerenciado
por uma Administração Superior, o
Centro Universitário Nilton Lins
oferece cursos de Qualificação,
Habilitação Profissional e Aperfeiçoamento,
a fim de acompanhar as transformações
da área do Ensino, dinamizando as
atividades didáticas - pedagógicas, as
práticas reconstrutivas da busca do
conhecimento novo e a troca das experiências
e do aprimoramento profissional.
Na crescente busca de um ensino aperfeiçoado
com padrões de qualidade, o Centro vem
desencadeando ações capazes de
redimensionarem a prática educativa na
instrumentalização teórica do indivíduo
(aprender a conhecer) centrada na
apropriação de conceitos e fundamentos
que desenvolvam a capacidade de
compreensão do mundo e consequentemente,
sua inserção no mercado de trabalho
amazônico, que é um espaço geográfico
privilegiado, em face à imensa gama de
recursos potenciais inexplorados, que
por si sós, têm auto-suficiência para
estimular a implantação de novos
empreendimentos. E a formação de
recursos humanos será um dos mais
importantes elementos para o
desenvolvimento do ensino na região
pois contribuirá para a formação do
homem amazônico, auxiliando-o a
explorar de forma sustentada as
potencialidades regionais.
A Missão Institucional do Centro
Universitário Nilton Lins está sendo
dia-a-dia levada adiante por um corpo
diretor totalmente constituído por
amazonenses, comprometidos com o ensino
e que compartilham os ideais de seu
fundador, que busca integrar a Amazônia
através de um processo educativo global
e articulado, capaz de atender às
transformações e desafios dos novos
rumos que estão sendo delineados no
limiar do século XXI.
Fonte:
http://www.niltonlins.br/
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2001
Universidade
para o Desenv. do Estado e da Região do
Pantanal, Campo Grande- MS
| -
Missão e Finalidades Institucionais |
A Universidade
para o Desenvolvimento do Estado e da Região do
Pantanal – UNIDERP, localizada no Estado de
Mato Grosso do Sul, tem como missão precípua
integrar científica, técnica e filosoficamente
esforços institucionais públicos e/ou privados
para o desenvolvimento regional sustentável.
Assim, sem deixar de atender ao conjunto das áreas
de conhecimentos universais, ocupa-se, em
particular, de temáticas brasileiras regionais,
quais sejam: Meio Ambiente, (em particular
relativo ao Pantanal), Planejamento e Gestão
Administrativos, Ecoturismo, Integração
Regional, Programas de Desenvolvimento e
Implantação de Serviços, Programas de
Saneamento e Saúde Pública, Programas de Educação,
incluindo Educação à Distância, Programas de
Informatização, dentre outros.
De acordo com o
seu Estatuto, a UNIDERP tem por finalidades:
· promover a
formação integral do homem, de acordo com os
princípios de liberdade e responsabilidade;
· promover,
por meio de suas atividades de ensino, de
pesquisa e de extensão, o desenvolvimento harmônico
e integrado das comunidades local e regional,
com vistas ao bem-estar social, econômico, político
e espiritual;
· ministrar o
ensino superior em todos os campos do
conhecimento humano;
· promover a
pesquisa científica e o desenvolvimento
cultural;
· estender à
sociedade serviços indissociáveis às
atividades de ensino e de pesquisa;
· promover a
assimilação dos valores culturais, desenvolver
o espírito crítico e difundir os conhecimentos
por todos os meios ao alcance da Universidade;
· participar
do esforço de desenvolvimento do País,
articulando-se com os poderes públicos e com a
sociedade, para estudo de problemas nacionais e
regionais;
· participar
da solução de problemas da comunidade por meio
de iniciativas culturais, assistência técnica
e prestação de serviços, à medida que atenda
ao ensino e à pesquisa;
· promover
eventos de caráter cultural que objetivem a
integração Comunidade- Universidade;
· constituir
uma Instituição aberta à comunidade, livre e
democrática, e um Centro de preservação do
saber, da cultura e da história do Homem;
· desenvolver
atividades no campo das Ciências Ambientais, em
especial promover a defesa econômica e ecológica
da região do Pantanal sul-mato-grossense.
Em consonância com a Missão apresentada, a
UNIDERP estabeleceu, como finalidades
complementares ao seu Projeto Institucional, um
conjunto de ações o qual visa:
· assumir caráter
regional sem, no entanto, perder a visão global
da problemática que envolve cada questão;
·
constituir-se em foco de conscientização das
realidades social, política e econômica, no âmbito
de Mato Grosso do Sul;
· inserir-se
no processo de criação de uma cultura que
supere as dominações e as alienações;
· concretizar
a interação prática da Universidade com todos
os segmentos da sociedade, através de programas
de ensino, de pesquisa e de extensão;
· propiciar a
interação entre órgãos, setores e atividades
afins da Instituição e da comunidade
sul-mato-grossense;
· estimular o
intercâmbio direto e sistemático entre as
diversas ciências, áreas do saber e
disciplinas, a fim de assegurar o caráter
multidisciplinar na organização do ensino, da
pesquisa e da extensão;
· aperfeiçoar
o desempenho das funções básicas, através de
um programa permanente de qualificação docente
e técnico-administrativo;
· exigir rigor
e seriedade das funções de docência, de
pesquisa e de extensão, através de um programa
permanente de avaliação institucional;
· evitar a
criação e a ampliação desnecessárias de órgãos
e atividades, adotando uma estrutura simples, em
que as decisões e os encaminhamentos sejam
tomados pelas unidades diretamente interessadas.
-
Diretrizes e Atividades de Ensino
A fim de
imprimir um direcionamento claro, objetivo e
conseqüente para a sua Política de Ensino, a
UNIDERP estabeleceu um conjunto de diretrizes e
atividades que constituem o arcabouço pedagógico
para os seus programas de Ensino de Graduação
e de Pós-Graduação. Deve-se ressaltar aqui,
que este conjunto de medidas passa por
permanente avaliação, sendo, sempre que
considerado necessário, modificado e/ou
adaptado para melhor responder aos compromissos
institucionais, relativamente aos constantes
esforços de aprimoramento e melhoria de
qualificação e de formação profissional.
Fonte:
http://www.uniderp.br/
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2002

UNEB – Universidade Estadual da Bahia,
Salvador, Bahia
A
Universidade do Estado da Bahia - UNEB é uma
instituição pública, gratuita, mantida pelo
Governo do Estado, através da Secretaria de
Educação, que em 2004 fez 21 anos, está
presente geograficamente em todas as regiões do
Estado, estruturada no sistema multicampi.
A complexidade de sua estrutura está
diretamente ligada ao seu papel social, pois
possui 29 Departamentos sediados na capital e em
24 centros regionais de médio e grande porte.
Além disso, a Rede UNEB 2000, um programa
especial em convênio com prefeituras
municipais, faz-se presente em aproximadamente
137 municípios, para graduar professores em
exercício na rede pública. Nos seus diversos
cursos de graduação, o aluno tem acesso a um
sistema de biblioteca informatizada, laboratórios
e equipamentos de informática, que garantem as
atividades de ensino.
A UNEB desenvolve também Pesquisa em todas as
regiões em que atua, possuindo programas de
iniciação científica e bolsa de monitoria
para os seus estudantes, em pleno funcionamento.
Desenvolve ainda, projetos de Extensão
universitária, através de convênios e
parcerias com órgãos governamentais e da
iniciativa privada. A Extensão, com a participação
estudantil, aproxima a universidade da vida
comunitária, proporcionando a troca de
conhecimento.
Ampliando suas ofertas e serviços em benefício
das comunidades acadêmica e externa das regiões
de sua abrangência, procurando imprimir-lhes
qualidade, produtividade, valoração pessoal e
profissional, a UNEB vem trabalhando na busca do
exato cumprimento dos seus objetivos.
Para tanto, não lhe têm faltado apoio e prestígio
do Governo do Estado, que promove o
desenvolvimento da Instituição, dando-lhe o
suporte imprescindível à concretização de
seus programas.
Ressaltamos também a substancial colaboração
dos corpos docente, discente e administrativo,
que, com ação persistente, construtiva e solidária
têm contribuído, de modo eficaz, para
consolidar, cada vez mais, o renomado desempenho
da UNEB.
A busca da excelência nos serviços
desenvolvidos na universidade é também
fundamental. Neste sentido, a UNEB propõe ser
uma Universidade de qualidade, procurando
desenvolver de modo harmônico e planejado, a
educação superior no Estado da Bahia, promove
a formação e aperfeiçoamento acadêmico,
científico e tecnológico dos recursos humanos,
a Pesquisa e a Extensão de modo indissociável,
voltada para as questões do desenvolvimento sócio-econômico,
cultural e do meio ambiente das diversas regiões
econômicas do Estado onde está inserida.
Fonte:
http://www.uneb.br/portal_uneb/v2/
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2003

PUC – Pontifícia Universidade Católica de
Minas Gerais
-
Em sintonia com o futuro
Criada
em 1958, a Pontifícia Universidade Católica de
Minas Gerais é hoje uma das cinco maiores
universidades brasileiras: são cerca de 43 mil
alunos, matriculados em 43 cursos de graduação
e em outros de pós-graduação, ministrados por
2.100 professores e sustentados por uma
infra-estrutura técnica e administrativa que reúne
aproximadamente 1.000 funcionários.
A
maior concentração das atividades da PUC Minas
encontra-se em Belo Horizonte, onde possui o
campus do bairro Coração Eucarístico e
unidades no Barreiro, no bairro São Gabriel e
na Praça da Liberdade, além da sede da PUC
Minas Virtual. Na Região Metropolitana da
capital, há unidades de ensino também em Betim
e em Contagem e a Fazenda Experimental em
Esmeraldas. Outros três campi funcionam em
Arcos, região central de Minas, em Poços de
Caldas, no sul do Estado e no município do
Serro, região do Alto Jequitinhonha. Essa
estrutura multicampi reúne aproximadamente uma
centena de prédios, que abrigam salas de aulas,
laboratórios, bibliotecas, museu, salas multimídia,
teatros, auditórios, hospitais veterinários,
clínicas de fisioterapia, de odontologia e de
psicologia, canal de TV e outros equipamentos.
Reconhecidamente
uma das melhores instituições brasileiras no
ensino superior, a PUC Minas investiu e expandiu
nos últimos anos suas atividades em pesquisa, pós-graduação
e extensão, com a criação de cursos de
Mestrado e de Doutorado, maior interação com o
setor produtivo e científico e o estreitamento
de relações com a sociedade, com ênfase nos
projetos de inclusão social e de redução das
diferenças. Fazem parte dessa postura os
programas de educação continuada e a atuação
em campos como assistência judiciária
gratuita, atendimento à saúde e
desenvolvimento de projetos voltados para os
setores mais carentes da sociedade, com
envolvimento de seus professores e alunos, de
forma a garantir altos padrões de qualidade.
O
traço comum de sua atuação, em todas as áreas,
é a preocupação com o avanço da ciência e
do conhecimento e a sintonia que busca manter
com os anseios da sociedade moderna e democrática.
Fonte:
http://www.pucminas.br
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2004

PUC – Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul
A história da
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande
do Sul tem como ponto de partida a vinda dos Irmãos
Maristas para o Brasil - congregação religiosa
fundada por São Marcelino Champagnat no ano de
1817, em La Vallá (perto de Lyon - França). No
ano de 1900, os primeiros Maristas chegaram à
cidade de Bom Princípio (RS), a pedido de Dom
Cláudio José Gonçalves Ponce de Leão, bispo
do Rio Grande do Sul. A partir dessa data,
muitos outros religiosos maristas - tendo sempre
como ideal o ensino e a formação integral da
juventude - vieram da Europa. Nas cidades em que
se estabeleciam, foram abrindo escolas conforme
era necessário.
Em 1904, usando as instalações da Igreja Nossa
Senhora do Rosário, foi aberta a Escola Nossa
Senhora do Rosário, sendo pároco o Mons. Hipólito
Costabile. A transferência do Colégio Nossa
Senhora do Rosário, do Antigo Seminário (hoje
Cúria Metropolitana) para a Av. Independência,
ocorreu em 1927. A instituição destacava-se
pela sua Escola Superior de Comércio que, sob a
direção do Irmão Afonso, teve grande
desenvolvimento. Os alunos, que se formavam
peritos contadores, pediram a continuidade de
seus estudos em nível universitário. Fundou-se
então a Faculdade de Ciências Políticas e
Econômicas, que começou a funcionar em março
de 1931. Era o primeiro passo para a constituição
da Universidade.
O projeto dos Irmãos Maristas foi conduzido
pela visão do Irmão Afonso, com a colaboração
do Irmão Faustino João e dos professores Eloy
José da Rocha, Elpídio Ferreira Paes, Salomão
Pires Abrahão, Francisco Juruema, Irmão José
Otão e Antônio César Alves, entre outros. Em
1940, foi fundada a Faculdade de Filosofia, Ciências
e Letras, seguida pela Faculdade de Serviço
Social, no ano de 1945, e pela Faculdade de
Direito, em 1947. Com as quatro faculdades, a
União Sul Brasileira de Educação e Ensino (USBEE),
entidade civil dos Irmãos Maristas, requereu ao
Ministério da Educação a equiparação de
universidade.
Pelo Decreto nº 25.794, de 9 de novembro de
1948, do presidente Eurico Gaspar Dutra, as
faculdades passaram a constituir a Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, a primeira
criada pelos Irmãos Maristas no mundo. Dois
anos depois, no dia 1º de novembro de 1950, o
Papa Pio XII, solicitado pela Mantenedora e pelo
arcebispo Dom Vicente Scherer, outorgou à
Universidade o título de Pontifícia.
- Transferência
A Universidade dividiu o espaço com o Colégio
Nossa Senhora do Rosário até 1960, quando começou
a transferência da Faculdade de Odontologia
para o Campus do Partenon. Em 1962,
inauguraram-se os prédios 6 e 8 da Faculdade de
Odontologia e da Escola de Engenharia
respectivamente. À medida que as construções
ficavam prontas, outras unidades eram
transferidas.
No mês de setembro de 1968, com a presença do
presidente Arthur da Costa e Silva, foi
inaugurada solenemente a Cidade Universitária.
- Hospital São
Lucas
A necessidade de construir um hospital surgiu
com o início do funcionamento da Faculdade de
Medicina, em 1970. Três anos depois, com a
conclusão da construção dos ambulatórios, os
atendimentos iniciaram. A inauguração do
Hospital São Lucas (HSL) ocorreu no dia 29 de
outubro de 1976, com a presença do cardeal
Vicente Scherer, do reitor Irmão José Otão e
do presidente da República, Ernesto Geisel.
Atualmente, o HSL possui 539 leitos e 2.465
funcionários. Circulam pelas suas dependências
cerca de 18 mil pessoas por dia.
- Outros Campi
A criação da primeira Faculdade de Zootecnia
do Brasil marcou o início das atividades do Campus
Uruguaiana, voltado para o desenvolvimento
da Região Oeste do Rio Grande do Sul. As aulas
do curso de Zootecnia iniciaram em 1966, mas a
estrutura de campus foi implantada apenas em
1987, com a incorporação da Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras. Atualmente o
campus é estruturado em quatro faculdades, que
oferecem 16 cursos de graduação.
Em Porto Alegre, desde 1999, a PUCRS desenvolve
o Campus
Zona Norte, localizado na Av. Baltazar de
Oliveira Garcia, 4879. São oferecidos os cursos
de Administração de Empresas, Ciências Jurídicas
e Sociais.
Consciente de sua responsabilidade como instituição
de ensino, pesquisa e extensão, a Universidade
procura permanentemente renovar-se, reafirmando
seu compromisso com a comunidade.
Assim, o novo Campus
Viamão, criado em 31 de março de 2004,
teve seu funcionamento autorizado pela Portaria
nº 898, do Ministério da Educação. O Campus
conta com área construída superior a 32 mil m²,
estrutura adequada para o atendimento de seus
alunos e da comunidade em geral, salas especiais
para ação pedagógica, de convivência de
professores e funcionários, de coordenação de
cursos, de monitoria e de estudos, bem como
moderno Laboratório de Informática. A
Biblioteca dispõe de acervo em várias áreas,
catálogo on-line, acesso à Internet e ao
Portal Periódicos da Capes. Localizado em
terreno com mais de 15 hectares, na avenida
Senador Salgado Filho, nº 7.000, no bairro
Lisboa, o Campus Viamão, oferece um lugar aprazível,
com áreas de convívio ao ar livre, agradáveis
recantos naturais e segurança à comunidade
universitária e aos visitantes.
- Ampliação
das Atividades
A Universidade também tem sua atuação
dirigida à população carente no Campus
Aproximado Vila Nossa Senhora de Fátima,
criado em 1980. No local, estudantes e
professores prestam serviços à comunidade nas
áreas de Arquitetura e Urbanismo, Educação,
Enfermagem, Letras, Matemática, Medicina,
Odontologia, Psicologia e Serviço Social.
Equipes do Hospital São Lucas e do Instituto de
Geriatria e Gerontologia também promovem
atividades de ensino e serviços no local.
Em São Francisco de Paula, na serra gaúcha, a
Universidade mantém o Pró-Mata
- Centro de Pesquisas e Conservação da
Natureza. Localizado numa região da Mata Atlântica,
o centro é referência internacional no estudo
e na preservação da biodiversidade brasileira.
O Pró-Mata foi criado em 1991 com o apoio da
Universidade de Tübingen, da Alemanha. Hoje
ocupa uma área de 4.500 hectares.
- PUCRS Hoje
A Universidade entrou no século XXI comemorando
o sucesso de projetos consolidados e expandindo
a sua estrutura. O Museu
de Ciências e Tecnologia (MCT) firmou-se
como o maior museu interativo da América do Sul
e ampliou o acesso à sua estrutura com dois
programas. O Projeto Museu Itinerante (Promusit)
vale-se de um caminhão equipado com diversos
experimentos para levar o museu a outras cidades
do Estado. O Projeto Pró-Escola Ciência
disponibiliza um ônibus para trazer crianças
de escolas com poucos recursos até o MCT.
A PUCRS Virtual, voltada para a educação a
distância, formou mais de 9 mil pessoas desde
que iniciou suas atividades, em 2000. Passaram
pelos seus cursos cerca de 630 professores da
Universidade e mais de 2.500 alunos. A unidade
oferece 25 opções de cursos entre especialização,
extensão, graduação e pós-graduação.
Entre os projetos novos, destacam-se o Parque
Tecnológico (TECNOPUC) e o Parque
Esportivo. O TECNOPUC ocupa a área que
pertencia ao 18º Batalhão de Infantaria
Motorizada e será usado para a instalação de
empresas que queiram desenvolver pesquisas.
A estrutura do Parque Esportivo, que está sendo
construído junto ao prédio da Faculdade de
Educação Física e Ciências do Desporto,
permitirá a prática de diferentes esportes, o
desenvolvimento de pesquisas na área médica e
será uma referência em Porto Alegre para
eventos de grande porte.
- Mantenedora
A PUCRS é mantida, desde o ano 2000, pela União
Brasileira de Educação e Assistência (UBEA),
entidade civil dos Irmãos Maristas, com sede em
Porto Alegre.
Fonte:
http://www.pucrs.br/
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