Editores Responsáveis:
Rede Alfredo de Carvalho para o resgate da memória da
imprensa e a LINKS www.jornalismo.ufsc.br/redealcar
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Encontros
Nacionais Agenda
Núcleo
Gaúcho
Gutenberg visitou a Argentina
As
penas subversivas do Maranhão:
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Encontros
Nacionais
Os participantes do 3º Encontro da Rede Alcar poderão
inscrever trabalhos em três categorias:
1) CC - Comunicação Científica: trabalhos em GTs
(professores, pesquisadores, pós-graduandos) ou IC - Iniciação Científica
(estudantes de graduação);
2) Memória (profissionais e empresários);
3) Produtos audiovisuais (filmes, vídeos, cdroms, etc).
PERÍODO DE INSCRIÇÕES:
AS INSCRIÇÕES ESTÃO ABERTAS DESDE O DIA 1º DENOVEMBRO/2004 pela Internet,
encerrando-se em 19 de março de 2005.
Calendário para entrega dos resumos e textos:
Os resumos e textos completos dos trabalhos serão aceitos até
o dia 20 de fevereiro de 2005. Os resumos das CC ou IC devem ser enviados
diretamente ao coordenador do T a que se destina, cujos nomes e endereços estão
relacionados abaixo. O aceite dos coordenadores de GTs será divulgado até 05
de março de 2005. Os responsáveis pelos trabalhos aceitos deverão remeter os
textos completos até o dia 19 de março.
NORMAS DE APRESENTAÇÃO DOS TEXTOS:
Os resumos e textos completos dos trabalhos devem versar
sobre História da Mídia Regional. Devem ser encaminhados - exclusivamente por
correio eletrônico - para as coordenações dos GTs em arquivo do word, espaço
1,5, corpo 12, fonte Times New Roman, com indicações bibliográficas de acordo
com as normas da ABNT.
Os RESUMOS devem indicar: a) nome do/a autor/a ou
equipe; b) cargo e instituição a que tem vínculo; c) GT a que se destina; d)
10 (dez) linhas com sinopse do trabalho; e) de três a cinco palavras-chave.
O texto completo - de 10 a 15 páginas ou em torno de 35 mil
caracteres, em arquivo do word, espaço 1,5, corpo 12, fonte Times New
Roman, com indicações bibliográficas de acordo com as normas da ABNT -
deverá ser enviado, sem falta, na data prevista, para que seja produzido CD ROM
com todos os textos dos GTs. Os produtos a serem apresentados deverão ser
encaminhados AOS CUIDADOS DA ORGANIZAÇÃO DO 3º ENCONTRO DA REDE ALFREDO DE
CARVALHO.
As propostas referentes à Memória e aos produtos
audiovisuais deve ser enviadas aos cuidados de Paula Regina Puhl, e-mail ppuhlredealcar@feevale.br
Coordenadores dos Grupos de Trabalho da Rede Alcar
História do Jornalismo
Coordenadora: Marialva Barbosa (UFF) / e-mail: mcb1@terra.com.br
História da Publicidade e Propaganda
Coordenador: Adolpho Queiroz (UMESP) / e-mail: adolphoq@metodista.br
História das Relações Públicas
Coordenadora: Claudia Moura (PUCRS) / e-mail: cpmoura@pucrs.br
História da Mídia
Impressa
Coordenador: Luis G. Tavares (NEHIB) / e-mail: editor@alba.ba.gov.br
Coordenadora: Ana Baum (UFF) / e-mail: ana.baum@ig.com.br
Coordenadora: Sonia Luyten (UNISANTOS) / e-mail: sonialuyten@hotmail.com
História da Mídia Audiovisual
Coordenadora: Ruth Vianna (UFMS) / e-mail: viannar@terra.com.br
História da Mídia Digital
Coordenador: Walter Lima (UniFIAM) / e-mail: digital@walterlima.jor.br
História da Mídia Alternativa
Coordenadora: Karina Woitowicz / email: e-mail: karinajw@uepg.br
História da Midiologia no Brasil
Coordenador: José Marques de Melo email: marquesmelo@uol.com.br
Grupos de trabalhos
Novidade
no Encontro 2005: História da Mídia Alternativa
O
Terceiro Encontro da Rede Alcar, traz uma novidade para os participantes: um
Grupo de Trabalho de História da Mídia
Alternativa. Esta proposta foi aprovada no segundo encontro que ocorreu este
ano em Florianópolis e tem como objetivo desenvolver um espaço para o
reconhecimento e o debate em torno da mídia alternativa no Brasil.
A
proposta do GT é reunir pesquisas e abordagens referentes aos veículos
impressos, sonoros, audiovisuais e on-line que assumem uma função social
diferenciada dos meios tradicionais e massivos, de modo a reconhecê-los como
parte integrante da história da comunicação no Brasil.
A
coordenadora do GT História da Mídia Alternativa da Rede Alcar é Karina Janz
Woitowicz e o endereço eletrônico para contato é hmidialt@ibest.com.br
Sabrina
Gisele Becker
Acadêmica de Jornalismo – Centro Universitário Feevale
História da Imprensa Latino-Americana
Queridos colegas les envío la información corespondiente al simposio
sobre Historia de la Prensa en Latinoamerica que coordinaré en el marco de la
Conferencia anual de la Society of Latin American Studies a desarrollarse en
abril de 2005 en Derby, Gran Bretaña.
Cualquier información pueden encontrarme en la dirección: lllull@infovia.com.ar
Latin
America Press History
The forum aims to cover the
following areas:
1) the role of newspapers, journals and magazines as means of mediation between
the civil society and politics;
2) the role of the press in the political elections
3) the role of the press as the voice of certains groups, factions and
political parties,
4) the press as business- history of the firm, of its owners, its managers, its
staff.
Convenor: Laura Llull,
Universidad Nacional del Sur, Argentina. Email: lllull@infovia.com.ar
Pueden visitar igualmente el sitio de la
Conferencia:
http://www.slas.org.uk/conference/index.shtml
Agenda
Celacom’2005
debate legado utópico de Mário Kaplun
O IX Colóquio Internacional sobre a Escola Latino-Americana,
Celacom'2005, será realizado na Universidade Metodista de São Paulo no
primeiro semestre do ano que vem. O evento, programado para acontecer entre os
dias 9, 10 e 11 de maio, terá como tema central “Educomídia, alavanca da
cidadania: o legado utópico de Mário Kaplún” e sub-temas “O Diálogo
criativo entre produção e recepção na práxis de Mário Kaplún”, “A
leitura crítica da mídia e a participação cidadã”, “Os movimentos de
educação popular e a teleducação: do rádio à internet”.
As
inscrições dos trabalhos já podem ser feitas através do e-mail celacom@metodista.br.
O prazo para envio de resumo é até o dia 28 de fevereiro. Os aceites serão
enviados até 14 de março de 2005 e os trabalhos completos até 09 de abril de
2005.
Outras informações podem ser obtidas através do site www.metodista.br/unesco/celacom2005.htm,
ou pelo telefone (11) 4366.5819.
Fonte: JBCC, outubro de 2004
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Singularidades
da mídia gaúcha no encontro de Novo Hamburgo
A
mesa redonda Memória das profissões e
da mídia regional: singularidades gaúchas ocorrerá no primeiro dia do 3º Encontro Nacional da Rede
Alfredo de Carvalho com a coordenação de Antônio Henriques, diretor do Museu
de Comunicação Social Hipólito José da Costa (sediado em Porto Alegre),
entidade que vai abrigando, desde a sua fundação, .o Núcleo Gaúcho da Rede
Alcar.
Nesta edição do Jornal da Rede Alcar, Henriques fala sobre a importância do
encontro que vai acontecer em 2005 no
Rio Grande do Sul.
O museu é uma instituição que tem por objetivo manter viva a história da
imprensa no estado. Sediada no prédio do antigo jornal A Federação, construído
em 1922 e tombada pelo Patrimônio Histórico de Porto Alegre em 1977, a
entidade conta com um acervo que abrange diversas áreas da Comunicação. Desde
edições antigas de jornais impressos até mostras fotográficas e publicitárias,
o visitante pode utilizar os materiais para consultas e pesquisas. O acervo
reconstitui momentos históricos para a comunicação social do Rio Grande do
Sul. O museu é a sede oficial do Núcleo Gaúcho da Rede Alcar.
Antônio Henriques, explicou que a
Rede Alcar é composta principalmente por faculdades de comunicação do país
inteiro e por pesquisadores individuais ligados a essas entidades. Os
integrantes da rede se comunicam principalmente via Internet trocando experiências,
informações e conteúdo de pesquisa. “Nós nos reunimos aqui no museu para
discussão de projetos que de alguma maneira implementem esse intercâmbio. Então
um deles foi trazermos para o Rio Grande do Sul, pela primeira vez, o terceiro
encontro nacional da rede, no caso na Feevale, em abril do ano que vem”
contou.
Henriques explicou ainda que várias instituições que atuam para resgatar a
história da imprensa firmam convênios com faculdades de comunicação no
sentido de utilizar o trabalho dos acadêmicos. E isto faz com que a participação
acadêmica seja extremamente importante e venha ao encontro do projeto maior da
rede que é o resgate da memória da imprensa.
Acadêmica de Jornalismo/ Centro Universitário Feevale
I
Encontro sobre História Midiática
A
Associação Maranhense de Imprensa (AMI) e a Rede Alfredo de Carvalho realizam
o I Encontro sobre a História das Mídias do Maranhão nos dias 10 e 11 de
novembro, em São Luís. O evento tem o apoio dos cursos de Comunicação de São
Luís, oferecidos na Faculdade São Luís, Uniceuma e Universidade Federal do
Maranhão.
Na
abertura do evento acontecerá o lançamento da rede estadual para a preservação
da memória dos meios de comunicação maranhenses, que será formada por
instituições de ensino, organizações não-governamentais, empresas,
pesquisadores, profissionais e estudantes. Na oportunidade, o Prof. Dr. José
Marques de Melo, presidente nacional da Rede Alfredo de Carvalho, fará uma
conferência sobre a história do jornalismo e a importância da formação
profissional.
Pesquisas
sobre a história da imprensa no Maranhão serão apresentadas nos Grupos de
Trabalho (Mídia Impressa, Mídia Sonora, Mídia Audiovisual e Relações Públicas,
Publicidade e Propaganda). Os grupos são coordenados pelos professores Sílvio
Rogério e Marcos Fábio, Rose Ferreira e Edwilson Araújo, Cícero Adriano e
Werton Araújo, Marla Medeiros e Adeilce Azevedo.
As
pesquisas apresentadas vão integrar o acervo “Memória Maranhão-Imprensa 200
anos”, que será lançado pela AMI. “A produção de conhecimento é
determinante para valorização dos profissionais da comunicação. Através da
pesquisa, eles mostram para a sociedade que a formação gera reflexão e
compromisso com a ética”, afirma a presidente da AMI, jornalista Edvânia Kátia.
“Por esta razão pensamos em momentos nos quais os colegas pudessem
compartilhar suas descobertas e por isso criamos, com o apoio dos professores
dos cursos de Comunicação, os grupos de trabalho”.
I
Mostra de Produção Midiática
Durante
o Encontro acontecerá a I Mostra de Produção Midiática, quando estarão em
exposição fotografias, vídeos, programas de rádio, campanhas publicitárias,
reportagens, entre outros produtos.
A finalidade é valorizar as atividades desenvolvidas pelos alunos dos Cursos de
Comunicação e pelos profissionais que estão no mercado.
“O I Encontro sobre a História das Mídias do Maranhão também visa
mobilizar os comunicadores em torno das comemorações do bicentenário da
imprensa brasileira em 2008”, ressalta a coordenadora do Núcleo História da
Imprensa Maranhense/AMI, jornalista Roseane Pinheiro.
O
Núcleo de Pesquisa de História da Mídia no Brasil, ligado à rede Alfredo de
Carvalho, está ocupando um novo espaço dentro da Faculdade de Comunicação
Educação e Turismo (FCET) da Universidade de Marília. Agora, já cadastrado
no CNPq, funciona, no bloco XIII da FCET, dentro da Hemeroteca, disponibilizando
aos estudantes livros, revistas e jornais, além dos Trabalhos de Conclusão de
Curso dos últimos 10 anos de produção acadêmica.
Entre
os dias 27 e 29 de outubro, o núcleo de pesquisa participou da 5ª Intercet
(Semana de Interatividade entre os cursos de Comunicação, Educação e
Turismo), e nesse evento, selecionou os trabalhos de iniciação científica que
serão apresentados por alunos da graduação, nos dias 28 e 29 (mais informações
pelo e-mail intercet_2004@yahoo.com.br).
Os
acadêmicos da pós-graduação fizeram comunicações no I Seminário de História
da Mídia no Brasil, que aconteceu dia 28, no Anfiteatro do Bloco XIII da
Unimar, das 14 às 18 horas.
Programação
do I Seminário de História da Mídia no Brasil (5ª Intercet)
A
contribuição dos canais universitários para a comunidade pública –
Mestranda Alzimar Ramalho (Unimar).
Direito
Social à comunicação: noções e princípios do processo histórico –
Mestranda Eleuza de Carvalho Furquim (Unimar).
Identidade,
Território e História: contribuições para pensar a mídia regional –
Doutorando Roberto Reis de Oliveira (Universidade Metodista de São Paulo).
Imprensa
e Descobrimentos: notícias de além-mar – Doutora Maria Cecília Guirado
(Universidade Nova de Lisboa).
Manuscritos
e rotativos: história da imprensa no Tocantins – Mestranda Sonia de Jesus
Pinheiro Silva (Unimar).
Nas
ondas do rádio – Mestrando Aulo Zimar de Azevedo (Unimar)
Saúde
feminina em Revista – Mestranda Ana Daisy Zagalo (Unimar)
Os
textos apresentados neste e em outros eventos do Núcleo H.M.B serão veiculados
no site da Unimar (www.unimar.br) e posteriormente na Revista de História da Mídia
no Brasil, que será lançada em 2005.
Estagiárias
do Núcleo de Pesquisa e História da Mídia no Brasil
Valessa
Suellen Ferreira
Ellen Nayara Kotai
nucleo_com@unimar.br
VOLTAR
Pessoal,
depois de 10 anos de trabalho e muita batalha para publicar, cumpri o
compromisso que assumi com todos que participaram do trabalho: A
publicidade pernambucana no século XX.
Fico
feliz por várias razões. Pelo amplo e detalhado registro que
deixamos para os estudos da publicidade em Pernambuco e no Brasil, pela
possibilidade de mostrar que na sala de aula pode-se construir trabalhos de
pesquisa de excelente qualidade, pela chance de construir um trabalho
coletivamente, com alunos de graduação, profissionais, pesquisadores e
professores de várias instituições mostrando que é possível uma
integração.
Fico
feliz ainda porque essa é a primeira publicação do Grupo de Pesquisa:
História e Imagens da Comunicação que, com certeza, terá outras e
sempre com participação de alunos principiantes que começam a ter noções de
pesquisa nas minhas modestas disciplinas de Método de Pesquisa em Comunicação
1 e 2.
Agradeço
a todos, o empenho e a confiança que depositaram ao participar de um projeto
tão grande, sem financiamento e sem recursos. Apenas uma única bolsa do PIBIC
durante 1 ano.
Ao
finalizar esse trabalho, fica a convicção que a integração e a
construção coletiva é estimulante, desafiadora mas profundamente
gratificante. Ou seja, o horizonte é o mundo e nunca o espelho.
Maria Luiza Nóbrega - UFPE
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O Museu Nacional da Imprensa de
Portugal apresentou em outubro a exposição “Gutenberg no Cartoon
Internacional” na Argentina, no Centro Cultural Islas Malvinas, na cidade de
La Plata (arredores de Buenos Aires).
O centro cultural Islas Malvinas
ocupa o edifício onde funcionou –desde 1917- o ex-Casino de Oficiais do
Regimento 7 de Infantaria, sendo atualmente um importante local de divulgação
artística com três espaços expositivos de grande envergadura.
A exposição sobre Gutenberg
integrou-se no VIII IBERCOM-Congresso Iberoamericano de Comunicação que se
realizou na próxima entre os dias 11 e 16, na Facultad
de Periodismo y Comunicación Social da Universidad Nacional de la Plata. A
par deste, foram também realizados os VII Congreso Latinoamericano de Investigadores de la Comunicación,
promovido pela ALAIC e o VI Congreso de la Red de Carreras de Comunicación y
Periodismo de la Argentina, da REDCOM. Trata-se
de um mega evento ligado à comunicação, que juntou, durante uma semana, cerca
de 1000 participantes vindos dos mais diversos países da América Latina, de
Portugal e Espanha.
A mostra foi constituída por uma
seleção de trinta trabalhos que o Museu Nacional da Imprensa reuniu para
assinalar o 600º aniversário de Gutenberg, no quadro da aposta que tem sido
feita por aquela instituição na valorização do Cartoon como a linguagem
jornalística mais universal.
Estiveram presentes, na mostra,
trabalhos de cartunistas provenientes dos vários cantos do mundo, da China à
Colômbia, e já premiados em diversos festivais internacionais. Os cartoons
patentes ajudam a compreender, por detrás do humor, a importância da
“descoberta” da imprensa de caracteres móveis.
A montagem desta exposição na
Argentina foi outra etapa da internacionalização das atividades daquele museu
que já apresentou mostras de cartoon em França e Espanha, numa prova da
universalidade do desenho humorístico. Desde a sua inauguração, em 1997, o
Museu Nacional da Imprensa tem feito do Cartoon um dos eixos da sua atividade,
promovendo autores, festas da caricatura e mostras de âmbito nacional e
internacional.
Historia
da Mídia na América Latina
O Grupo de Estudos de “Historia de la Información y de las
Comunicación”, coordenado pelo professor
Juan Gargurevich – Pontifícia Universidade Católica do Peru,
reuniu-se na cidade de La Plata, Argentina, no dia 14 de outubro de 1992,
durante o VII Congresso Latino-Americano de Ciências da Comunicação,
promovido pela ALAIC – Asociación Latinoamericana de Investigadores de la
Comunicación. Nessa oportunidade, foram debatidos trabalhos recentes produzidos
em vários países da região, inclusive o Brasil, conforme o programa seguinte:
Mesa # 1 – Historiografía
1.- TV Imembú: O surgimento da TV local nas Terras de
Fronteira do Brasil Meridional.
Micheli Seibt, Ada Machado da Silveira. Universidade Federal de Santa María. Brasil.
2.- Narraciones del pasado: entre el documental y el testimonio. A propósito de
“Los Rubio” y de “Papá Iván”.
Paula Rodríguez Marino. Universidad de Buenos Aires.
Argentina.
3.- Dez anos de pesquisa sobre o rádio no Brasil (1991-2001)
Doris Fagundes. Pontificia Universidad Católica de Rio Grande do Sul. Brasil
4.- Historia de la televisión:
aproximación a la comprensión de la televisión y su función pública en
Colombia (1953-1957),
Julio Benavides. Universidad Autónoma
de Bucaramanga. Colombia.
5.- Escrevendo a historia cultural da TV no Brasil: questões
teóricas e metodológicas.
Joao Freire Filho. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Brasil.
6.- Reconfiguracao do observador no século XIX – aparéelos
ópticos, visibilidades e fantasmagorías.
Cristina Miranda da Silva. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Mesa # 2 – Periodismo,
historia y modernización
1.- Candomblé: o embate entre a Paris Match e a revista O
Cruceiro.
Fernando de Tacca. Universidade de Campinas. Brasil.
2.-A imprensa carioca nos anos 1950-1970: modernização e
concentração.
Ana Paula Goulart. Universidad
Federal do Rio de Janeiro. Brasil.
3.- Pregoneros y campanas en
el Perú virreinal.
Juan Gargurevich. Pontificia Universidad Católica del Perú.
Mesa # 3 – Medios y Gobierno
1.- Las relaciones entre los
poderes Ejecutivo y Legislativo durante las presidencias radicales desde la
perspectiva del diario bonaerense “La Nueva Provincia” de Bahía Blanca
(1916-1930).
Laura Llul – Universidad Nacional del Sur, Bahía Blanca, Argentina.
2.- Teatro y prensa norpatagónicos
en el pasaje de la dictadura a la democracia. Representaciones del Teatro del
Bajo en el discurso del diario Río Negro.
Griselda Fanese. Universidad Nacional del Comahue. Argentina.
3.- Del idilio a la desilusión.
Los medios durante el “proceso” (1976-1981).
César Díaz, María Passaro, Mario Jiménez. Universidad de La Plata. Argentina.
4.- Una mirada
comunicacional sobre los inicios de la modernidad rioplatense (1776-1810).
César Díaz. Universidad de La Plata. Argentina.
5.- Medios y golpe de Estado: el derrocamiento del presidente Illía.
Juan Carlos Bergonzi. Universidad Nacional del Comahue. Argentina.
1.- Un pasado que no pasa:
violencia y lenguaje en el macrorrelato de los hechos en Argentina.
Osvaldo Baigorria, Mónica Swarinsky. Universidad de Buenos Aires. Argentina.
2.- Los inicios de la
constitución del campo de estudios de la Comunicación en Bolivia y su relación
con el presente.
Erick Torrico, Esperanza Pinto. Universidad
Andina Simón Bolívar. Bolivia.
3.- Escuelas de comunicación:
¿Formadoras de todólogos o especialistas?
María Estela Martínez. Universidad de Guadalajara. México.
4.- Prensa y cultura escrita
en el diseño de una esfera pública. Neuquen, fines del siglo XIX.
Mirta Kircher. Universidad Nacional del Comahue. Argentina.
Mesa # 5 – Cultura de
masas
1.- Modernización y cultura
de masas en Chile a principios del siglo XX: el origen del género magazine.
Eduardo Santa Cruz. Universidad de Chile, ARCIS. Chile.
2.- La Voz del Estadio.
Josefina Bargas. Universidad Nacional del Centro de Buenos Aires. Argentina.
3.- Primórdios de mídia impressa brasileira voltada ao público
jovem: criticidade e politizacção na revista Pop.
Luis Fernando Rabello Borges. Universidade Comunitária de Chapecó. Brasil.
4.- História da propaganda: memória e identidade do mercado
publicitário campineiro.
Claudia Lucia Trevisan. Pontificia Universidade de Campinas, Brasil.
Mesa # 6 – HOMENAJE ESPECIAL
Presentación: José Marques de Melo
1.- Octavio de la Suaréé, semblanza biográfica.
Octavio de la Suaree, hijo.
Universidad de Paterson, New Jersey. EE.UU.
2.- La ética académica del
periodista
Orlando Saa. Universidad de Paterson. New Jersey. EE.UU.
Os interessados em obter cópias dos trabalhos ali
apresentados podem escrever para: alaic@edu.usp.br
Museu
focaliza a gênese do pensamento jornalístico uspiano
Trata-se
de iniciativa da diretora do museu, Profa. Dra. Elza Ajzenberg, que vem
realizando, desde o início deste ano, o programa “Arteconhecimento”,
comemorativo dos 70 anos da USP. Mostras individuais, exposições coletivas e
seminários acadêmicos constituem o programa que, neste segundo semestre,
homenageia o campo do Jornalismo. Esse ramo de estudos foi ali iniciado há 37
anos, logo após a fundação da Escola de Comunicações Culturais, hoje
.denominada Escola de Comunicações e Artes – ECA.
“Os
Caminhos Cruzados do Jornalismo” foram organizados pela equipe técnica do
MAC, mas contando com a assessoria do Grupo de Estudos “Pensamento Jornalístico
Brasileiro” - PJ:Br - Núcleo de Jornalismo Comparado – Departamento de
Jornalismo e Editoração da ECA-USP -. Eles foram percorridos através de três
diferentes roteiros:
1
– A exposição temática “ArteJornalismo”, instalada no Espaço Anexo do
MAC, Edifício da Reitoria, Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira,
onde serão expostas obras de arte produzidas por três docentes fundadores do
Curso de Jornalismo da ECA-USP. A mostra vai reunir obras fotográficas e
cinematográficas de Thomaz Farkas; xilogravuras de Antonio Costela e trabalhos
gráficos de Hélcio Deslandes. A curadoria do salão foi confiada às
pesquisadoras Marcia Furtado Avanza e Helouise Costa. Helouise Costa.. A entrada
será gratuita.
2
– A galeria virtual “Jornalismo: Caminhos Cruzados com as Artes, Ciência e
Tecnologia”. A intenção é reconstituir, de forma iconográfica, no MAC
VIRTUAL, os perfis intelectuais e as histórias de vida da geração pioneira do
Pensamento Jornalístico Uspiano. A curadoria da exposição foi confiada aos
pesquisadores Marcelo Januário, Osmar Mendes Jr. e Fátima Feliciano. O acesso
foi gratuito e está disponível na rede mundial de computadores.
3
– O Seminário acadêmico “Gênese do Pensamento Jornalístico Uspiano”,
organizado como um Curso de Extensão Cultural, realizado semanalmente,
nas tardes de segunda-feira, no Auditório do MAC - Cidade Universitária,
entre 16 de agosto e 20 de novembro de 2004. Coordenado pela Profa. Dra. Fátima
Feliciano, o curso, através de palestras e depoimentos, focalizou as idéias
jornalísticas seminais da ECA-USP, resgatando as trajetórias acadêmicas e
profissionais da primeira geração dos professores do Departamento de
Jornalismo. Serão revisitadas as carreiras de Antonio Costella, Cremilda
Medina, Flávio Galvão, Francisco Morel, Freitas Nobre, Gaudêncio Torquato,
Gileno Marcelino, Hélcio Deslandes, Jair Borin, José Marques de Melo, Juarez
Bahia, Thomaz Farkas e Walter Sampaio. A programação completa pode ser
consultada no site:
http://macjor.cjb.net.
Maiores
informações sobre o multievento “Os Caminhos Cruzados do Jornalismo” podem
ser obtidas na Assessoria da Imprensa da USP - Tel:
11 - 3091-3300/3220 – ou através do email: osmarmendesjr@estadao.com.br
UNIVATES
cria Museu da Imprensa em Taquari - RS
O
Centro Universitário UNIVATES assinou no dia 19 de outubro, na cidade de
Lajeado – RS, um protocolo de
cooperação com o Museu Nacional da Imprensa (MNI), da cidade do Porto,. A
parceria terá reflexos no Projeto
O Taquaryense. Participaram do ato o diretor da MNI, jornalista Luís Humberto
Marcos, os coordenadores do projeto, professores do Curso de Comunicação
Social da UNIVATES – Centro Universitário do Vale do Taquari - RS, Leonel de
Oliveira e Elizete Kreutz, e o vice-reitor da Instituição, professor Roque
Bersch.
O diretor da MNI, jornalista Luís Humberto Marcos, visitou na manhã do
referido dia as instalações do jornal de Taquari e conversou com
representantes da publicação e o empresariado do município. O curso de
Comunicação Social da UNIVATES está desenvolvendo um projeto no O Taquaryense,
visando a preservação de seu acervo e sua forma de produção, entre outras
atividades. O museu que Marcos dirige, o MNI, é um espaço de preservação das
antigas artes de composição e impressão. Um dos maiores acervos de máquinas
de tipografia do mundo, no MNI é possível que o visitante se aproxime desses
instrumentos e técnicas utilizando-as efetivamente - um museu vivo.
O acordo prevê a cooperação entre ambas as instituições na promoção de
atividades relacionadas à imprensa, incluindo a perspectiva de instalação e
desenvolvimento de um Museu de Imprensa em Taquari, baseado no espólio da
centenária publicação O Taquaryense. A entidade portuguesa dará a assistência
técnico-científica necessária para o alcance desse objetivo.
e
o centro universitÁrio univates
(A)
Considerando as características singulares do Museu Nacional da Imprensa, em
termos de patrimônio gráfico, conhecimentos técnico-científicos do setor e
animação cultural;
(B)
Considerando a riqueza histórica da imprensa do Estado de Rio Grande do Sul e o
patrimônio tipográfico existente;
(C)
Considerando as vantagens resultantes de uma cooperação institucional entre a
AMI - Associação Museu da Imprensa, entidade sem fins lucrativos e de
utilidade pública, detentora do Museu Nacional da Imprensa (MNI), e a Fundação
Vale do Taquari de Ensino Superior - FUVATES, mantenedora do Centro Universitário
UNIVATES;
(D)
E considerando os objetivos específicos da AMI e do Centro Universitário
UNIVATES, no que diz respeito ao estudo e investigação, à preservação
patrimonial e à promoção cultural;
A
AMI, com sede na E.N. 108, nº 206, 4300-316 Porto, Portugal, representada pelo
Presidente da Direção, Luís Humberto Marcos, e a FUVATES, com sede em
Lajeado-RS, Brasil, na rua Avellino Tallini, 171, bairro Universitário,
representada por Roque Danilo Bersch, acordam
no seguinte:
Cláusula
1ª
O
presente protocolo tem por finalidade a cooperação na promoção de atividades
relacionadas com a imprensa, incluindo a perspectiva de instalação e
desenvolvimento de um Museu de Imprensa em Taquari, baseado no espólio do
jornal centenário O Taquaryense.
Cláusula
2ª
A
AMI dará, através do Museu, a assistência técnico-científica necessária à
instalação do referido museu de Taquari, designadamente da sua exposição
permanente.
Cláusula
3ª
A
AMI e a UNIVATES promoverão exposições temporárias, estudos, conferências e
debates sobre temas relacionados com a Imprensa e as Artes Gráficas, de acordo
com um plano periodicamente estabelecido e aceito por ambas as partes.
Cláusula
4ª
A
UNIVATES garantirá o pessoal necessário e as condições logístico-financeiras
adequadas às exigências técnico-científicas das diversas atividades que
vierem a ser promovidas no Brasil, no âmbito do presente protocolo.
Cláusula
5ª
A
AMI facultará, através do MNI, o acesso ao Museu Virtual e a bases de dados
multimídia que possui ou venha a possuir, mediante condições a estudar
futuramente.
Cláusula
6ª
Ambas
as instituições procederão à troca de publicações editadas ou a editar por
cada uma, de acordo com o interesse mútuo.
Cláusula
7ª
O
âmbito temporal deste protocolo é de cinco anos, sendo renovado
automaticamente por igual período, se nenhuma das partes o denunciar até
noventa dias do seu termo, através de correio registrado.
Em prova de conformidade assinam-se quatro (4) exemplares de um mesmo teor a um só efeito em Lajeado, aos 19 dias do mês de outubro de 2004.
"Os
Jornalistas", de Balzac , em nova edição
A Ediouro Publicações está tão certa de que que as obras de
Honoré de Balzac são sempre atuais que decidiu relançar “Os Jornalistas”.
O livro reúne dois textos – “Monografia da imprensa parisiense” e “Os
salões literários”, nos quais ele critica a onipotência, a vaidade venal, a
versatilidade de julgamento e a influência que profissionais de imprensa
exercem sobre os governos.
O autor da frase “Se a imprensa não existisse, seria preciso
inventá-la” faz uma crítica aos jornalistas e ao que ele chama de “jornaizinhos”,
fazendo uma caricatura de cada um dos tipos presentes, como os publicistas (escrivinhadores
que fazem política) e os críticos. Ele também fala dos panfletários, o nadólogo,
o publicista de carteira, o escritor monobíblia, o folhetinista, o jovem crítico
louro etc. Segundo Balzac, todos estes têm em comum o perfil, a ambição, ilusão
e estratégia de sobrevivência. “Para jornalista, tudo que é provável é
verdadeiro”, escreve.
Mesmo aqueles profissionais cujo talento é reconhecido por Balzac
não são poupados. O autor de “A Comédia Humana” lamenta que este tipo de
jornalista esteja consumido na rotina medíocre e nos interesses rasteiros dos
jornais. Para Balzac, esse profissional renuncia à grandeza de uma obra que ele
pretere em favor das pequenas vaidades imediadas da crônica.
O prefácio é assinado por Carlos Heitor Cony. “Temos aqui um
Balzac puro, autêntico, anedótico quase. Não o artista de tantas obras-primas
que marcam a ficção do seu século, mas o homem sangüíneo e rude, esbanjando
inteligência e cólera”, escreve o colunista da Folha de S. Paulo.
“Os Jornalistas”, de Honoré de Balzac
Ediouro Publicações
Preço: R$ 29,90
184 páginas
Fonte:
Comunique-se, 27/110/2004
Pernambuco
presta homenagem a comunicadores emblemáticos do século XX
No mês de maio do corrente ano,
com a presença dos coordenadores das Escolas de Comunicação do Estado de
Pernambuco, foi fundado, em Recife, o Fórum de Professores de Comunicação
do Estado de Pernambuco (FPPC). A fundação dessa entidade é o resultado do
amadurecimento de um trabalho conjunto de coordenadores e professores que há
três anos realizam um encontro anual das Escolas de Comunicação que tem
como objetivo buscar alternativas de integração e cooperação para melhorar
a qualidade do ensino, profissionalizar o professor e compartilhar experiências
pedagógicas. A diretoria da entidade ficou assim constituída:
Presidente: Maria Luiza Nóbrega de
Morais (UFPE) Vice-Presidente: Maria Vitória da Silva Santos (ESM/FAMA),
Diretora Científica: Maria Salett Tauk Santos (UFRPE/POSMEX),Diretora
Administrativa: Solange Tavares (UNIVERSO), Diretora Editorial e de Comunicação:
Aline Grego (UNICAP).
O Conselho Consultivo está
constituído pelos professores: Alfredo Vizeu (UFPE), Maria Amélia Souto
Maior (Faculdades Marista), Marta Rocha (Faculdade Maurício de Nassau),
Raquel Rodrigues (Faculdade do Vale do Ipojuca), Shirley Santana (AESO).
O Conselho Fiscal tem a participação de Cláudia Sansil (FAPE), Fátima
Schüller (ESURPE), Luiz Mário do Vale D’Ávila (ESM/FAMA), Tanúzia Vieira
(UFPE) e Valdir Oliveira (AESO/UNICAP).
Para estimular a produção e a qualidade dos
trabalhos incentivando o aprimoramento profissional, foi instituído o Prêmio Fórum
de Professores de Comunicação do Estado de Pernambuco, em várias categorias,
cada uma delas homenageando uma personalidade de fundamental importância para o
desenvolvimento da comunicação em Pernambuco no século XX.
O prêmio
está distribuído nas seguintes categorias e modalidades:
Categoria: Pós-Graduação:
Modalidades:
Doutorado, Mestrado e Especialização
Patrono:
Luiz do Nascimento
Jornalista
pernambucano, pesquisador, autor da obra História da Imprensa de Pernambuco, o
mais completo e detalhado inventário sobre a imprensa pernambucana.
Categoria: Iniciação Científica
Patrono: José Marques de Melo
Marques
de Melo inicia sua atividade de pesquisador quando estudante do Curso de
Jornalismo na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), sob a orientação
de Luiz Beltrão.
Nos primeiros anos da década
de 60, por ocasião de uma greve dos gráficos, Beltrão realiza com os seus
alunos um trabalho de pesquisa em que procura identificar os reflexos da ausência
dos jornais entre os recifenses. O fato de essa pesquisa ter registrado uma
clara preferência da mídia impressa sobre as demais mídias, na época, o rádio
e a TV, causou grande repercussão. A revista Comunicações & Problemas
(v.1. n.1, março de 1965) registra anotações sobre a pesquisa, publicada
integralmente pelo jornal Ultima Hora (21.04.63) e comentada pelos demais diários
da capital pernambucana.
Em 1963, ainda como estudante de Jornalismo e sob
a orientação de Luiz Beltrão, Marques lidera a equipe de estudantes que
realiza um estudo morfológico e de conteúdo da crônica policial na imprensa
recifense.
Bem antes desse período,
Pernambuco já registrava nomes de peso na pesquisa em jornalismo. Luiz do
Nascimento, Alfredo de Carvalho, Pereira da Costa e alguns outros historiadores
e mestres do Direito realizavam uma atividade sistemática de pesquisa nessa área,
embora não tivessem uma vinculação institucional ou um compromisso com a
formação profissional em Jornalismo. As pesquisas desenvolvidas pelo grupo
vinculado à Unicap, na década de 60, tinham um diferencial: procuravam criar
uma ponte entre a pesquisa e a atividade profissional, de forma a influenciar no
processo de produção dos jornais. Os
seus resultados exerciam um efeito positivo na mídia impressa local,
propiciando o surgimento de novas secções, a revitalização da reportagem e,
principalmente, representando um olhar crítico sobre a imprensa.
No período em que exerceu a atividade jornalística
na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), Marques de Melo
planejou e dirigiu a pesquisa Sondagem de opinião sobre a Associação dos
Servidores da Sudene, considerada pela revista Comunicações &
Problemas (v.2, n.2, de julho de 1966) como a primeira pesquisa de opinião
efetivada em bases científicas pelo Instituto de Ciências da Informação (Icinform).
Com
a saída de Luiz Beltrão para a Universidade de Brasília, Sanelva Vasconcelos
assume a presidência do Icinform e Marques de Melo, então professor da Unicap,
assume a diretoria do Departamento de Investigação Científica. Sob a sua
orientação, há uma mudança na área de pesquisa que se desvincula da
disciplina Técnica de Jornal e amplia-se em direção a perspectivas mais
abrangentes, implantando a disciplina Investigação Científica em Comunicação.
No Brasil, a Unicap e a UnB são as duas instituições pioneiras na implantação
dessa disciplina nos currículos de Comunicação.
No período em que viveu no Recife, como aluno,
professor, pesquisador e jornalista, conviveu com grandes personalidades da
cultura e do jornalismo pernambucano que contribuíram para sua formação.
Essa herança criou raízes e transbordou, fazendo brotar uma geração
de pesquisadores que, hoje, compõem
o Pensamento Comunicacional Brasileiro.
Categoria: Projetos Experimentais
Modalidade:
Jornalismo
Patrono: Pe
Aloísio Mosca de Carvalho
Presença fundamental para a profissionalização
do jornalismo em Pernambuco. Ainda em 1953, participa de um Seminário de
Jornalismo, promovido pela Associação de Imprensa de Pernambuco, que tinha
como objetivo preparar a criação do Curso de Jornalismo que seria instalado na
Universidade do Recife. O Curso de Jornalismo acabou não sendo instalado e, em
1961, Pe. Mosca, então Reitor da Universidade Católica de Pernambuco, oferece
total apoio a Luiz Beltrão e funda, na instituição, o Curso de Jornalismo,
onde foi professor de Ética do Jornalismo. A iniciativa representou um marco
decisivo para o Jornalismo na Região, tanto pelo projeto inovador que
incorporava, inclusive, a formação na área de pesquisa, quanto pela dimensão
política que alcançou nos meios jornalísticos e acadêmicos no Brasil e na América
Latina. Esse curso, com a duração de três anos, foi um fator decisivo para a
profissionalização do Jornalismo, em Pernambuco. O Curso contou com
importantes nomes da cultura pernambucana, na época, jovens professores que
iniciavam sua atividade docente. Entre outros, Armando Souto Maior, Nelson
Nogueira Saldanha, Potiguar de Figueiredo Matos, Manuel Correa de Andrade, João
Alexandre Barbosa, Palhares Moreira Reis, Amaro Quintas e José Brasileiro
Vilanova. O curso teve como alunos,
os professores José Marques de Melo, Roberto Benjamin e Tereza Lúcia Halliday,
o poeta César Leal e o jornalista Ronildo Maia Leite.
Modalidade:
Publicidade
Patrono – Severino Queiroz
Publicitário há mais de 50 anos, é uma referência
para a profissionalização da atividade publicitária em Pernambuco. Fundador
do Sindicato das Agências de Publicidade do Estado de Pernambuco, foi seu
presidente entre os anos 1994 a 1997. Fundador da Ampla, conceituada agência
pernambucana. Recebeu o título de Publicitário Latino-Americano pela Associação
Latino-Americana de Agências de Propaganda.
Modalidade:
Televisão
Patrono: F. Pessoa de Queiroz
Empresário de comunicação, empreendedor
ousado, investe no que seria, na sua época, um dos maiores conglomerados de
comunicação de massa do Brasil. Proprietário do Jornal do Commercio, Diário
da Noite, Rádio Jornal do Commercio, Rádio Difusora de Garanhuns, Rádio
Difusora de Pesqueira, Rádio Difusora de Limoeiro e Televisão Jornal do
Commercio.
Modalidade:
Mídia Sonora
Patrono – Amarílio Nicéias
Conceituado radialista, personalidade da maior
importância no rádio e na televisão pernambucana.
Modalidade:
Cinema e Vídeo
Patrono – Jomard Muniz de Brito
Graduado em Filosofia pela Universidade Federal
de Pernambuco, professor, escritor, produtor cultural e cineasta, foi Diretor do
Departamento de Extensão Cultural da
Universidade Federal de Pernambuco e da Fundação de Cultura da Cidade do
Recife. Participou do Movimento Tropicalista. Publicou 10 livros poéticos e
ensaísticos. Realizou 33 filmes curta metragem e vários vídeos. Escreveu peças
de teatro e crítica cultural na imprensa local.
Modalidade:
Relações Públicas
Patrono – Francisco Higino Barbosa Lima
Fundador do primeiro curso de Relações Públicas
e do Centro de Relações Públicas de Pernambuco.
Modalidade:
Fotografia
Patrono – Inês Amorim
Professora de Fotografia do Curso de Comunicação
Social, Universidade Federal de Pernambuco, referência no ensino de Fotografia
no Estado de Pernambuco.
Modalidade:
Monografia
Patrono – Armia Escobar Duarte
Fundadora do Curso de Comunicação Social da
Universidade Federal de Pernambuco. Dinâmica e corajosa, Armia Escobar teve uma
atuação decisiva na implantação e no reconhecimento do Curso que sob sua
direção contava com as habilitações Polivalente e Publicidade e Propaganda.
Posteriormente, extingue o Polivalente e introduz Jornalismo e Radialismo.
O Prêmio Fórum de Professores de Comunicação do Estado de Pernambuco, em suas diversas categorias e modalidades, será lançado durante o III Encontro de Escolas de Comunicação de Pernambuco, em outubro de 2004 e passa a vigorar a partir de 2005 para os trabalhos concluídos em 2004. Poderão participar profissionais, professores e estudantes de qualquer instituição de ensino na área de Comunicação Social.
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Os jornalistas João Francisco
Lisboa e Estevão Rafael de Carvalho incentivaram as camadas mais pobres a
aderir à Balaiada, principal revolta do século XIX no Maranhão
Sobre a intervenção da imprensa
no processo histórico, os pesquisadores divergem quanto à repercussão do
discurso dos jornalistas. José Ribeiro do Amaral e Astolfo Serra apontou que
as condições sociais precárias e as arbitrariedades foram as responsáveis
pelo movimento, que ganhou a adesão das classes mais pobres. No entanto, a
pesquisadora Carlota Carvalho frisou que o jornalista João Francisco Lisboa
observou em seus artigos as injustiças sofridas pela população, cooptando o
povo, embora fosse grande defensor da Constituição e da ordem. Para Astolfo
Serra, Estevão Rafael de Carvalho foi o principal responsável intelectual da
Balaiada. Segundo o pesquisador, tratou-se de uma guerra de opiniões, pois o
jornalista não pregou a violência contra os conservadores.
“Diante de discursos tão contundentes (...) é quase impossível
não reconhecer que Estevão Rafael de Carvalho como João Lisboa, por intermédio
de suas penas, foram estimuladores e incentivadores da revolta que ensangüentou
o Maranhão durante o período regencial”, pondera Luimar.
Um
levante de sertanejos com mentores intelectuais
No
Maranhão do século XIX, o preconceito social marcava as relações sociais,
principalmente afetando a população integrada em sua maioria por escravos, índios,
mestiços e caboclos, que se identificaram com a pregação liberal.
A palavra “cor”, observou Luimar Correa Vieira, ganhou conotação negativa,
virando sinônimo de raça inferior. Um ofício dirigido ao governo da Província
mostrou essa situação com clareza, quando se referiu ao principal líder da
Balaiada: “Manuel Francisco dos Anjos Ferreira Balaio, homem sem fortuna, nem
reputação, e de cor”.
Na visão do historiador Caio Prado Júnior, a Balaiada, como outras insurreições
da época, ocorreu por conta dos embates entre as classes médias, geralmente
urbanas, e os representantes da política oligárquica, que constituíam as
camadas mais ricas.
O marco do movimento foi um episódio
envolvendo, em 1838, o vaqueiro Raimundo Gomes, um mestiço, conhecido como Cara
Preta, quando estava levando uma boiada de seu patrão para vender em outro
local. Naquele momento, muitos dos homens que o acompanhavam foram recrutados e
seu irmão foi aprisionado. O recrutamento obrigatório era estratégia do
Governo para dominar a população, mas a medida era impopular, porque
prejudicava os mais pobres, obrigados servir as forças policiais ou militares.
O vaqueiro invadiu a cadeia e
livrou o irmão e os outros presos, desencadeando a revolta e ganhando o apoio
de integrantes da guarda, negros e mestiços, liderados por Negro Cosme, que
reuniu perto de 3 mil homens. A insurreição se alastrou por toda a província,
com forte adesão das massas sertanejas, mas se enfraqueceu quando chegou próxima
a São Luís.
Os rebeldes foram chamados de facínoras e bandidos. Os próprios bem-te-vis,
que apoiaram os balaios, como ficam conhecidos os revoltosos, se referiram de
forma negativa ao movimento. “Os líderes da oposição (João Francisco
Lisboa e Estevão Rafael Carvalho) tiveram medo da massa rebelada. Cheios de
preconceitos de casta não admitiam, então qualquer vínculo da oposição com
os rebeldes (...) lavaram as mãos como Pilatos, inocentando-se todas as vezes
que a pena de Sotero dos Reis os acusava pela imprensa”, apontou Luimar Correa
Vieira.
*Jornalista
e coordenadora do Núcleo História das Mídias do Maranhão, fundado pela
Associação Maranhense de Imprensa (AMI).
O Núcleo integra a Rede Alfredo
de Carvalho – movimento nacional pela preservação da memória da
imprensa brasileira. Email: ami-ma@bol.com.br