JORNAL DA FOLKCOMUNICAÇÃO           

Ano 1 – N. 6 – São Paulo, Brasil – 22 de abril 2004

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Um espaço aberto para intercâmbio de informações entre pesquisadores e divulgação de eventos e estudos nas áreas de folkcomunicação, folkmídia e cultura popular

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Manchetes:

1 -Inscrições abertas para Folkcom 2004

2 -Dicas para quem vai à Folkcom 2004

3 -Folkcomunicação : o ex-voto como mídia

4 -Ciclo de estudos no IHGSP aborda literatura de cordel em S. Paulo.

5 -A Procissão do Senhor dos Passos, em Florianópolis

6 -Livro recolhe estórias e histórias da cidade de Santa Luzia na Grande BH

7-Historiadora revela como era a folkcomunicação no Brasil Colonial

8-Intercom patrocina livro sobre comunicação, globalização e cultura

10 -Expediente

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Inscrições abertas para Folkcom 2004

Estão abertas as inscrições para a 7ª Conferência Brasileira de Folkcomunicação. Neste ano, o Folkcom acontecerá no Rio Grande do Sul, em Lajeado e o tema central será Folkcomunicação Política. O evento conta com a promoção de Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação para o Desenvolvimento Regional, Universidade Metodista de São Paulo, Centro Universitário Feevale e Centro Universitário Univates.

Todos os trabalhos de iniciação científica apresentados no Folkcom estarão concorrendo ao Prêmio Antônio Hohlfeldt. Serão premiados os trabalhos que se destacarem nos seguintes módulos: categoria regional (equipes sediadas em universidades do Estado do Rio Grande do Sul) e categoria nacional (equipes procedentes de outros Estados brasileiros). Todos os integrantes das equipes vencedoras, inclusive os professores supervisores, receberão diplomas e troféus, além de ajuda de custo para viagem-hospedagem. Tanto as equipes vencedoras quanto aquelas classificadas em cada uma das modalidades do concurso certificados estarão automaticamente inscritas para a apresentação dos respectivos trabalhos nos CTAs da FOLKCOM 2004, nas sessões de Iniciação Científica.

Os Grupos de Trabalhos são: "Folkcomunicação: Teoria e Metodologia"; "Folkcomunicação: Gêneros e Formatos"; "Folkcomunicação: Turística"; "Folkcomunicação nas Festas Populares"; "Folkcomunicação Impressa"; "Folkmídia: Difusão do Folclore pela Mídia"; "Folkcomunicação Política"; "Folkcomunicação Étnica"; "Folkcomunicação:Perspectivas Multidisciplinares"; "Folkcomunicação: Outros Olhares, Novos Objetos".

O evento acontecerá entre os dias 13 e 16 de maio. Além das apresentações dos trabalhos, estão previstas as apresentações de oficinas, como por exemplo "Leitura de imagens da cultura popular" "Jornalismo e Folkcomunicação" ,"Viagens musicais a partir de temáticas folclóricas" e "PÓS-MODERNIDADE: Cultura e Turismo".

As inscrições para participação no evento podem ser feitas no site: http://www.univates.br/.

Mais informações: 0800-7070809 (ligação gratuita)

(Fonte: Centro Universitário Univates)

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Dicas para quem vai à Folkcom 2004

Para os interessando em participar da Folkcom 2004, no Centro Universitário Univates, Lajeado, RS, aqui vão algumas dicas:

Lajeado fica a 117 km de Porto Alegre. De São Paulo, a empresa de transportes Penha tem ônibus saindo da rodoviária do Tietê, às 20 horas todos os dias. A passagem custa cerca de R$ 110,00.

Passagens aéreas variam entre R$ 183,00 e 311,00 reais, dependendo da empresa e do horário do vôo.

Para hospedagem, as opções são:

Hotel Imperatriz Apart

Rua Tereza Cristina, 353/13 – Bairro Florestal

(51) 3748-7272

Hotel Locatelli

Rua Alm. Barroso, 112 – Bairro São Cristóvão

Tel. (51) 3748-3562

Hotel Mariani

Av. Sen. Alberto Pasqualini, 536 – Bairro americano

Tel. (51) 3710-1128

Hotel Recanto do Vale

Rua Maranhão, 11 – Bairro Universitário

Tel (51) 3714-4881

Hotel Dahlen

Rua Júlio de Castilhos, 896 – Centro

Tel. (51) 3714-1225

Hotel Valler

Rua Donga de Menezes, 165 – Bairro Montanha

Tel. (51) 3714-2784

Weiand Turis Hotel

Av. Sete de Setembro, 745 – Bairro Moinhos

Tel. (51) 3710-1511

(Preços sob consulta. Sujeito à alteração)

Fonte: Univates

Empresas de aluguel de veículos na cidade de Lajeado oferecem diárias a partir de R$ 50,00.

Existem ótimas atrações turísticas na cidade, com destaque para o Parque Histórico de Lajeado, Deutscher Kolonie Park, que mostra a história da colonização alemã na região Sul. O parque funciona às sextas e ao sábados, das 13 às 20 horas, e as visitas necessitam de agendamento. Outra opção, principalmente para aqueles que preferem uma gama maior de serviços, é o Unishopping, localizado na BR 386, KM 346.

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Folkcomunicação : o ex-voto como mídia

por Jacqueline Lima Dourado (jornalista e mestre em comunicação pela UFRJ).

Um dos grandes campos de estudo da comunicação é a folkcomunicação. O termo vem a partir das pesquisas de Luis Beltrão (década de 60) e significa "o conjunto de procedimentos de intercâmbio de informações, idéias, opiniões e atitudes dos públicos marginalizados urbanos e rurais, através de agentes e de meios direta ou indiretamente ligados ao folclore" . O professor Beltrão afirmava que não é só a imprensa, o rádio , a televisão, o cinema , a arte erudita e a ciência acadêmica que são meios e veículos de comunicação. Para o pesquisador, as conversas nas portas de rua, na barbearia, no barzinho, nas manifestações folclóricas podem provocar uma ação uniforme e eficaz. Todas essas linguagens, muitas vezes desprezadas por aqueles que se dizem de alta cultura demonstram uma expressão de pensar e sentir que em muitos casos podem estar na contracorrente das classes oficiais e dirigentes.

Pesquisando mais a fundo, Beltrão apontava como uma característica dessa é o ex-voto (aquelas provas de milagre alcançado traduzidas em forma de fotografias, mechas de cabelo, membros esculpidos em madeira ou cera) que são colocados nas "Casas de Milagre" ao lado das igrejas. Para Jorge González, em seus ensaio Ex-votos y retablitos, "o ex-voto é descrito como todo objeto que serve especificamente para manifestar o agradecimento por um dom ou bem-estar concedido por parte de um agente poderosos de ordem metasocial, tem atores individuais e/ou coletivos intramundano."

No Piauí, temos dois tipos de manifestações desses fenômeno: o cruzeiro milagroso de Santa Cruz dos Milagres e o monumento ao motorista Gregório em Teresina. Em Santa Cruz, a romaria se dá também com o depósito de ex-votos na casa dos milagres. Contudo, na peregrinação ao monumento de Gregório, a maioria dos ex-votos são garrafas de água numa alusão à morte sofrida do referido mártir. Segundo os contadores de história, o motorista foi amarrado ao tronco de uma árvore em frente às margens do Rio Poty onde morreu de sede mirando o rio. Esse tipo de manifestação é um dos que, segundo Gonzalez, "nos permitem entender o ex-voto como instrumento de comunicação popular e seus conteúdos simples, pitorescos ou pouco racionais."

Cada romeiro, cada devoto tem a sua própria maneira de demonstrar o seu próprio drama pessoal. Para isso, traz de seu lugar um pouco de dinheiro, imagens de santo para abençoar e benzer, cartas, bilhetes, peça de roupa etc. É sua maneira de materializar e valorizar suas crenças.

Nas casas de milagres, harmonizam-se entre si as imagens de políticos eleitos, com fotografias de crianças e adultos pobres. É nesse ponto que burguesia e povo se reconhecem naquilo em que acreditam. É nesse ponto também que a crença popular e a religião se fundem pois a igreja mantém apoio a essas manifestações instalando exatamente essas casa de milagre ou como no caso do motorista Gregório, celebrando missa no local. Gonzalez afirma que " as diferenças entre a religião oficial e a concepção popular plasmada nos ex-votos, não só mostram o nível dos conteúdos, mas também fundamentalmente as relações sintáticas no modo de ordenação lógica e ideológica que se estabelece em tais conteúdos."

Portanto, cada povo tem sua maneira de se manifestar e expressar seus dramas ou alegrias e juízos de valor. Carregar garrafas d’água em agradecimento ao milagre realizado por ter conseguido um teto para morar, um emprego arranjado ou a cura do filho é tentar se comunicar de forma alternativa, já que nos meios oficiais a voz das camadas miseráveis não reverbera.

Para saber mais sobre o assunto:

BENJAMIN, Roberto. Contribuição ao colóquio "Festas populares como processos comunicacionais: Revisitando o pensamento de Luiz Beltrão", comunicação apresentada na IV FOLKCOM, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, 26 a 29 de junho de 2001.

GONZALEZ, Jorge A. Cultura(s). Colección Culturas contemporáneas Nº 1- Universidade de Colima.

HOHLFELDT, Antonio. Folkcomunicação: positivo oportunismo de quase meio século. Comunicação apresentada à Folkcom, Campo Grande, maio de 2001.

MELO, José Marques de. Introdução a: BELTRÃO, Luiz. Folkcomunicação - Um estudo dos agentes e dos meios populares de informação de fatos e expressão de idéias. Porto Alegre, EDIPUICRS. 2001, p. 7 e ss.

MELO, José Marques de. Mídia e folclore – O estudo da Folkcomunicação segundo Luiz Beltrão. Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação para o desenvolvimento regional, 2001.

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Ciclo de estudos no IHGSP aborda literatura de cordel em S. Paulo.

O prof. Joseph Luyten apresentou, num dos encontros do ciclo de estudos sobre "História da Comunicação: itinerário da mídia em São Paulo", promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP), exposição sobre tema "Cordel na terra da garoa: a comunicação do bandeirantes tardios".

"Geralmente — explica o professor Luyten —, pensa-se que a Literatura de Cordel, a hoje famosíssima literatura popular em verso, é originária do Nordeste. Na realidade, é lá, em quase todos os estados nordestinos, que há uma grande abundância e influência de Cantadores, Repentistas e Poetas de Cordel. Hoje em dia, podemos dizer que o Brasil, através dos poetas populares nordestinos, possui o maior e o mais importante conjunto de poesia popular oral e impressa."

No entanto, segundo ele, é preciso não nos esquecermos do Centro-Sul, especialmente o Rio de Janeiro e São Paulo. O de Janeiro, como a antiga capital da república, sempre foi convergente de todas as manifestações artísticas, tanto eruditas como populares. São Paulo, como centro econômico, não ficou muito atrás e aqui, também se produziu, desde muito cedo, material de origem popular.

"É preciso nos lembrar que o Brasil foi praticamente um dos últimos países da América a receber sistemas de imprensa (1808) e levou certo tempo até que as máquinas impressoras estivessem à disposição do povo," prossegue Luyten.

As primeiras publicações populares foram cópias dos existentes em Portugal e consistiam geralmente em histórias de origem medieval e renascentista. Aos poucos, porém, foram-se produzindo folhetos mais ao gosto do público brasileiro e, a partir dos anos 30, com a chegada de grandes levas de nordestinos que vinham trabalhar nas recém-implantadas indústrias de São Paulo, chegavam também as suas publicações poéticas. Logo se estabeleceu aqui uma editora especializada em produções populares: A Typografia Souza, depois: Ed. Prelúdio e, hoje, Ed. Luzeiro. A partir de folhetos, baseados em histórias portuguesas, ela passou a reproduzir os "best-sellers" nordestinos e, ao lado disso, encomendar os próprios, através de nordestinos aqui residentes ou, mesmo, de paulistas.

"Atualmente, São Paulo é considerada a maior cidade nordestina do Brasil e a publicação autóctone de cordel naturalmente não pode faltar: , conclui.

O ciclo de estudos, coordenado pelo prof. José Marques de Melo, prossegue até junho. É realizado em parceria com a Rede Alfredo de Carvalho para o Resgate da Memória da Imprensa e a Cátedra Unesco de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo, com o apoio institucional da TV Mackenzie e da Rádio USP.

Mais informações: http://www2.metodista.br/unesco ou http://geocities.yahoo.com.br/ihgsp2004/ciclomidiasp.html).

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A Procissão do Senhor dos Passos, em Florianópolis

por Moacir Pereira (publicado no jornal A Notícia, Joinville, SC, em 27/03/2003)

Florianópolis vive neste fim de semana [27/28 de março] a festa mais antiga, mais popular e mais tradicional de Santa Catarina: a Procissão do Senhor dos Passos. É um evento religioso, com raízes profundas na alma de milhares de pessoas que passam de geração em geração há 240 anos. Um costume que tem ultrapassado os limites do cristianismo para incorporar seguidores de outras igrejas e até agnósticos.

Os aspectos históricos que enriquecem a chegada da belíssima imagem ganham divulgação crescente na imprensa com a decisão das entidades empresariais de oferecerem apoio à divulgação de toda a programação.

Importante ressaltar o profundo significado social que oxigena a atuação da irmandade em mais de dois séculos: seu braço social e humano, o Hospital de Caridade. Se é fato que a milagrosa imagem do Senhor dos Passos alimenta a fé dos devotos que integram e dirigem a irmandade, verdade também que esta mantém-se forte pelas atividades que realiza na manutenção do hospital. Ali, os pacientes têm tratamento rigorosamente idêntico. Tudo o que é oferecido aos doentes dos apartamentos particulares beneficia também os pacientes do SUS nas enfermarias, que representam 65% dos leitos. Desde as primeiras pedras colocadas pelo fundador, o irmão Joaquim, não se indaga origem, raça, credo religioso ou condição social do doente.

Trabalho especial é oferecido, com a mesma solidariedade pelas Voluntárias da Esperança, um grupo de mulheres que cuida diariamente de pacientes portadores de câncer, obrigados a longas internaçõess para penosas aplicações de rádio e quimioterapia. O que essas pessoas fazem pelos fragilizados doentes, a maioria pobres vindos do interior do Estado, ultrapassa o assistencialismo. É trabalho humanitário, que exige muito desprendimento e amor ao próximo.

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Livro recolhe estórias e histórias da cidade de Santa Luzia na Grande BH

por Sebastião Breguez

Cinco professoras de Santa Luzia, cidade histórica a 30 quilômetros de Belo Horizonte, lançaram, no início de abril, o livro "Santa Luzia, Histórias do Arco do Rio das Velhas", com histórias e estórias da literatura oral da cidade, contadas por avós à beira do fogão de lenha dos casarões históricos da localidade.

"O livro é uma inesquecível viagem pela antiga Santa Luzia", diz a professora Nardeli Silva, idealizadora do volume e uma das autoras. Segundo ela, as estórias são fruto de uma mistura do real e do imaginário num mergulho pela narrativa em que personagens e leitores se misturam.

Escrito a cinco mãos, o projeto tem por objetivo fazer com que os estudantes do 1º grau das escolas de Santa Luzia conheçam um pouco da intimidade da cidade e mergulhar num universo próprio da cultura local, escapando da imaginação dos personagens da cultura globalizada.

O livro foi escrito pelas professoras Deborah Cristina Silva, Helena de Fátima Orzil Augusto, Íris Gonçalves Mendes de Araújo, Nardeli da Conceição Silva e Níbia Soares Pinto Carvalho – todas trabalham em escolas públicas da cidade. O prefácio é da pedagoga Adriana Cristina Carvalho Breguez também da cidade.

A renda do livro será doada para a recuperação do Hospital São João de Deus, único de Santa Luzia, construído no século XIX e que enfrenta dificuldades para se manter e comprar novos equipamentos.

Santa Luzia, Histórias do Arco do Rio das Velhas

Deborah Cristina Silva, Helena de Fátima Orzil Augusto, Íris Gonçalves Mendes de Araújo, Nardeli da Conceição Silva e Níbia Soares Pinto Carvalho

Editora do Autor, Santa Luzia, 2004.

Tels.: (31) 3641.2468 e (31)3466-2662.

Preço: R$10,00

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Historiadora revela como era a folkcomunicação no Brasil Colonial

Obra de referência para as pesquisas arqueológicas, dedicada também aos leigos, Arte Rupestre na Amazônia – Pará, da pesquisadora Edithe da Silva Pereira, lançado este mês na Bienal do Livro em São Paulo, configura-se como um inventário sobre os traçados feitos por povos primitivos, trabalhos que aparecem registrados nas margens rochosas dos rios e nos abrigos das serras da imensa e ainda desconhecida região amazônica. Tudo isso ilustrado com desenhos, fotografias, gráficos e mapas.

A autora absorveu os relatos de viajantes dos séculos XVII, XVIII e XIX, bem como os trabalhos arqueológicos atuais, antes de percorrer as trilhas, muitas já quase apagadas, a caminho do conhecimento dos antigos habitantes da Amazônia. Em suas pesquisas de campo, a partir de 1990, ela descobriu também novos caminhos em uma disciplina quase desconhecida e negligenciada, como é o estudo da arte rupestre na região amazônica.

Edithe da Silva Pereira é historiadora formada pela Universidade Federal do Pará, com mestrado em História pela Universidade Federal do Pernambuco e doutorado em Arqueologia e Pré-História pela Universitat de Valencia (Espanha). É atualmente pesquisadora e chefe da Coordenação de Ciência Humanas do Museu Paraense Emilio Goeldi, instituição vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia do Brasil.

Título: Arte Rupestre na Amazônia – Pará

Autor: Edithe da Silva Pereira

Editora: UNESP

Preço: R$ 160,00

(Fonte: Assessoria de Imprensa da Fundação Editora da UNESP)

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Intercom patrocina livro sobre comunicação, globalização e cultura

A Intercom (SP) está lançando o livro "Folkcomunicação: resistência cultural na sociedade globalizada", de autoria do professor Sebastião Breguez (UFV-MG).

Com prefácio do professor José Marques de Melo, o livro reúne os trabalhos discutidos no Seminário Brasileiro de Folkcomunicação realizado em Belo Horizonte, no Palácio das Artes, que discutiu o tema Comunicação, Globalização e Cultura. Sebastião Breguez é jornalista, professor da área de Comunicação e coordenador do Núcleo de Pesquisa de Folkcomunicação da Intercom, entidade que reúne todos os pesquisadores da área de Comunicação no Brasil, além de pertencer a organizações internacionais na área de Jornalismo e Comunicação. Foi um dos fundadores da FOLKCOM, entidade que congrega os pesquisadores de todo o Brasil na área de Comunicação, Folclore, Identidade Cultural.

O livro será lançado oficialmente, em maio, durante a 7ª Conferencia Brasileira de Folkcomunicação, em Lajeado (RS), na UNIVATES. Mais informações com o autor, pelo e-mail: breguez@uai.com.br .

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Expediente

O JORNAL DE FOLKCOMUNICAÇÃO é uma publicação da Rede FOLKCOM e conta com o apoio da Cátedra UNESCO de Comunicação e Desenvolvimento Regional/ UMESP – Universidade Metodista de São Paulo, cujo titular é o Prof. Dr. José Marques de Melo.
Rede Folkcom
Diretoria
Cristina Schmidt (UMC – UBC)
Rosa Nava (Unimonte)
Samantha Castelo Branco (UniFIAM)
Fábio Corniani (Univap)
Marlei Sigristi (UFMS)
Alfredo D’Almeida (UMESP – FAMEC)
Editores: Alfredo D’Almeida e Lilian Assumpção
Equipe editorial: Aurélio Fernandes Souza e Eliane Almeida
Conselho editorial: Antonio Barros, Cristina Schmidt, Guilherme Rezende, José Marques de Melo, Joseph Luyten, Maria Cristina Gobbi, Marlei Sigrist, Osvaldo Trigueiro, Roberto Benjamin, Rosa Nava, Samantha Castelo Branco, Sebastião Breguez e Severino Lucena.
Edição digital: Maria Cristina Gobbi (UMESP) Keila Baraçal (UMESP) Larissa Didone (UMESP).
E-mail: redefolkcom@yahoo.com.br

Atenção:
Caso este informativo não seja do seu interesse, mande um e-mail para redefolkcom@yahoo.com.br, colocando no campo "assunto" a palavra REMOVER.

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